Há três tipos de tarbusim: o dos sangradores é impuro por pisadela. O sobre o qual se come é impuro por impureza de morto. E o das azeitonas é puro de tudo.
O tarbus é um utensílio de couro semelhante a uma caixa. O usado pelos sangradores (que extraíam sangue como tratamento) é grande, apto para sentar-se ou reclinar-se sobre ele, e por isso é impuro por pisadela. O tarbus sobre o qual se come, sendo utensílio de uso mas não destinado a assento, recebe apenas a impureza de morto. Já o couro usado para espremer as azeitonas não é considerado um utensílio dos que servem diretamente ao homem, e por isso permanece totalmente puro.
“Tarbus”: utensílio de couro; e aquele que está junto aos sangradores é feito para sentar-se sobre ele ou apoiar-se nele, e por isso é impuro por pisadela — e este princípio já foi explicado no capítulo vinte. E o couro que se faz para sacudir sobre ele as azeitonas não é um utensílio, e por isso não há nele impureza alguma.
Sobre “tarbusim”: utensílios de couro semelhantes a caixas. Sobre “dos sapparim (sangradores)”: os que extraem sangue. Sobre “é impuro por pisadela”: é grande e apto para assento ou para reclinar-se sobre ele. Sobre “sobre o qual se come”: é utensílio de uso. Sobre “e o das azeitonas”: com que se espremem as azeitonas — não é considerado utensílio dos que servem ao homem.