O daf abre concluindo a linha de raciocínio do final do daf anterior: a Guemará apresenta o restante do mnemônico מחפ״ז das estringências próprias da teruma — que ela não tem resgate e é proibida aos estranhos — e conclui que essas estringências são "numerosas" o bastante para tornar plausível que fosse o sagrado, e não a teruma, a categoria excluída pelo verso "dela". Uma nova réplica surge em nome de outra opinião: o sagrado é de todo modo mais estrito, pois acarreta a pena de caret (extirpação), e por isso Rav Nachman bar Yitzchak propõe uma fonte diferente, a partir do verso "tu lhe darás" (Deuteronômio 18:4), lido como "a ele" e não "a seu fogo" — do qual se infere, por exclusão, que o grão de fato pode ser destinado à queima quando impuro. A Guemará então passa a tratar da Mishná de Rabi Yishmael, que proíbe acender a vela de Shabat com óleo de bálsamo, e Rava explica que o receio é o mau cheiro forte, que poderia levar alguém a deixar a casa (e o estudo da Torá que nela ocorre) em busca de ar puro — ao que Abaye replica "e que saia!", e Rava responde que acender a vela de Shabat é, para ele, uma obrigação, não uma mera faculdade, citando o ensinamento de Rav sobre a obrigação de acender a vela e a faculdade de lavar mãos e pés em água quente às vésperas de Shabat. Segue-se o costume de honra de Rabi Yehudá bar Ilai, que se banhava e se vestia elegantemente todas as vésperas de Shabat, envolvendo-se em lençóis com franjas — costume que gera uma disputa lateral sobre a obrigação de tzitzit em lençóis de linho puro, entre Bet Shamai (que isenta, por causa da proibição de sha'atnez) e Bet Hilel (que obriga, por exegese de versos adjacentes), com os próprios discípulos de Rabi Yehudá receando usar lençóis com franjas por temerem que fossem, na verdade, vestes noturnas. A Guemará então interpreta o verso de Eichá (Lamentações 3:17) "e minha alma se afastou da paz, esqueci o bem" à luz de cinco opiniões diferentes — de Rabi Abahu, Rabi Yirmeya, Rabi Yochanan, Rabi Yitzchak Napacha e Rabi Abba — cada uma identificando o "bem" perdido com um prazer doméstico distinto: a vela de Shabat, a casa de banho, a lavagem de mãos e pés em água quente, uma cama bela com belos utensílios, e uma cama arrumada com esposa adornada para os sábios. Uma baraita então pergunta quem é considerado rico, com quatro opiniões (Rabi Meir, Rabi Tarfon, Rabi Akiva, Rabi Yosei) resumidas no mnemônico מטק״ס. O daf fecha com a baraita de Rabi Shimon ben Elazar, que proíbe acender a vela de Shabat com bálsamo (צֳרִי), por causa de seu cheiro forte, temendo-se que alguém experimente do óleo enquanto arde.
(Concluindo o mnemônico Mach"f Z iniciado no final do daf anterior:) E não tem resgate (a teruma não pode ser redimida e transformada em objeto comum, como pode certo sagrado), e é proibida aos estranhos (não sacerdotes, para sempre — diferente de certo sagrado, que se torna permitido aos estranhos após a aspersão do sangue). Essas (estringências da teruma) são numerosas.
