O daf continua diretamente a frase interrompida ao final de 55b: Rabi Shmuel bar Nachmani, em nome de Rabi Yonatan, ensina que todo aquele que diz que os filhos de Shmuel pecaram está equivocado, pois o versículo diz apenas que "não andaram em seus caminhos" — em seus caminhos é que não andaram, mas pecar não pecaram. O verdadeiro desvio, explica a Guemará, foi não terem seguido o costume de seu pai, o justo Shmuel, que rondava pessoalmente todos os lugares de Israel para julgar o povo em suas próprias cidades; os filhos, em vez disso, permaneceram sentados, obrigando os litigantes a virem até eles, a fim de aumentar a paga de seus assistentes e escribas — desvio identificado com a expressão "e se desviaram atrás do lucro", sobre a qual uma disputa tanaítica detalha quatro formas possíveis desse abuso, segundo Rabi Meir, Rabi Yehuda, Rabi Akiva e Rabi Yossei. A Guemará passa então ao terceiro e mais extenso ensinamento da série mnemônica: a defesa de David. Rabi Shmuel bar Nachmani, em nome de Rabi Yonatan, sustenta que David não pecou com Bat-Sheva, pois a Shechiná estava com ele; o versículo que parece acusá-lo de "fazer o mal" é lido como prova de que ele apenas quis fazer, e não chegou a fazer — leitura reforçada por Rabi, descendente de David, a partir da forma verbal incomum do versículo. Quanto ao assassinato de Uriah, a Guemará explica que David deveria tê-lo julgado formalmente no Sinédrio por rebelião contra a coroa, e que, quanto a Bat-Sheva, tinha direito legítimo sobre ela, pois todo soldado que partia para as guerras da casa de David escrevia previamente à sua mulher um documento de repúdio condicional — ensinamento também de Rabi Shmuel bar Nachmani, provado pela leitura homilética da palavra "arubatam" no relato das dez fôrmas de queijo que Yishai envia a seus filhos. Segue-se uma discussão paralela, atribuída a Abaye o Ancião como contradição interna de Rav: se David não pecou nem mesmo indiretamente, como se concilia isso com o ensinamento de que David aceitou a difamação de Tziva contra Mefivoshet? A Guemará examina essa tradição em si mesma — a prova textual do jogo de palavras entre "belo davar" e "milo davar" — e por que David teria aceitado uma segunda vez a palavra de um servo já flagrado em mentira. Por fim, traz-se a posição oposta de Shmuel: David não aceitou a difamação, mas viu com os próprios olhos sinais reconhecíveis de luto genuíno em Mefivoshet — sua aparência descuidada. O daf termina no meio da citação do relato de Mefivoshet ao rei sobre o engano de seu servo Tziva, interrompido exatamente na palavra "manco" (pisse'ach), continuado logo no início de 56b.
— que os filhos de Shmuel pecaram não é senão um equivocado, pois está dito: "e sucedeu, quando Shmuel envelheceu, que seus filhos não andaram em seus caminhos" (I Samuel 8:1,3) — em seus caminhos é que não andaram, mas pecar, também não pecaram.
O daf abre completando a frase interrompida ao final de 55b. Terceiro nome da lista mnemônica, os filhos de Shmuel — a quem o versículo acusa de se desviarem atrás do lucro após a velhice de seu pai — são defendidos pelo mesmo método já aplicado a Reuven e aos filhos de Eli: o próprio versículo, lido com precisão, afirma apenas que não seguiram os caminhos do pai, não que tenham pecado.
"Os filhos de Shmuel pecaram" — a suspeita seria de que pecaram com aceitação de suborno e distorção do julgamento.
Mas como sustento então "e se desviaram atrás do lucro" (I Samuel 8:3)? Porque não fizeram como o ato de seu pai, pois Shmuel, o justo, rondava por todos os lugares de Israel e os julgava em suas próprias cidades, como está dito: "e ia, ano após ano, e circundava Beit-El, e Guilgal, e Mitzpá, e julgava a Israel" (I Samuel 7:16); e eles não fizeram assim, mas permaneciam sentados em suas cidades, a fim de aumentar a paga de seus assistentes (chazanim) e de seus escribas.
A explicação real do versículo é revelada: Shmuel percorria pessoalmente todas as localidades de Israel para julgar o povo em seus próprios lugares, poupando-o do custo e do esforço de viajar. Seus filhos, ao contrário, esperavam que o povo viesse até eles — não por corrupção direta, mas para gerar mais trabalho, e portanto mais paga, para os funcionários que empregavam: os assistentes que convocavam os litigantes e os escribas que redigiam os documentos do processo.
"A seus assistentes (chazanim)" — seus servidores, que contratavam para ir e convocar os que eram chamados a julgamento.
"E a seus escribas" — para os documentos de esclarecimento e as cartas de avaliação.
Isto é como uma disputa tanaítica. "E se desviaram atrás do lucro" — Rabi Meir diz: pediram sua porção de dízimo com a própria boca (por serem grandes do povo, embaraçando os que deviam pagar). Rabi Yehuda diz: impuseram mercadoria aos donos de casa. Rabi Akiva diz: tomaram à força uma cesta extra de dízimo. Rabi Yossei diz: tomaram à força os dons sacerdotais.
