O daf abre respondendo à objeção que fechou 10a: a baraita das três zonas do bet-hamerchatz não contradiz Rav Adda bar Ahava, pois ele falava do banho propriamente dito, enquanto a baraita, ao negar leitura e tefilá mesmo na zona intermediária, trata na verdade do banheiro (bet-hakisse), que é diferente por ser repugnante — uma vez chamado de banheiro, o lugar é indigno mesmo para quem ali só está de passagem, mas o banho permanece apto para a tefilá até que a pessoa de fato entre para se banhar. Segue-se uma Tosefta que proíbe saudar com a palavra shalom dentro do banho, o que apoia o ensinamento de Rav Hamnuna em nome de Ulla, a partir do altar que Gidon chamou de "Hashem Shalom" — sendo Shalom um dos nomes de D-us. A Guemará objeta que, por essa lógica, também "heimanuta" (fidelidade, palavra usada para D-us como "o D-us fiel") deveria ser proibida no banheiro, mas Rav já havia permitido dizê-la ali; a resposta distingue: "fiel" é um adjetivo traduzido sobre D-us, mas não o nome próprio d'Ele, enquanto Shalom é o nome próprio mesmo. Em seguida, a Guemará traz, encadeados na mesma cadeia de transmissão (Rava bar Machseya, em nome de Rav Chama bar Guria, em nome de Rav), uma série de ensinamentos independentes: que quem dá um presente a outro deve avisá-lo, aprendido do próprio Shabat, que D-us mandou Moshé anunciar a Israel como um presente do Seu tesouro; daí o costume de avisar a mãe da criança que recebeu pão, com o sinal do óleo e do kohl (ou, por causa da preocupação com feitiçaria, da mesma comida); a objeção a partir do rosto brilhante de Moshé, que ele não percebeu, resolvida pela distinção entre o que costuma se revelar por si mesmo e o que não costuma, sendo a recompensa do Shabat algo que precisa ser anunciado mesmo que o próprio Shabat já fosse conhecido. Narra-se então o episódio de Rav Chisda, que guardava dois presentes sacerdotais de um boi prometidos a quem lhe trouxesse uma nova tradição em nome de Rav, e o diálogo com Rava bar Machseya sobre o valor da lã fina e as duas versões sucessivas do mesmo ensinamento. Seguem-se dois ensinamentos finais da mesma cadeia: que a pessoa nunca deve favorecer um filho entre os irmãos, aprendido do peso extra de lã que Yaakov deu a José e que desencadeou a descida ao Egito; e que a pessoa deve sempre procurar habitar em cidade de povoamento recente, cujos pecados são poucos, aprendido do pedido de Lot para fugir a Tzoar, com a análise da palavra "próxima" e a gematria de Rabi Avin comparando a idade de Tzoar à de Sodoma — encerrando o daf no meio do tema da tranquilidade de Sodoma, que prossegue em 11a.
O banheiro (bet-hakisse) é diferente, pois é repugnante (e por isso, uma vez chamado assim, o lugar todo se torna indigno para leitura e tefilá, ao contrário do banho, que só se torna impróprio quando a pessoa de fato começa a se banhar).
O daf abre resolvendo a objeção que fechara 10a. A baraita das três zonas do bet-hamerchatz parecia contradizer Rav Adda bar Ahava, pois em nenhuma delas se permitia expressamente rezar dentro do banho propriamente dito. A Guemará responde que, na verdade, a baraita não fala do banho (bet-hamerchatz), mas do banheiro (bet-hakisse) — um lugar categoricamente diferente, pois é repugnante por natureza: uma vez que um espaço é designado e chamado de banheiro, ele se torna indigno para leitura e tefilá em toda a sua extensão, mesmo nas zonas onde a pessoa ainda está vestida. Já o banho comum permanece apto para a tefilá enquanto a pessoa ainda não entrou de fato para se banhar — é somente o ato do banho, e não a mera designação do espaço, que o torna impróprio. Assim, a permissão de Rav Adda bar Ahava de rezar no bet-hamerchatz refere-se à zona externa, ainda vestida, antes do banho propriamente dito.