A Guemará completa o mnemônico Mach"f Z com suas duas últimas estringências: a teruma, ao contrário de certos objetos sagrados (como um animal consagrado que sofreu um defeito antes do abate, que pode ser resgatado e voltar a ser um objeto comum), não tem resgate — uma vez separada como teruma, permanece nessa condição para sempre, sem poder ser "convertida" de volta; e é proibida aos estranhos (não sacerdotes) permanentemente, diferentemente de certos sagrados leves (como o dízimo de animal, a oferenda de agradecimento e as pazes) que se tornam permitidos a estranhos depois da aspersão do sangue no altar. Rashi explica que "não tem resgate" significa não poder ser retirada de sua condição para se tornar hulin (objeto comum), embora haja sagrado que pode ser resgatado — por exemplo quando o animal sofreu um defeito físico antes do abate; e "proibida aos estranhos" significa que, diferentemente de certo sagrado permitido a estranhos após a aspersão do sangue (como o dízimo de animal, a oferenda de agradecimento e as pazes), a teruma nunca se torna permitida a quem não é sacerdote. Diante dessas estringências "numerosas" da teruma, a Guemará conclui que, afinal, é razoável que a exclusão do verso "dela" recaia sobre ela mesma — e não sobre o sagrado —, confirmando a permissão original de tirar proveito do óleo de teruma impura ao queimá-la.
"E não tem resgate" — para retirá-la (de sua condição) a (objeto) comum; mas há sagrado que é resgatado, por exemplo quando (o animal) sofreu um defeito antes do abate.
"E é proibida aos estranhos" — para sempre; mas há sagrado que é permitido aos estranhos depois da aspersão (do sangue), como o dízimo de animal, a (oferenda de) agradecimento e as pazes.
"Essas são numerosas" — em nome (isto é, em número de estringências elencadas).
E, se quiseres, dize (uma réplica mais direta à objeção anterior): o sagrado é (de todo modo) mais estrito, pois é penalizado com caret (o que a teruma, cuja pena é apenas morte pelas mãos do Céu, não tem — por isso o sagrado permanece, com razão, dentro da proibição, e é a teruma que o verso exclui). Rav Nachman bar Yitzchak disse, (explicando que) disse o verso (Deuteronômio 18:4, sobre a primícia do grão dada ao sacerdote): "tu lhe darás" (תִּתֵּן לוֹ). "A ele" — e não a seu fogo (não para queimá-lo). Por exclusão, (quando impuro), ele (o grão) é apto a seu fogo (pode ser queimado com proveito).
A Guemará resolve o debate com uma réplica direta: ainda que a teruma tenha várias estringências próprias, o sagrado continua sendo objetivamente mais estrito, pois é o único a acarretar a pena de caret (extirpação) para quem o come em estado de impureza — enquanto a teruma acarreta apenas a pena de morte pelas mãos do Céu. Por essa estringência adicional, é razoável que o sagrado permaneça dentro da proibição geral, e que seja a teruma a categoria explicitamente excluída pelo verso "dela". Rav Nachman bar Yitzchak então oferece uma terceira fonte bíblica, independente das anteriores, para a mesma permissão de queimar com proveito a teruma impura: o verso sobre a primícia do grão (reishit dagan), "tu lhe darás", é lido de modo restritivo — "a ele", isto é, ao sacerdote para seu consumo, e não "a seu fogo", ou seja, não como destinação primária à queima. Dessa exclusão explícita infere-se, por implicação inversa, que quando o grão se torna impuro (e portanto impróprio para consumo pelo sacerdote), ele é, sim, apto e destinado à queima — com o proveito de seu calor permitido ao dono.
"Caret" — (essa estringência do sagrado) é preferível (mais decisiva), pois há nela (duas) estringências: seus dias são extirpados, e ele fica sem descendência.
"A primícia de teu grão, tu lhe darás" — e não a seu fogo. Daqui (se aprende) que não se separa (teruma) do (grão) impuro sobre o puro, pois está escrito "tu lhe darás" — algo apto para ele (o sacerdote) comer, e não para dar a seu fogo, para queimá-lo; e, visto que foi necessário excluir (isso explicitamente), por exclusão (infere-se que, quando impuro,) ele é apto a seu fogo, para a queima.
