O daf retoma exatamente onde 22a foi interrompido: a objeção de Rav Avya, a partir de uma baraita sobre o sela de segundo dízimo, que ensina não se pesar contra ele dinares de ouro, nem mesmo para redimir sobre ele outro segundo dízimo — argumento usado para testar as duas explicações da proibição de Rav quanto a acender vela de vela. Rabá responde que a razão dessa baraita é um decreto à parte, para que a pessoa não erre em seus pesos e acabe usando as moedas de segundo dízimo como se fossem comuns. Em seguida, Rav Sheshet levanta uma nova objeção a partir do verso sobre a vela colocada "fora do véu do testemunho", que não precisaria de luz alguma, pois os filhos de Israel caminhavam todos os quarenta anos à luz da coluna de fogo — mas serve de testemunho para as nações de que a Presença Divina repousa em Israel, testemunho identificado por Rav com a vela ocidental do candelabro do Templo, que ardia com a mesma medida de óleo que as outras e ainda assim se mantinha acesa até o dia seguinte. A Guemará nota que, como as lâmpadas do candelabro eram fixas, era preciso acender uma da outra sem poder pesar o óleo de novo — o que é difícil tanto para quem explica a proibição de Rav pelo desprezo da mitzvá quanto para quem a explica pelo enfraquecimento dela. Rav Papa resolve a dificuldade referindo-se a pavios longos que se estendiam de uma lâmpada a outra, mas a Guemará nota que ainda resta uma dificuldade para quem sustenta a razão do enfraquecimento, e a deixa em aberto. A Guemará então retorna à questão central por trás de toda a sugya: o que exatamente cumpre a mitzvá de Chanucá — o ato de acender a vela, ou o ato de colocá-la no lugar apropriado? Rav Huna filho de Rav Yehoshua ensina que essa mesma dúvida decide a disputa sobre acender vela de vela. A Guemará traz então duas provas dos ensinamentos de Rava: a de quem segurou a vela acesa em pé sem colocá-la, e não cumpriu nada — indicando que o colocar é que cumpre a mitzvá; e a de quem a acendeu dentro de casa e depois a levou para fora, tampouco cumprindo nada — a mesma conclusão. O daf termina em aberto, no início de uma terceira prova trazida de um ensinamento de Rabi Yehoshua ben Levi, cuja continuação prossegue em Shabat 23a.
(A baraita, retomada de 22a, ensinava:) Um sela de segundo dízimo — não se pesam contra ele dinares de ouro, e nem mesmo para redimir sobre ele outro segundo dízimo. Se dizes, com razão, que quando discordam Rav e Shmuel (é apenas quanto a acender) de vela a vela mesmo, mas quanto à lasca (usada como intermediária) Shmuel proíbe — isso não seria uma refutação (da posição de quem explica a razão de Rav pelo enfraquecimento da mitzvá, pois aqui as moedas de ouro não são objeto de mitzvá). Mas se dizes que também quanto à lasca Shmuel permite (pois seria apenas questão de desprezo, e não de enfraquecimento) — isso seria uma refutação (pois aqui, embora as moedas de ouro sejam necessárias para uma mitzvá, ainda assim é proibido pesá-las contra o sela)! Disse Rabá: (essa proibição de pesar dinares de ouro contra o sela nada tem a ver com a disputa sobre a vela; é antes) um decreto, para que a pessoa não acerte seus pesos (e, ao pesar o ouro contra o sela para verificar seu peso exato), acabe por tirá-los para uso comum.
