O daf abre concluindo a réplica de Abaye ao argumento de Rabá sobre por que não se acende a vela de Shabat com bálsamo: Rabá havia dito que se teme que alguém experimente do óleo perfumado enquanto arde; Abaye responde que o mesmo receio deveria então valer para o óleo de nafta, mencionado no início do capítulo — mas a razão ali dada foi diferente, "porque ele dissipa" (עָף), voando e grudando nas paredes da casa, criando risco de incêndio, e não o receio de que se experimente dele. A Guemará então relata um episódio ilustrativo do perigo do óleo de bálsamo: uma sogra que odiava sua nora mandou-a primeiro se perfumar com óleo de bálsamo e depois acender a vela — e o fogo, atraído pelo óleo em sua pele, saltou e a consumiu. Um verso de Yirmeyahu, sobre os "vinhateiros e lavradores" deixados na terra por Nevuzaradan, comandante da guarda babilônica, é então interpretado por Rav Yossef: os "vinhateiros" são os coletores de bálsamo de Ein Gedi a Ramatá, e os "lavradores" são os pescadores do molusco chilazon (fonte do tinte techelet) das escadas rochosas de Tzor a Cheifá. Uma nova baraita proíbe acender com tevel (produção agrícola da qual ainda não foram separados os dízimos e a teruma) impuro em dia de semana — e tanto mais em Shabat —, e a Guemará busca e encontra a fonte dessa proibição no verso "e eis que Eu te dei a guarda de Minhas terumot", lido como referindo-se tanto à teruma pura quanto à impura, ambas proibidas para uso antes do momento da separação. O daf então retoma o gufa (corpo do ensinamento) citado no daf anterior, com a baraita completa de Rabi Shimon ben Elazar sobre o tzori (identificado como resina das árvores de ketaf, e não fruto), seguida das posições sucessivas de Rabi Yishmael (nada que saia da árvore), Rabi Yishmael ben Beroka (apenas o que sai do fruto) e Rabi Tarfon (unicamente azeite de oliva) — e da veemente objeção de Rabi Yochanan ben Nuri, que se levanta para perguntar o que fariam os habitantes da Babilônia, da Média, de Alexandria e da Capadócia, cada um limitado a seu próprio óleo local, concluindo que a proibição da Mishná se limita exatamente aos óleos ali listados. O daf fecha admitindo o azeite de peixe e o alcatrão, acrescentando as posições de Rabi Shimon Shizuri (óleo de sementes de pepino selvagem e nafta) e de Sumchus (tudo que sai da carne, exceto óleo de peixe), com a pergunta se Sumchus concorda com o primeiro tanna, e a baraita final de Rabi Shimon ben Elazar sobre o que sai da árvore não ter a medida de três por três para receber impureza, podendo servir de cobertura para a sucá — com exceção do linho, cujo tratamento prossegue no início do daf seguinte (26b).
(Continuando a réplica de Abaye ao argumento de Rabá, iniciada no final do daf anterior:) Que diga o Mestre (Rabá, então, que a mesma razão vale para a nafta): porque ela dissipa (e não por receio de que se experimente dela)! (Rabá responde que há) uma razão e outra (duas razões distintas, cada uma aplicável a seu caso): uma — porque (a nafta) dissipa (voando e aderindo às paredes da casa, criando risco de incêndio); e outra — (quanto ao bálsamo, há) um decreto (preventivo, pelo receio de) que (alguém) experimente dele.
Abaye retoma a discussão do final do daf anterior, onde Rabá havia explicado a proibição de acender com bálsamo (tzori) pelo receio de que alguém, atraído por seu cheiro forte e agradável, tirasse um pouco do óleo em chamas para uso próprio. Abaye objeta: essa mesma lógica não deveria then explicar também a proibição da nafta, já mencionada na Mishná do início do capítulo? Ali, porém, a razão dada fora diferente — que a nafta "dissipa" (עָף), isto é, evapora e se espalha, podendo aderir às paredes da casa e causar incêndio, um risco físico direto, e não uma questão de tentação a interromper a chama. Rabá responde que não há contradição: trata-se de duas razões distintas para duas proibições distintas — a nafta é proibida pelo risco de incêndio, e o bálsamo, por seu cheiro atraente, pelo risco de uso indevido da chama.