"Rabi Yishmael diz (que não se acende com bálsamo)..." (citação do início da Mishná do capítulo, cuja continuação virá adiante). Qual é a razão? Disse Rava: por seu cheiro ser ruim (forte), (há) um decreto (preventivo, pelo receio de) que (alguém) a deixe (a vela acesa sozinha) e saia (de casa, buscando ar mais puro, violando assim a proibição de deixar uma vela acesa desacompanhada em Shabat). Disse-lhe Abaye: e que saia! (Qual o problema nisso?) Disse-lhe (Rava): porque eu digo que acender a vela de Shabat é obrigação (e, saindo, ele deixaria de cumpri-la, ou a vela ficaria acesa sem que ele desfrutasse dela). Pois disse Rav Nachman bar Rav Zavdá — e alguns dizem que disse Rav Nachman bar Ravá — (em nome) de Rav: acender a vela de Shabat é obrigação; lavar as mãos e os pés em água quente à noite (de vésperas de Shabat) é faculdade. E eu digo: é mitzvá.
A Guemará passa a discutir a Mishná do início do capítulo (citada aqui apenas por seu início, "Rabi Yishmael diz..."), que lista óleos com os quais não se deve acender a vela de Shabat, incluindo o óleo de bálsamo. Rava explica que a razão é o cheiro forte e desagradável do bálsamo quando queimado: teme-se que alguém, incomodado, deixe a vela acesa e saia de casa — o que é proibido, pois uma vela acesa sem vigilância representa risco de incêndio. Abaye objeta: por que não permitir que ele simplesmente saia, sem que isso implique proibir o próprio óleo? Rava responde que, para ele, acender a vela de Shabat não é uma mera conveniência que se possa abandonar, mas uma obrigação (chová) — e por isso não se pode permitir uma situação que levaria à sua interrupção ou ao abandono da casa (e do estudo de Torá que nela ocorre) por causa do mau cheiro. Rava cita o ensinamento de Rav (transmitido por dois nomes alternativos de transmissores) que distingue: acender a vela de Shabat é obrigação, mas lavar mãos e pés em água quente na noite de vésperas de Shabat é apenas uma faculdade — Rava, porém, eleva esta última também ao nível de mitzvá.
"Acender a vela em Shabat" — (explicação da obrigação: refere-se ao caso de alguém) que não tem com quê acender (e deve, ainda assim, priorizar isso); pois no lugar onde não há vela não há paz — que (a pessoa) tropeça e anda na escuridão.
"E saia" — que importa (isso) para nós?
"Obrigação" — é honra de Shabat, pois não há refeição importante (digna) senão em lugar de luz, semelhante ao dia, como (se ensina) no último capítulo de Yomá (75b).
"Lavagem de mãos e pés" — à noite, na noite de Shabat.
O que (significa dizer que é) mitzvá? Pois disse Rav Yehudá (em nome) de Rav: assim era o costume de Rabi Yehudá bar Ilai: às vésperas de Shabat traziam-lhe uma bacia cheia de água quente, e ele lavava seu rosto, suas mãos e seus pés, e se envolvia (em vestes de honra), e se sentava (vestido) em lençóis com franjas (tzitzit), e se assemelhava a um anjo do Senhor dos Exércitos. E seus discípulos escondiam dele as pontas de suas próprias vestes (por não terem lençóis com franjas, e temerem constrangê-lo ou parecerem em desacordo). Disse-lhes (Rabi Yehudá bar Ilai): meus filhos, não foi assim que vos ensinei? Lençol com tzitzit — Bet Shamai isentam (da obrigação de franjas, por ser de linho, o que constituiria mistura proibida com a lã azul do tzitzit), e Bet Hilel obrigam — e a lei é segundo as palavras de Bet Hilel. Mas eles (os próprios discípulos) pensavam (que havia razão para receio, por) um decreto por causa de vestes noturnas (temendo que o lençol usado de dia fosse confundido com um usado à noite, isento de tzitzit).