A mesma expressão que descreve o desvio dos filhos de Shmuel é objeto de uma disputa tanaítica independente sobre sua natureza exata — todas as quatro leituras evitando atribuir-lhes corrupção judicial propriamente dita, mas sim algum tipo de abuso de posição em matéria de dízimos e dons sacerdotais, seja pedindo abertamente o que lhes era devido de modo que os leviatas comuns não ousavam, seja impondo mercadoria aos donos de casa para lucrar com a venda, seja tomando à força mais do que lhes cabia.
"Pediram sua porção com a própria boca" — o primeiro dízimo que lhes cabia por serem levitas, pediam com a própria boca; e, por serem grandes da geração e juízes, ninguém lho negava, enquanto os demais levitas, pobres, sofriam; e, segundo Rabi Meir, não pecaram por distorção do julgamento.
"Impuseram mercadoria aos donos de casa" — davam-lhes mercadoria para negociar e lhes davam o lucro; e por causa disso o coração deles se inclinava a distorcer o julgamento quando aqueles vinham perante eles para julgamento, e este era o pecado deles.
"Cesta extra" — mais do que o devido.
"Dons sacerdotais" — o braço, as queixadas e o estômago do abate, embora eles não fossem sacerdotes; outra explicação: dons de levitas, como o dízimo, pois está escrito "e dará ao sacerdote" (Deuteronômio 18:3), e interpretamos que não o toma por si mesmo, no tratado sobre o braço (Chulin 133a); e o mesmo vale para todos os dons sacerdotais e leviatas.
Disse Rabi Shmuel bar Nachmani, disse Rabi Yonatan: todo aquele que diz que David pecou não é senão um equivocado, pois está dito: "e David era bem-sucedido em todos os seus caminhos, e o Senhor estava com ele" etc. (I Samuel 18:14). Seria possível que o pecado tivesse chegado às suas mãos e a Shechiná estivesse com ele?!
Quarto e mais extenso ensinamento da série: a defesa de David quanto ao episódio de Bat-Sheva. O argumento segue o mesmo padrão retórico já usado para Reuven e os filhos de Eli — um versículo que atesta a presença constante da Shechiná com David é tomado como prova de que ele não poderia ter cometido o pecado que a narrativa parece atribuir-lhe.
Mas como sustento então "por que desprezaste a palavra do Senhor, fazendo o mal" (II Samuel 12:9)? Porque quis fazer, e não fez.
O versículo em que o profeta Natan repreende David é reinterpretado: em vez de constatar um mal já cometido, ele descreve apenas a intenção de David — um desejo que não chegou a se concretizar em ato pecaminoso.
"David pecou" — a suspeita seria com Bat-Sheva, antes que ela recebesse o documento de repúdio.
"Que quis" — deitar-se com ela antes que ela recebesse o documento de repúdio que seu marido lhe enviava desde a guerra, para que, se morresse, ela não ficasse presa ao levirato, ou para que, se fosse morto sem testemunha que o atestasse, sua esposa não ficasse agunáh (presa sem poder casar novamente), ou ainda para o caso de ser feito prisioneiro — conforme diremos adiante: todo aquele que sai para a guerra da casa de David etc.
Disse Rav: Rabi, que descende de David, inverte e interpreta em favor do mérito de David. "Por que desprezaste a palavra do Senhor, fazendo o mal" — Rabi diz: este mal é diferente de todos os males mencionados na Torá, pois de todos os males da Torá está escrito "e fez" (vaya'as), e aqui está escrito "fazer" (la'asot) — porque quis fazer, e não fez.
Rav atribui a leitura anterior especificamente a Rabi (Yehuda HaNassi), que, sendo ele mesmo descendente de David, tinha interesse e autoridade em interpretar o versículo a seu favor. A prova filológica reforça o argumento: em toda a Torá, os relatos de mal cometido usam a forma verbal consumada "vaya'as" (e fez), ao passo que aqui o texto emprega o infinitivo "la'asot" (fazer), sugerindo intenção não realizada, não ato consumado.
"Este mal é diferente" — em sua escrita e em sua linguagem gramatical.
"A Uriah, o hitita, feriste com a espada" (II Samuel 12:9) — porque devias tê-lo julgado no Sinédrio, e não o julgaste. "E a sua mulher tomaste para ti por mulher" — casamento legítimo tens com ela.
As duas outras acusações do versículo são igualmente reinterpretadas em favor de David. Matar Uriah não foi assassinato comum, mas a execução — irregular apenas por falta do devido processo — de um rebelde contra a coroa, que merecia julgamento formal perante o Sinédrio. E "tomar sua mulher" não implica adultério, pois, como se explica a seguir, David já possuía vínculo matrimonial legítimo com Bat-Sheva.
"Porque devias tê-lo julgado" — por ter se rebelado contra o reino, como adiante se explica.