"Porque ela dissipa" — e adere às paredes da casa, e incendeia a casa.
Certa sogra que odiava sua nora disse-lhe: vai, adorna-te (perfuma-te) com óleo de bálsamo. Foi (a nora) e se adornou. Quando veio (de volta), disse-lhe (a sogra): vai, acende a vela. Foi (a nora) e acendeu a vela. Saltou nela o fogo e a consumiu.
A Guemará traz um episódio real e trágico como ilustração concreta do perigo prático por trás da proibição de acender com bálsamo: uma sogra que odiava a nora armou um plano de duas etapas, aparentemente inocentes em separado — primeiro, mandou-a perfumar-se com óleo de bálsamo (um gesto que poderia parecer um simples cuidado de beleza ou honra); depois, já com o óleo absorvido na pele ou nas roupas, mandou-a acender a vela de Shabat. O contato entre a chama e o óleo inflamável na pessoa fez o fogo saltar e consumi-la. O episódio funciona como prova viva de que o risco temido pelos Sábios — o de que o bálsamo, por sua composição resinosa e inflamável, represente um perigo real de queimadura ou incêndio — não era hipotético.
"Chamata" — sua sogra.
"Itlai shraga" — acende a vela.
"E dentre os pobres da terra deixou Nevuzaradan, comandante da guarda, para vinhateiros e para lavradores" (Jeremias 52:16). "Vinhateiros" — ensinou Rav Yossef: estes são os coletores de bálsamo, de Ein Gedi até Ramatá. "Lavradores" — estes são os pescadores do chilazon, das escadas de Tzor até Cheifá.
Ainda no tema do bálsamo, a Guemará traz uma interpretação de Rav Yossef sobre o verso de Yirmeyahu que descreve os poucos habitantes pobres deixados na terra de Israel por Nevuzaradan, o comandante da guarda babilônica, após a destruição do Primeiro Templo — descritos ali como "vinhateiros" e "lavradores". Rav Yossef explica que essas categorias não se referem à agricultura comum, mas a duas indústrias especializadas e valiosas da região: os "vinhateiros" eram na verdade os coletores do precioso óleo de bálsamo, cultivado na faixa que vai de Ein Gedi (junto ao Mar Morto) até Ramatá; e os "lavradores" eram os pescadores do molusco chilazon, fonte do tinte azul-celeste (techelet) usado no tzitzit, colhido ao longo das escadas rochosas da costa entre Tzor (Tiro) e Cheifá (Haifa). Essas indústrias eram valiosas o bastante para que os babilônios permitissem que seus trabalhadores especializados permanecessem na terra.
"Para vinhateiros" — linguagem de reunir (colher, empilhar), como "empilham sobre ele os utensílios", adiante, no capítulo de Rabi Akiva (Shabat 88b).
"Até Ramatá" — nome de um lugar.
"E para lavradores" — linguagem de (lagares,) pois espremem e rompem o chilazon para extrair seu sangue (tinta), como dissemos no capítulo Klal Gadol, adiante (Shabat 75a); e deixou-os Nevuzaradan para as vestes do rei.
"A escada de Tzor" — subida de montanha, e o caminho é estreito e alto, e a chamam poyaia.
Ensinaram os Sábios (numa baraita): não se acende (a vela) com tevel impuro (produção agrícola da qual ainda não se separaram os dízimos e a teruma, tornada impura) em dia útil, e tanto mais não é preciso dizer (que não se acende com ele) em Shabat. Semelhante a isso: não se acende com nafta branca em dia útil, e tanto mais não é preciso dizer em Shabat. Está bem (explicada a proibição) da nafta branca — porque ela dissipa; mas o tevel impuro, qual é a razão (de sua proibição)?