A Guemará ilustra a mitzvá de honrar o Shabat com o costume relatado de Rabi Yehudá bar Ilai, que se preparava com esmero especial nas vésperas de Shabat: um banho completo de rosto, mãos e pés em água quente, seguido de vestes elegantes — envolvendo-se especificamente em lençóis brancos de linho com franjas de tzitzit, um hábito que lhe dava, aos olhos da Guemará, uma aparência quase angelical. Seus próprios discípulos, por não possuírem lençóis com franjas, escondiam as pontas de suas vestes comuns diante dele, talvez por vergonha ou por dúvida sobre a prática correta. Rabi Yehudá bar Ilai então lhes recorda o próprio ensinamento que lhes havia transmitido: há uma disputa entre Bet Shamai e Bet Hilel sobre se um lençol de linho puro está obrigado no mandamento de tzitzit (que tecnicamente deveria incluir fios de lã tingida de azul-celeste, criando uma mistura de linho e lã — sha'atnez — normalmente proibida, mas permitida especificamente para tzitzit por exegese de versos adjacentes). Bet Shamai isenta o linho, por não aceitar essa exegese; Bet Hilel obriga, e a lei segue Bet Hilel. Ainda assim, seus discípulos temiam uma razão adicional de cautela rabínica: que tais lençóis, usados de dia, pudessem ser confundidos com vestes de uso noturno (que estão isentas de tzitzit, pois o mandamento vale apenas de dia), levando a um uso indevido.
"Em lençóis com franjas" — lençóis de linho, e neles franjas de techelet (lã tingida de azul), (o que constitui) mistura proibida (sha'atnez), exceto que é permitido pela Torá, pois interpretamos (por) justaposição (dos versos): "não vestirás sha'atnez", "franjas farás para ti" (Menachot 39a).
"Escondiam dele as pontas de suas vestes" — pois tinham lençóis que não eram (providos) de franjas.
"Bet Shamai isentam" — e ainda que (o mandamento de) tzitzit seja obrigatório em todas as vestes que a pessoa tem, mesmo guardadas numa caixa, estes (lençóis) de linho são isentos, pois (o uso da lã junto ao linho constitui) mistura proibida, e o Misericordioso não a permitiu (nesse caso, segundo Bet Shamai), que não interpretam (por) justaposição.
"E Bet Hilel obrigam" — pois interpretam (por) justaposição.
"Mas eles pensavam" — (os discípulos), que (se abstinham, e assim de certo modo) proibiam (o uso de tais lençóis para si), pensavam: ainda que a lei seja segundo Bet Hilel, e (o uso) seja obrigatório pela Torá, ainda assim (os Sábios) decretaram a respeito por causa de vestes noturnas — receando que alguém tivesse uma veste destinada especificamente às noites, e nela colocasse tzitzit, e se encontrasse vestindo mistura proibida fora do lugar de mitzvá, pois veste noturna não está obrigada em tzitzit, como está escrito "e o vereis" (implicando visibilidade diurna). E em Yevamot se objeta: acaso um tribunal pode decretar para desarraigar algo da Torá, isentando quem está obrigado? E se responde: abster-se (de um ato, sem transgressão ativa,) é diferente.
"E minha alma se afastou da paz, esqueci o bem" (Lamentações 3:17). O que (significa) "e minha alma se afastou da paz"? Disse Rabi Abahu: esta é a vela de Shabat (cuja falta, no exílio, tirou a paz da alma de Israel). "Esqueci o bem" — disse Rabi Yirmeya: esta é a casa de banho. Disse Rabi Yochanan: esta é a lavagem de mãos e pés em água quente. Rabi Yitzchak Napacha disse: esta é uma cama bela e belos utensílios sobre ela. Rabi Abá disse: esta é uma cama arrumada e uma esposa adornada, para os discípulos dos sábios.
A Guemará interpreta homileticamente o verso de Lamentações que descreve a perda da paz e do bem no contexto da destruição do Templo e do exílio, associando-o a cinco prazeres domésticos concretos cuja falta simbolizaria essa perda: Rabi Abahu identifica "afastou-se da paz" com a ausência da vela de Shabat (cuja luz traz paz ao lar); Rabi Yirmeya identifica "esqueci o bem" com a falta de uma casa de banho adequada; Rabi Yochanan, com a impossibilidade de lavar mãos e pés em água quente; Rabi Yitzchak Napacha, com a perda de uma cama bela e utensílios refinados; e Rabi Abá, com a falta, especificamente para os discípulos dos sábios, de uma cama arrumada com uma esposa adornada para recebê-los. As cinco interpretações, lidas em conjunto, retomam e reforçam os mesmos temas de honra e conforto do lar já discutidos a respeito do costume de Rabi Yehudá bar Ilai e da obrigação de acender a vela de Shabat.