A Guemará retoma a baraita cuja citação foi cortada no fim de 22a: um sela (moeda de prata) de segundo dízimo não pode ser pesado contra dinares de ouro — nem mesmo com o propósito de redimir sobre ele um outro segundo dízimo, que seria também um uso de mitzvá. Rav Avya tentava usar essa baraita para testar as duas explicações da proibição de Rav de acender vela de vela: se a disputa entre Rav e Shmuel só existisse quanto a acender uma vela diretamente de outra, mas ambos concordassem em proibir o uso de uma lasca de madeira como intermediária (por desprezo, já que a lasca não é objeto de mitzvá), então a baraita sobre o sela não refutaria ninguém, pois ali também se trata de objetos que não são inerentemente de mitzvá. Mas, se Shmuel permitisse mesmo o uso da lasca — sustentando que a única preocupação é o desprezo, e não há desprezo em usar uma lasca para fins de mitzvá —, então a baraita sobre o sela, que proíbe pesar ouro contra o sela mesmo quando o propósito é uma mitzvá (redimir outro dízimo), refutaria essa posição. Rabá resolve a dificuldade explicando que a proibição de pesar contra o sela nada tem a ver com o desprezo ou o enfraquecimento de mitzvot: trata-se de um decreto independente, temendo que, ao comparar o peso do ouro com o do sela, a pessoa descubra que os pesos não coincidem exatamente e, em vez de anular a redenção, prefira usar as moedas como dinheiro comum, desvirtuando o propósito da redenção do dízimo.
"Segundo dízimo" — dinares sobre os quais se redimiu o segundo dízimo: não se pesam contra eles dinares comuns, para ver se estão completos (no peso).
"Se dizes, com razão, que quando discordam Rav e Shmuel" — (é apenas quanto a acender) de vela a vela mesma, e não quanto à lasca, e é nisso que Shmuel permite, pois não teme o enfraquecimento; mas quanto à lasca, que é desprezo, ele concorda (com a proibição) — então isso não seria uma refutação, pois esses dinares comuns não são, em si, (objeto) de mitzvá, ainda que sejam necessários para a mitzvá, (e sua situação) se assemelha à da lasca. Mas se dizes que também quanto à lasca Shmuel permite, uma vez que é para necessidade de mitzvá — então isso seria uma refutação, pois (a baraita) proíbe pesar, ainda que seja para necessidade de mitzvá.
"Não acerte seus pesos" — receando que não os encontre corretos, ou os encontre em excesso, e tenha pena deles, e não redima o dízimo sobre eles, e resulte em ter desprezado o dízimo sem necessidade.
"E tira-os para uso comum" — isto é, deixa-os em seu estado comum, como estão.
Objetou Rav Sheshet: (está escrito sobre o candelabro do Tabernáculo) "fora do véu do testemunho (ele — Aharon) arranjará (as velas)" — e acaso (Israel) precisava de sua luz? Não foi que todos os quarenta anos que os filhos de Israel andaram no deserto não andaram senão à luz d(a coluna de fogo)! Mas é testemunho para os que vêm ao mundo de que a Shechiná repousa em Israel. Qual (era) esse testemunho? Disse Rav: essa é a vela ocidental, na qual se põe óleo na medida de suas companheiras, e dela (o sacerdote) acendia e nela terminava (a limpeza das lâmpadas, pois permanecia acesa até o fim). Mas aqui, já que as lâmpadas (do candelabro) são fixas (nele, sem poder ser removidas para pesar o óleo de novo), não há como (o sacerdote) deixar de pesar (o óleo de novo) e (então) acender (uma lâmpada usando outra já acesa). Isso é difícil tanto para quem diz que a razão (da proibição de Rav) é por causa do desprezo da mitzvá quanto para quem diz que é por causa do enfraquecimento da mitzvá!