A Guemará traz uma nova baraita que estende a discussão da vela de Shabat para além dos óleos já discutidos, tratando agora do óleo extraído de tevel impuro — isto é, de frutos ou grãos ainda não dizimados (dos quais não foram separadas teruma e os dízimos obrigatórios), que além disso se tornaram ritualmente impuros. A baraita proíbe usar tal óleo para acender mesmo em dia comum de semana, e evidentemente também em Shabat, comparando-o à proibição, já conhecida, da nafta branca em dia útil. Mas, enquanto a proibição da nafta se explica facilmente pelo mesmo motivo físico já discutido (o risco de incêndio, por ela "dissipar" e grudar nas paredes), a proibição do tevel impuro carece de explicação — pois não há nele o mesmo risco físico. A Guemará passa então a buscar sua fonte e razão.
"Não se acende com tevel impuro" — e tanto mais (não se acende) com (tevel) puro; e adiante (a Guemará) explica a razão.
Disse o verso (Números 18:8): "e Eu, eis que te dei a guarda de Minhas terumot". De duas terumot fala o verso (no plural, "Minhas terumot"): uma, a teruma pura, e outra, a teruma impura. Assim como (quanto à) teruma pura não tens (direito a usá-la) senão a partir do momento da separação (e não antes, enquanto ainda era tevel), também (quanto à) teruma impura não tens (direito a usá-la, mesmo para queima) senão a partir do momento da separação.
A Guemará encontra a fonte da proibição no verso sobre a guarda das terumot dado a Aharon, que emprega a palavra "terumotai" (Minhas terumot) no plural, sugerindo duas categorias distintas: a teruma pura e a teruma impura. A partir dessa dualidade, a Guemará estabelece uma equivalência (gezerá shavá implícita): assim como a teruma pura só pode ser usufruída — comida pelo sacerdote — a partir do momento exato em que é formalmente separada do tevel (e não antes, enquanto ainda faz parte da massa comum não dizimada), da mesma forma a teruma impura só pode ser usufruída — mesmo que apenas para queima, como discutido nos dafim anteriores — a partir do momento de sua separação formal. Antes disso, enquanto ainda é tevel (mesmo já impuro), seu uso, incluindo para acender a vela, permanece proibido. Esta é a fonte que faltava para a proibição da baraita citada no beat anterior.
"Assim como a teruma pura" — que é para (ser) comida, não tens (direito) a ela senão a partir do momento da separação e daí em diante, e antes disso é proibida, pois é tevel, (sujeito) à pena de morte para quem o come; também a teruma impura, ainda que não a comas, mas (apenas) a queimes, é proibido queimá-la enquanto ainda em seu estado de tevel.
(Voltando ao) corpo (do ensinamento citado no daf anterior:) Rabi Shimon ben Elazar diz: não se acende com tzori (bálsamo). E assim também dizia Rabi Shimon ben Elazar: o tzori não é senão resina das árvores de ketaf. Rabi Yishmael diz: tudo o que sai da árvore, não se acende com ele. Rabi Yishmael ben Beroká diz: não se acende senão com o que sai do fruto. Rabi Tarfon diz: não se acende senão com azeite de oliva somente.
A Guemará retoma, com a fórmula técnica gufa ("o corpo", indicando o retorno ao texto integral de uma baraita citada anteriormente de forma resumida), a lista completa das opiniões tanaíticas sobre quais óleos são aptos para a vela de Shabat. Rabi Shimon ben Elazar reafirma sua proibição do tzori, e acrescenta uma nota lexical: o tzori não é, tecnicamente, o fruto de uma árvore, mas a resina (seiva endurecida) das árvores chamadas ketaf — o que tem implicações práticas discutidas no beat seguinte, sobre a Sucá. Rabi Yishmael propõe uma regra ainda mais ampla e restritiva: nenhum óleo que provenha de qualquer parte de uma árvore (incluindo a resina) serve para a vela de Shabat. Rabi Yishmael ben Beroká restringe ainda mais, exigindo que o óleo saia especificamente do fruto da árvore (excluindo cascas, resinas e sementes não frutíferas). E Rabi Tarfon vai ao extremo, permitindo apenas o azeite de oliva — a opinião mais restritiva de todas, que será desafiada no beat seguinte.