"O banheiro é diferente, pois é repugnante" — e um nome vergonhoso recai sobre ele; por isso temos dúvida quanto à sua mera designação (bastar chamá-lo assim para torná-lo impróprio, ao contrário do banho).
Ensinaram (na Tosefta): não há ali (no banheiro) saudação. Isso apoia (o ensinamento) de Rav Hamnuna em nome de Ulla, que disse: é proibido à pessoa dar shalom a seu companheiro dentro do bet-hamerchatz (banho), por causa do que se diz: "e chamou-o o Eterno de Shalom" (Juízes 6:24).
Continuando o tema, a Guemará traz uma Tosefta que ensina que não há saudação dentro do banheiro — o que serve de apoio ao ensinamento de Rav Hamnuna, transmitido em nome de Ulla, de que é proibido saudar o próximo com a palavra shalom dentro do banho, pois Shalom é um dos nomes de D-us, como se vê no versículo em que Gidon construiu um altar e o chamou de "Hashem Shalom" (o Eterno é Paz). Sendo Shalom um nome divino, seria desrespeitoso pronunciá-lo em um lugar indigno como o banho.
"E chamou-o" — Gidon chamou o Santo, bendito seja, (pelo nome) "Hashem Shalom".
Mas então, também "heimanuta" (fidelidade) deveria ser proibido dizer no banheiro, pois está escrito: "o D-us fiel" (Devarim 7:9)! E se disseres que é assim mesmo (que também é proibido), não disse Rava bar Machseya, em nome de Rav Chama bar Guria, em nome de Rav: é permitido dizer "heimanuta" no banheiro?! (Resposta:) ali (no caso de "fiel") o nome próprio d'Ele não é chamado assim, pois traduzimos (o versículo) como "D-us fiel" (um adjetivo); aqui (no caso de "shalom") o nome próprio d'Ele é chamado "Shalom", pois está escrito: "e chamou-o o Eterno de Shalom".
A Guemará levanta uma objeção: se Shalom é proibido no banho por ser nome de D-us, então "heimanuta" (fidelidade) também deveria ser proibida, já que a Torá chama D-us de "o D-us fiel". Mas isso contradiz um ensinamento já estabelecido de Rav (transmitido por Rava bar Machseya em nome de Rav Chama bar Guria) de que é permitido dizer "heimanuta" no banheiro. A Guemará resolve a dificuldade distinguindo os dois casos: "fiel" é apenas um adjetivo qualificando D-us — como se traduz, "D-us fiel" — mas não é, em si, um nome próprio d'Ele; já "Shalom", como se vê no versículo de Gidon, é usado como nome próprio de D-us mesmo, e não como mero atributo. Por isso apenas "Shalom" é proibido no banho e no banheiro, mas "heimanuta" continua permitido.
"Heimanuta" — mencionar (a palavra) fidelidade dentro do banheiro.
E disse Rava bar Machseya, (que) disse Rav Chama bar Guria, (que) disse Rav: quem dá um presente a seu companheiro precisa avisá-lo (que lho deu), pois se diz: "para saber que Eu sou o Eterno que os santifica" (Shemot 31:13). Também se ensinou assim (numa baraita): "para saber que Eu sou o Eterno que os santifica" — disse o Santo, bendito seja, a Moshé: um bom presente tenho em Minha casa de tesouros, e Shabat é seu nome, e Eu quero dá-lo a Israel; vai e avisa-os. Daqui disse Rabban Shimon ben Gamliel: quem dá pão a uma criança precisa avisar a mãe dela. O que se faz a ela (à criança, para que a mãe saiba)? Disse Abaie: esfrega-se nela óleo, e enche-se (a região dos olhos) de kohl. E agora que nos preocupamos com feitiçarias, o que (se faz)? Disse Rav Papa: esfrega-se nela (comida) do mesmo tipo (que se deu a comer).