Rav Sheshet traz uma nova objeção, agora a partir do próprio candelabro do Templo. O verso ordena que Aharon arranje as lâmpadas "fora do véu do testemunho" — mas por que Israel precisaria da luz do candelabro, se durante todos os quarenta anos no deserto o povo já caminhava guiado pela luz da coluna de fogo divina? A resposta é que essa vela não servia para iluminar, mas como testemunho visível para as nações de que a Presença Divina repousava sobre Israel. Rav identifica esse testemunho com a chamada "vela ocidental" (ner maaravi): embora se colocasse nela a mesma medida de óleo que nas demais lâmpadas — suficiente para arder a noite toda —, ela continuava acesa quando as outras já haviam se apagado, e era dela que o sacerdote acendia as demais lâmpadas ao entardecer, sendo também a última a ser limpa e reabastecida. A dificuldade é a seguinte: como as lâmpadas do candelabro eram fixas nele (não podiam ser removidas para o sacerdote pesar o óleo separadamente antes de acender uma da outra), o próprio procedimento do Templo exigia acender uma lâmpada de mitzvá diretamente de outra lâmpada de mitzvá — o que contraria a proibição de Rav em ambas as explicações possíveis: tanto para quem vê nisso desprezo da mitzvá (usar uma vela sagrada para acender outra) quanto para quem vê nisso o enfraquecimento da mitzvá (subtrair óleo de uma vela para outra).
"Vela ocidental" — para quem sustenta, em Menachot, que a ordem dos braços do candelabro estava disposta de leste a oeste, chama-se "ocidental" a segunda vela do lado externo, que fica a leste (e a oeste da vela ao seu lado); e para quem sustenta que estavam dispostos de norte a sul, chama-se "ocidental" a vela do meio, porque sua abertura ficava voltada para o oeste, e todas as demais velas (voltadas) para a do meio, como está escrito "em direção à face do candelabro" — isto é, a do meio — "iluminarão etc."; as do norte voltavam-se para o sul, e as do sul, para o norte. As velas eram (recipientes chamados) loces, de ouro, nos quais se colocava óleo e pavio.
"Na medida de suas companheiras" — meio log (de óleo), medida calculada para as longas noites da estação de Tevet; e, se ainda ardesse de dia nas noites curtas, que ardesse; mas menos que isso não, para que não se apagasse à noite em Tevet, pois a Torá disse "da tarde até a manhã".
"E dela acendia" — as (demais) lâmpadas, ao entardecer.
"E nela terminava" — a limpeza das lâmpadas; pois (essa vela) ardia o dia todo, e não a limpava (o sacerdote) até o entardecer.
"Mas aqui, já que as lâmpadas são fixas" — no candelabro, e (o sacerdote) não podia destacar a vela ocidental do candelabro para com ela acender as outras; à força, o que se ensina, que "dela acendia", não é possível sem pesar (o óleo de novo, colocando-o) numa lasca, e acendendo a lasca a partir da vela ocidental, e com essa lasca acendia o restante.
Explicou (a questão) Rav Papa (dizendo que se tratava) de pavios longos (que se estendiam para fora de cada lâmpada, até se tocarem, permitindo acender uma da outra sem mover o óleo). (Mas) no final, para quem diz que a razão (da proibição de Rav) é por causa do enfraquecimento da mitzvá, ainda é difícil (pois o pavio longo ainda consome óleo de uma lâmpada para acender a outra)! — É difícil (e permanece sem solução).
Rav Papa resolve a primeira metade da dificuldade explicando que os pavios das lâmpadas do candelabro eram longos, estendendo-se para fora de cada recipiente de óleo até quase tocar o recipiente vizinho; assim, o sacerdote podia acender uma lâmpada a partir da chama da vizinha sem precisar mover ou repesar o óleo, e sem desprezo, pois cada lâmpada permanecia intacta em seu próprio lugar. Isso resolve a dificuldade para quem explica a proibição de Rav pelo desprezo da mitzvá. Mas, para quem explica a proibição pelo enfraquecimento da mitzvá — a preocupação de que se subtraia uma fração do combustível de uma vela de mitzvá para outra —, a dificuldade permanece: mesmo com pavios longos, o fogo ainda passa de uma chama para a outra, consumindo parte do material da primeira. A Guemará reconhece essa dificuldade e a deixa sem resposta, com a palavra final "kashya" (é difícil), indicando uma questão sem resolução satisfatória dentro da sugya.