"Não se acende com tzori" — como se explicou acima, e ainda, como (a baraita) ensina e prossegue, pois (o tzori) não vem do fruto, mas da árvore, mera resina, e é como piche, e não se estende (bem à mecha; e há) outra explicação: "e assim também dizia Rabi Shimon ben Elazar..." — não é (que esteja) dando a razão de sua própria afirmação, mas está dizendo assim: e ainda dizia (ele) outra coisa a respeito do tzori.
"Árvores de ketaf" — assim é seu nome.
"Do fruto" — para excluir óleo de peixe, alcatrão e tzori.
Levantou-se Rabi Yochanan ben Nuri sobre seus pés e disse: o que farão os habitantes da Babilônia, que não têm senão óleo de gergelim? E o que farão os habitantes da Média, que não têm senão óleo de nozes? E o que farão os habitantes de Alexandria, que não têm senão óleo de rabanetes? E o que farão os habitantes da Capadócia, que não têm nem isto nem aquilo, senão nafta? Mas (a resposta é): não tens (nada a proibir) senão o que disseram os Sábios (explicitamente): "não se acende (com estes)" (isto é, a lista da Mishná é taxativa em suas proibições, não em suas permissões — e todos os demais óleos não mencionados são permitidos).
Rabi Yochanan ben Nuri levanta-se com veemência (a expressão "sobre seus pés" indica a força de sua objeção) contra a posição extremamente restritiva de Rabi Tarfon, que permitiria apenas o azeite de oliva. Ele argumenta a partir da realidade prática das diversas comunidades judaicas da diáspora: os babilônios só dispunham de óleo de gergelim, os medos de óleo de nozes, os alexandrinos de óleo de rabanetes, e os habitantes da Capadócia nem sequer tinham óleos vegetais alternativos, apenas nafta mineral. Seria impensável que essas comunidades inteiras ficassem sem meios de cumprir a mitzvá da vela de Shabat. A conclusão prática, adotada pela halachá, é que a Mishná do início do capítulo (que lista os óleos e pavios proibidos) deve ser lida como uma lista fechada e taxativa de proibições específicas — e não como uma lista aberta cuja permissão se limitasse ao que nela está explicitamente autorizado. Todo óleo não mencionado ali como proibido é, portanto, permitido.
E acende-se (também) com óleo de peixe e com alcatrão. Rabi Shimon Shizuri diz: acende-se com óleo de sementes de pakuot (pepino selvagem) e com nafta. Sumchus diz: tudo o que sai da carne, não se acende com ele, exceto com óleo de peixe. (Pergunta a Guemará:) Sumchus é o mesmo que o primeiro tanna (que já havia permitido o óleo de peixe)? Há (uma diferença) entre eles quanto ao (ensinamento) de Rav Broná, (transmitido) em nome de Rav — e (a Guemará) não conclui (qual é exatamente essa diferença).
A baraita continua ampliando a lista de óleos permitidos, incluindo o óleo de peixe e o alcatrão (apesar de ambos não serem, tecnicamente, produtos de fruto ou árvore, conforme as opiniões mais restritivas do beat anterior). Rabi Shimon Shizuri acrescenta ainda o óleo extraído de sementes de pepino selvagem (pakuot) e a própria nafta (aqui permitida para acender, embora sujeita à ressalva anterior sobre "dissipar" e o risco de incêndio — uma tensão que a Guemará não resolve explicitamente aqui). Sumchus propõe uma regra baseada na origem animal: tudo o que provém da carne é proibido, com a única exceção do óleo de peixe. A Guemará então pergunta se a opinião de Sumchus é idêntica à do primeiro tanna (que já havia permitido peixe e alcatrão) — e responde que existe alguma diferença prática entre eles, ligada a um ensinamento de Rav transmitido por Rav Broná, mas deixa em aberto, sem concluir, qual seria exatamente essa diferença (possivelmente relacionada a misturar óleo de peixe com gordura animal derretida em pequena quantidade).