Aproveitando a mesma cadeia de transmissão (Rava bar Machseya, em nome de Rav Chama bar Guria, em nome de Rav), a Guemará traz um ensinamento independente sobre presentes: quem dá um presente a outra pessoa deve avisá-la de que está dando, e não apenas entregá-lo silenciosamente — pois assim se aprende do próprio Shabat, que D-us mandou Moshé anunciar formalmente a Israel como um presente especial guardado em Seu tesouro. O anúncio evita que o beneficiário se envergonhe ao recebê-lo sem saber sua origem, e faz com que aprecie devidamente o presente e quem o deu. Daí Rabban Shimon ben Gamliel deriva que também quem dá pão a uma criança deve avisar a mãe dela, para que ela saiba que o filho comeu e não fique preocupada, e para que agradeça a quem deu. Como avisar sem palavras (já que a criança pode não conseguir explicar)? Abaie sugere um sinal visível — óleo e kohl ao redor dos olhos — que levará a mãe a perguntar e a criança a contar quem lhe deu. Rav Papa atualiza a prática para uma época de maior preocupação com feitiçaria (marcas estranhas no corpo de uma criança poderiam ser suspeitas de bruxaria): melhor esfregar nela um pouco da própria comida que se deu, como sinal discreto e inofensivo.
"Precisa avisá-lo" — (dizendo:) "tal presente te darei", e isso é um modo de honra, pois talvez (o outro) se envergonhe de recebê-lo (sem aviso); e com isso se resolve com palavras, e ele não se envergonha do assunto. E do mesmo modo, se (o presente) foi dado em sua casa sem seu conhecimento, é preciso avisá-lo de que veio por sua mão (de quem deu), para que assim venha a amá-lo.
"Para saber que Eu sou o Eterno", etc. — para avisá-los (diz D-us): Eu venho, pois quero santificá-los.
"Esfrega-se nela óleo" — esfrega-se (a criança) com óleo entre os olhos, coisa visível, para que a mãe pergunte quem fez isso, e a criança lhe diga: "fulano fez, e também me deu pão".
"E enche-se de kohl" — coloca-se kohl ao redor de seu olho; e assim é sua expressão no Talmud.
"Feitiçarias" — para que não se suspeite de que ele (a criança) foi enfeitiçado.
Seria assim (que sempre é preciso avisar)?! E não disse Rav Chama bar Rabi Chanina: quem dá um presente a seu companheiro não precisa avisá-lo, pois se diz: "e Moshé não sabia que a pele de seu rosto brilhava, ao falar com Ele" (Shemot 34:29) (ou seja, D-us lhe deu esse presente sem avisá-lo)?! (Resposta:) não há dificuldade: este (caso, em que não é preciso avisar) é de algo que costuma se revelar por si mesmo; aquele (caso, em que é preciso avisar) é de algo que não costuma se revelar por si mesmo. Mas o Shabat, não costuma se revelar (por si mesmo, sendo conhecido de todos)? (Resposta:) a entrega de sua recompensa (a bênção especial do dia) não costuma se revelar.
A Guemará traz uma objeção contra o próprio ensinamento de Rav: Rav Chama bar Rabi Chanina havia ensinado o oposto, que quem dá um presente não precisa avisar, trazendo prova do rosto de Moshé, que brilhava após ele falar com D-us no Sinai sem que ele próprio soubesse disso. A Guemará resolve a contradição distinguindo dois tipos de presente: quando o presente é algo que, por sua própria natureza, tende a se revelar por si mesmo com o tempo (como o brilho no rosto de Moshé, que logo seria percebido por todos), não há necessidade de avisar antecipadamente; mas quando o presente é algo que não tende a se revelar sozinho, é necessário avisar, para que o beneficiário saiba o que recebeu e de quem. A Guemará então questiona: mas o próprio Shabat não é algo já conhecido e revelado a todos, sendo um dos Dez Mandamentos? Por que então seria necessário avisar Israel sobre ele especificamente? A resposta é que não é o Shabat em si que precisava ser anunciado (isso já era sabido), mas sim a recompensa e a santidade especiais atribuídas a ele como presente — esse aspecto particular não se revelaria por si só, e por isso precisava ser comunicado.