"Pavios longos" — todos os pavios saem para fora de suas (respectivas) lâmpadas, até se tocarem uns aos outros, e (o sacerdote) acende com (um pavio) o que lhe é próximo, e o restante um do outro.
"No final, para quem diz etc." — pois, para ele, (acender) de lamparina a lamparina (diretamente) é proibido.
Qual (foi a conclusão) a respeito disso (da disputa entre Rav e Shmuel sobre acender vela de vela)? Disse Rav Huna, filho de Rav Yehoshua: examinemos — se o acender (da vela) é que cumpre a mitzvá, acende-se de vela a vela. E se o colocar (a vela em seu lugar apropriado) é que cumpre a mitzvá, não se acende de vela a vela.
Depois de examinar as disputas laterais sobre o sela de dízimo e a vela ocidental do Templo, a Guemará retorna à questão de fundo. Rav Huna, filho de Rav Yehoshua, propõe que toda a disputa entre Rav e Shmuel sobre acender vela de vela depende, na verdade, de uma dúvida ainda mais fundamental sobre a natureza da mitzvá de Chanucá: o que exatamente cumpre a obrigação — o ato físico de acender o pavio, ou o ato de colocar a vela já acesa no lugar determinado (junto à porta, dentro do palmo, à altura correta)? Se o acender é o componente essencial da mitzvá, então acender uma vela a partir de outra vela de mitzvá já acesa é, em si, um cumprimento válido e digno da mitzvá, sem qualquer desprezo ou enfraquecimento — e por isso Shmuel permite. Mas, se o colocar é o componente essencial, então o ato de acender é apenas preparatório, sem santidade própria, e usar uma vela de mitzvá para esse fim preparatório seria desprezá-la ou retirar dela parte de seu óleo sem necessidade — e por isso Rav proíbe.
"Se o acender cumpre a mitzvá" — se a mitzvá de Chanucá depende do acender, acende-se (de vela a vela), como encontramos (ser o procedimento) no candelabro (do Templo).
"E se o colocar cumpre a mitzvá" — e a essência de sua mitzvá depende do colocar.
"Não se acende de vela a vela" — pois o acender não é, então, mitzvá em tamanho grau (a ponto de permitir usar uma vela de mitzvá para essa finalidade).
Pois haviam perguntado (os sábios, em outra ocasião): o acender cumpre a mitzvá, ou o colocar cumpre a mitzvá?
A Guemará esclarece que essa dúvida sobre o acender e o colocar não é uma invenção de Rav Huna filho de Rav Yehoshua para explicar a disputa entre Rav e Shmuel, mas sim uma dúvida já formulada de modo independente pelos sábios, num contexto próprio. Rav Huna filho de Rav Yehoshua apenas identificou que essa dúvida preexistente é a chave para compreender a disputa. A partir daqui, a Guemará passa a trazer provas para tentar resolver essa dúvida central.
A versão correta do texto é "pois haviam perguntado" — isto é, essa questão já nos havia sido perguntada em outro lugar, e da resolução dessa dúvida se resolve esta (disputa entre Rav e Shmuel).
Vem ouvir (uma prova), pois disse Rava: se esteve segurando a vela de Chanucá (já acesa) em pé (sem colocá-la em lugar algum) — não fez absolutamente nada (não cumpriu a mitzvá). Aprenda-se disso: o colocar cumpre a mitzvá! (Resposta:) Ali (a razão é outra): quem a vê diz que é para seu próprio uso (pessoal) que a está segurando (e não para a mitzvá; não se trata, portanto, de prova quanto ao acender).