"Não tens (nada a proibir) senão o que disseram os Sábios: não se acende com estes" — como os óleos desqualificados da Mishná.
"E acende-se com óleo de peixe" — ainda que se assemelhe a gordura animal, e não saia do fruto.
"E com alcatrão" — ainda que venha do piche.
"Sumchus é o mesmo que o primeiro tanna" — Rabi Yochanan ben Nuri, que desqualifica todos esses (óleos) da Mishná, e a gordura animal está contada entre eles, pois ela sai da carne, e (o primeiro tanna) qualifica (apenas) o óleo de peixe.
"Há (diferença) entre eles (quanto ao ensinamento) de Rav Broná" — que disse: é preciso colocar nele (no pavio) um pouco de óleo (comum); ou então, que qualifica a gordura derretida numa mistura com um pouco de óleo. Um destes tannaítas entende segundo Rav Broná, que a gordura é permitida em mistura, mas o óleo de peixe mesmo puro (é sempre permitido); e o outro entende (que) o óleo de peixe (é permitido apenas) por meio de mistura, mas a gordura de modo nenhum.
Foi ensinado (numa baraita): Rabi Shimon ben Elazar diz: tudo o que sai da árvore não tem nele (a lei) de três (dedos) por três (dedos, isto é, não recebe impureza por essa medida mínima de tecido), e (pode-se) cobrir com ele a sucá — exceto o linho. Disse Abaye (a continuação desta afirmação prossegue no início do daf seguinte, 26b).
O daf fecha com uma nova baraita de Rabi Shimon ben Elazar, que estabelece um princípio geral sobre materiais derivados de árvores (retomando a nota lexical do beat 06, de que o tzori é resina de árvore, e não fruto): tudo o que provém da árvore — como fibras vegetais brutas, ainda não fiadas em tecido — não está sujeito à lei rabínica que torna um pedaço de tecido de três dedos por três dedos suscetível a receber impureza (uma medida mínima aplicável normalmente a tecidos de lã e linho). Por não ser considerado "vestimenta" no sentido pleno da lei de impurezas, esse material vegetal bruto pode ser usado licitamente para cobrir a sucá (pois a cobertura da sucá, segundo a halachá, não pode ser feita de material suscetível a impureza) — com a única exceção do linho, que, apesar de também sair de uma planta (o linho é tecnicamente derivado da fibra do linho, mas a Torá o trata de modo distinto, equiparando-o à lei de impurezas de tzaraat mesmo em suas fibras brutas). A afirmação de Abaye que segue esta baraita é apenas introduzida aqui — seu conteúdo integral é debatido no início do daf seguinte, 26b, que continua e desenvolve exatamente esta baraita sobre a medida de três por três e a cobertura da sucá.
"Não tem nele (a lei) de três por três" — para receber impureza com (a medida de) três dedos.
"O que sai da árvore" — como o cânhamo e o algodão.
"E cobre-se com ele" — a sucá, visto que não recebe impureza, pois não se cobre (a sucá) com algo que recebe impureza, como aprendemos no tratado de Sucá (12b), a partir de (o verso) "de tua eira e de teu lagar".
"Exceto o linho" — pois aprendemos adiante que (o linho) é chamado de "árvore", e recebe a impureza de negaim (chagas) mesmo em seus feixes brutos, como (se ensina) adiante; por isso não se cobre (a sucá) com feixes de linho.