"Se revelar" — quem lho deu.
"A entrega de sua recompensa", etc. — e Ele (D-us) os avisou, por meio de Moshé, oralmente, qual era sua recompensa.
Rav Chisda tinha em sua mão dois presentes (sacerdotais) de um boi (o braço e a queixada e o estômago que se dão ao kohen). Disse: todo aquele que vier e me disser uma tradição nova em nome de Rav, eu lha darei. Disse-lhe Rava bar Machseya: assim disse Rav: quem dá um presente a seu companheiro precisa avisá-lo, pois se diz: "para saber que Eu sou o Eterno que os santifica". (Rav Chisda) deu-lha (o presente, a Rava bar Machseya). Disse (Rav Chisda): são tão queridos para ti os ensinamentos de Rav, assim tanto? Disse-lhe: sim. Disse-lhe (Rav Chisda): eis o que disse Rav: "a lã fina é preciosa para os que a vestem (costumam usá-la)". Disse-lhe (Rava bar Machseya): Rav disse isso?! A última (versão) é preferível para mim mais que a primeira, e se eu tivesse outro (presente) em mãos, eu to daria.
A Guemará narra um episódio ilustrando na prática o próprio ensinamento recém-citado. Rav Chisda, que era kohen, guardava em mãos dois presentes sacerdotais retirados de um boi, prometendo-os a quem lhe trouxesse uma tradição nova em nome de Rav. Rava bar Machseya se apresenta e relata precisamente o ensinamento sobre a necessidade de avisar ao dar um presente — o que serve, ironicamente, de prova viva do próprio ensinamento, pois Rav Chisda já estava avisando a todos, publicamente, sobre o presente que daria. Rav Chisda entrega-lhe os presentes, e então, testando seu apreço pelos ensinamentos de Rav, pergunta se eles lhe são assim tão queridos; ao ouvir que sim, revela-lhe outro dito de Rav — de que a lã fina só é apreciada por quem já está acostumado a vesti-la, uma metáfora sobre como apenas quem valoriza a qualidade percebe as sutilezas dos ensinamentos de Rav. Rava bar Machseya, encantado, declara que prefere esse segundo ensinamento ao primeiro, e lamenta não ter mais nenhum presente para lhe oferecer em troca.
"Tinha em mãos dois presentes de um boi" — um par: o braço, a queixada, e o estômago, que lhe foram dados (como kohen), e ele podia dá-los de comer a um israelita (comum).
"Nova" — que ele (Rav Chisda) ainda não tivesse ouvido.
"A lã fina é preciosa para os que a vestem" — o manto tem preço alto para quem está acostumado a vesti-lo; isto é, já que és discípulo de Rav e estás acostumado com seus ensinamentos, tu os buscas com afinco.
E disse Rava bar Machseya, (que) disse Rav Chama bar Guria, (que) disse Rav: nunca distinga a pessoa um filho seu entre os (demais) filhos, pois por causa do peso de dois selaim de lã fina que Yaakov deu a José a mais que aos demais filhos, seus irmãos tiveram ciúme dele, e o assunto se desenrolou, e nossos pais desceram ao Egito.