Ensinaram os Sábios (numa baraita): quem é rico? Todo aquele que tem satisfação em sua riqueza — palavras de Rabi Meir. Sinal (mnemônico das iniciais dos quatro Sábios): Me"t Ka"s. Rabi Tarfon diz: todo aquele que tem cem vinhas, cem campos e cem escravos que trabalham neles. Rabi Akiva diz: todo aquele que tem uma esposa bela em atos (de boa conduta). Rabi Yosei diz: todo aquele que tem um banheiro perto de sua mesa (de sua casa, por conveniência).
A baraita traz quatro definições diferentes de riqueza, cada uma refletindo uma escala de valor distinta. Rabi Meir define riqueza subjetivamente, como satisfação com o que se tem, independentemente da quantidade. Rabi Tarfon oferece uma definição objetiva e material, em termos de propriedades produtivas (cem vinhas, campos e trabalhadores). Rabi Akiva desloca a definição para o âmbito relacional, valorizando uma esposa de boa conduta acima de bens materiais. E Rabi Yosei, retomando o tom prático da discussão anterior sobre conforto doméstico, define riqueza como a conveniência simples de ter um banheiro próximo — evitando o desconforto de precisar se afastar da mesa. O mnemônico Me"t Ka"s resume as iniciais dos nomes dos quatro tanaítas citados (Meir, Tarfon, Akiva, Yosei) na ordem em que aparecem.
"Quem é rico" — a consequência prática (desta pergunta) é (saber) a quem se deve dar trabalho de se esforçar em recitar palavras (de estudo, ou de honraria social correspondente à riqueza).
"Satisfação em sua riqueza" — alegra-se com sua porção, seja pouca, seja muita.
"Que trabalham neles" — nos campos, (realizando) o trabalho de que necessitam.
Foi ensinado (numa baraita): Rabi Shimon ben Elazar diz: não se acende (a vela de Shabat) com bálsamo (tzori). Qual é a razão? Disse Rabá: por seu cheiro ser (muito) difundido (forte e agradável, ao contrário do óleo do início do capítulo, cujo cheiro era ruim), (há) um decreto (preventivo, pelo receio de) que (alguém) experimente dele (tirando um pouco do óleo que arde, o que constituiria um uso proibido da vela em Shabat). Disse-lhe Abaye (a continuação da réplica de Abaye prossegue no início do daf seguinte).
O daf fecha com uma nova baraita, agora em nome de Rabi Shimon ben Elazar, proibindo especificamente acender a vela de Shabat com óleo de bálsamo (tzori) — uma substância aromática valiosa, cujo cheiro é forte e, ao contrário do óleo mencionado no início do capítulo (cujo problema era o mau cheiro), agradável e difundido. Rabá explica a razão da proibição: precisamente por seu aroma atraente, há um receio de que alguém, tentado pelo cheiro, retire um pouco do óleo ainda aceso para uso próprio (por exemplo, como perfume), constituindo assim um uso indevido da chama em Shabat (extinguindo parcialmente a vela ou usando-a para fim diferente da iluminação). A réplica de Abaye a este argumento — que retoma o padrão da disputa da primeira seção do daf — é introduzida aqui, mas seu conteúdo integral continua no início do daf seguinte (26a).
"Que experimente dele" — e foi ensinado numa Tosefta: quem coloca óleo na vela (em Yom Tov) é responsável por (transgredir a proibição de) acender (fogo), e quem (retira óleo dela para) experimentar é responsável por (transgredir a proibição de) apagar, (como se ensina) no tratado de Beitsá, na Guemará de Yom Tov (22a).