A Guemará traz a primeira tentativa de prova a partir de um ensinamento de Rava: quem acendeu a vela de Chanucá e permaneceu de pé segurando-a na mão, sem colocá-la em nenhum lugar fixo, não cumpriu a mitzvá. Isso pareceria provar que o colocar — não o acender — é o componente essencial da mitzvá, já que o acender já ocorreu, mas a mitzvá não foi cumprida enquanto a vela não for colocada em seu lugar apropriado. A Guemará rejeita essa prova: a razão de que segurar a vela na mão não cumpre a mitzvá não é necessariamente porque o colocar seja essencial, mas porque, ao ver alguém de pé segurando uma vela acesa, um observador presumiria que a pessoa a está segurando para seu próprio benefício prático (para se iluminar, por exemplo), e não reconheceria ali o cumprimento da mitzvá de Chanucá — faltando a "publicação do milagre" (pirsumei nissa), independentemente de qual dos dois atos seja o essencial.
"Esteve segurando a vela de Chanucá" — em sua mão, desde que a acendeu até que se apagou.
"E em pé" — não é (detalhe) exato, mas é assim a linguagem do Talmude.
"Para seu próprio (uso)" — para se utilizar (dela), e não há reconhecimento do milagre.
Vem ouvir (outra prova), pois disse Rava: acendeu-a dentro (de casa) e (depois) a tirou para fora (colocando-a no lugar devido junto à porta) — não fez nada (não cumpriu a mitzvá). Se dizes, com razão, que o acender cumpre a mitzvá — precisamos que o acender seja em seu (devido) lugar; por isso não fez nada. Mas se dizes que o colocar cumpre a mitzvá, por que não fez absolutamente nada (já que, ao final, a vela está colocada corretamente)? (Resposta:) Ali também: quem a vê diz que é para seu próprio uso que a acendeu (dentro de casa, e não se reconhece o milagre).
A Guemará tenta uma segunda prova, também de um ensinamento de Rava: quem acendeu a vela de Chanucá dentro de casa e depois a levou para fora, colocando-a em seu lugar apropriado junto à porta, não cumpriu a mitzvá. Se o acender é o componente essencial da mitzvá, isso se explica facilmente: a mitzvá exige que o próprio ato de acender ocorra no lugar correto, e como o acender aconteceu dentro de casa, a mitzvá não foi cumprida, ainda que a vela tenha sido corretamente posicionada depois. Mas, se o colocar é o componente essencial, por que não teria cumprido a mitzvá, já que ao final a vela está no lugar certo, acesa? A Guemará responde, como antes, que a razão do fracasso não está relacionada à dúvida entre acender e colocar: quem vê alguém acendendo uma vela dentro de casa presume que é para uso doméstico comum, e essa impressão inicial compromete o reconhecimento público do milagre mesmo depois de a vela ser levada para fora — de modo que essa prova também não decide a dúvida central.
"Dentro" — em casa.
"E a tirou para fora" — conforme se disse acima, que é preciso colocá-la na porta de sua casa, do lado de fora.
"Se dizes, com razão, que o acender cumpre a mitzvá, por isso não fez nada" — pois, já que essa é a sua mitzvá, é preciso que se realize no lugar da obrigação.
Vem ouvir (uma nova prova), pois disse Rabi Yehoshua ben Levi… (o daf corta aqui; o ensinamento de Rabi Yehoshua ben Levi — sobre a lamparina de vidro que arde o dia todo e que se apaga e reacende à saída do Shabat — e a conclusão dessa prova prosseguem em Shabat 23a.)
O daf termina em pleno início de uma terceira tentativa de prova para a dúvida sobre acender ou colocar, introduzida pela fórmula "vem ouvir, que disse Rabi Yehoshua ben Levi" — mas o texto é cortado antes de citar o próprio ensinamento. A continuação, conforme o fluxo da sugya (retomado logo no início de Shabat 23a), trata de uma lamparina de vidro (assashit) que fica acesa o dia inteiro, e que, à saída do Shabat, a pessoa apaga e reacende — um caso usado para testar se o ato de acender, isoladamente, já cumpriria a mitzvá de Chanucá mesmo sem a vela ter sido originalmente colocada com esse propósito. Essa prova, sua análise, e as demais discussões subsequentes sobre a obrigação da mulher e do viajante quanto à vela de Chanucá pertencem a Shabat 23a.