Mais um ensinamento independente da mesma cadeia de transmissão: a pessoa jamais deve distinguir ou favorecer um de seus filhos em relação aos irmãos, pois isso gera inveja e discórdia grave. A prova vem do relato de Yaakov e José: apenas por causa do peso de dois selaim a mais de lã fina que Yaakov usou para presentear José com a túnica colorida — uma diferença de tratamento aparentemente pequena — os irmãos de José se enciumaram dele, o que desencadeou toda a sequência de eventos que levou à venda de José e, por fim, à descida de toda a família aos Egito. O ensinamento serve de advertência prática sobre as consequências duradouras do favoritismo entre filhos, por menor que pareça o gesto.
"Peso de dois selaim" — não é dito com exatidão (literal); nos (escritos) dos discípulos de Rabenu Yitzchak Halevi encontrei: (quanto à) "túnica de listras", ao redor da bainha de sua manga (Yaakov) deu lã fina, e não em toda a túnica.
E disse Rava bar Machseya, (que) disse Rav Chama bar Guria, (que) disse Rav: sempre deve a pessoa buscar e habitar numa cidade cujo povoamento seja próximo (recente), pois, já que seu povoamento é próximo, seus pecados são poucos, conforme se diz: "eis que esta cidade está próxima para fugir para lá, e ela é pequena (Tzoar)" (Bereshit 19:20). O que (significa) "próxima"? Se dissermos: próxima em distância e pequena — mas isso (Lot e as filhas) já a viam! Antes (o sentido é): já que seu povoamento é próximo (recente), seus pecados são poucos (atenuados). Disse Rabi Avin: qual é o versículo (que prova a idade recente de Tzoar)? Pois está escrito: "escaparei para lá, por favor (na)". (A letra) "na" em guematria — vale cinquenta e um, e a de Sodoma (tinha) cinquenta e dois (anos). E a tranquilidade dela (de Sodoma)
O daf fecha com mais um ensinamento da mesma cadeia: a pessoa deve sempre procurar habitar em uma cidade de povoamento recente, pois seus habitantes ainda não tiveram tempo de acumular muitos pecados coletivos. A prova vem do pedido de Lot ao anjo, ao fugir da destruição de Sodoma, para que lhe fosse permitido refugiar-se em Tzoar, chamando-a de "próxima". A Guemará questiona o sentido da palavra "próxima": não pode significar simplesmente "próxima em distância e pequena em tamanho", pois isso já era visivelmente óbvio para Lot e as filhas, sem necessidade de ser dito ao anjo; portanto, deve significar que seu povoamento era recente, e por isso seus pecados ainda eram poucos — tornando-a um refúgio mais seguro que Sodoma. Rabi Avin traz apoio textual adicional a partir da palavra "na" (por favor) no pedido de Lot, cujo valor em guematria (as letras nun e alef somam cinquenta e um) indica que Tzoar tinha cinquenta e um anos de existência, um ano a menos que Sodoma, que tinha cinquenta e dois — confirmando que Tzoar era, de fato, mais recentemente povoada. O daf termina em aberto no início do tema da "tranquilidade" atribuída a Sodoma, que a Guemará prossegue a discutir em 11a.
"Seu povoamento é próximo" — que se estabeleceram nela recentemente, isto é, uma cidade nova.
"Que é próxima" (no sentido de distância) — para fugir para lá.
"E pequena" — e não precisais insistir (perante o anjo) quanto à sua preservação (por ser insignificante).
"Isso já viam" — (se o sentido fosse distância e tamanho), por que precisaria dizer isso a eles (aos anjos, já que era evidente aos olhos)?
"Seu povoamento é próximo" (no sentido de recente) — Sodoma a precedeu em um ano, conforme se explica (a seguir) que Sodoma (tinha) cinquenta e dois (anos); pois certamente os construtores da torre estavam na terra de Shinar, e não havia povoamento no mundo senão naquele vale, conforme está escrito: "e toda a terra era de uma só língua", etc., "e foi ao partirem do oriente"; e dali se espalharam para outros lugares quando se dispersaram, e construíram para si cidades; e desde que se dispersaram até que Sodoma foi destruída não passaram mais que cinquenta e dois anos.