"Casamento legítimo tens com ela" — o matrimônio recai validamente sobre ela, pois ela não era mulher casada, segundo a opinião de Shmuel etc.
Pois disse Rabi Shmuel bar Nachmani, disse Rabi Yonatan: todo aquele que sai para a guerra da casa de David escreve um documento de repúdio condicional (guet kritut) para sua mulher, pois está dito: "e estas dez fôrmas de queijo levarás ao chefe do milhar, e visitarás teus irmãos, para saber se estão bem, e tomarás o penhor deles" (I Samuel 17:18).
A base para afirmar que David tinha direito legítimo sobre Bat-Sheva é agora explicada: existia o costume, entre os soldados do exército de David, de escrever a suas esposas, antes de partir para a batalha, um documento de repúdio condicional — válido apenas se o marido não retornasse —, de modo a evitar que ficassem agunot (presas sem poder casar novamente) em caso de morte não testemunhada, ou vinculadas ao levirato. Se Uriah havia feito o mesmo antes de partir, Bat-Sheva já estaria, tecnicamente, livre para se casar.
"Documento de repúdio" — sob condição de que, se morresse, ela estaria divorciada desde agora; e às vezes ele está ocupado ao sair, e o envia desde a guerra.
"E tomarás o penhor deles" — está escrito na guerra de Shaul (o contexto original do versículo).
O que é "o penhor deles" (arubatam)? Ensinou Rav Yossef: coisas entrelaçadas entre ele e ela.
Rav Yossef lê a palavra "arubatam" — literalmente "seu penhor" — não como referência a bens materiais deixados como garantia, mas como alusão homilética ao próprio vínculo matrimonial: o documento de repúdio condicional que "entrelaça" e ao mesmo tempo regula a situação entre marido e mulher enquanto ele estiver na guerra.
"Coisas entrelaçadas entre eles" — isto é, o vínculo do casamento; "tomarás" — anularás por meio do documento de repúdio que lhes trarás desde a guerra.
"E a ele mataste com a espada dos filhos de Amon" (II Samuel 12:9) — assim como pela espada dos filhos de Amon (mortos em guerra legítima) não és punido, também por Uriah, o hitita, não és punido.
A própria formulação do versículo, ao comparar a morte de Uriah à espada usada contra os filhos de Amon — inimigos mortos licitamente em guerra —, sugere que sua morte também não constituiu crime passível de punição, reforçando a leitura de que Uriah foi executado legitimamente como rebelde.
Qual é a razão de ser considerado rebelde? Ele era um rebelde contra o reino, pois lhe disse a David: "e meu senhor Joav, e os servos de meu senhor, estão acampados a céu aberto" (II Samuel 11:11).
A prova da rebelião de Uriah vem de suas próprias palavras: ao se dirigir a David, chamou Yoav, o general, de "meu senhor", em vez de reservar esse título ao próprio rei diante de quem falava — uma afronta implícita à autoridade real, suficiente para classificá-lo como rebelde contra a coroa.
"E meu senhor Joav" — não é conduta apropriada aceitar sobre si a autoridade de outros diante do rei.
Disse Rav: quando examinas David, não encontras nele falta alguma, exceto quanto a Uriah, pois está escrito: "somente no caso de Uriah, o hitita" (I Reis 15:5).
Rav resume o balanço geral do caráter de David a partir do versículo que o descreve, séculos depois, como modelo de integridade régia — exceto quanto ao próprio caso de Uriah, cuja ressalva textual confirma que este foi realmente o único ponto problemático em toda a vida de David, ainda que reinterpretado como falha processual e não como pecado moral.
Abaye, o Ancião, apontou uma contradição de Rav contra Rav: acaso disse Rav isto (que nada se encontra contra David além do caso de Uriah)? Mas não disse Rav também que David aceitou a difamação (lashon hara, de Tziva contra Mefivoshet)? É uma dificuldade.
Se Rav afirmou que nada se encontra contra David senão o caso de Uriah, como pôde o próprio Rav também ensinar, em outro lugar, que David aceitou a difamação levantada por seu servo Tziva contra Mefivoshet, neto de Shaul — um segundo ponto problemático? Abaye levanta a contradição sem resolvê-la de imediato; a Guemará passa a examinar essa segunda tradição em si mesma.
"Difamação" — adiante se explica.
Quanto ao próprio assunto: Rav disse: David aceitou a difamação, pois está escrito: "e disse-lhe o rei: onde está ele? E disse Tziva ao rei: eis que está na casa de Machir, filho de Amiel, em Lo-Davar" (belo davar) (II Samuel 9:4). E está escrito: "e enviou o rei, e o tomou da casa de Machir, filho de Amiel, de Lo-Davar" (milo davar) (II Samuel 9:5).
A prova de que David aceitou a calúnia de Tziva contra Mefivoshet vem de uma sutileza textual: na primeira vez, o texto escreve o nome do lugar "Lo-Davar" como "belo davar" (sem valor algum), sugerindo que Tziva o descrevera a David como um lugar insignificante — implicando, entrelinhas, que Mefivoshet ali vivia sem instrução, "sem nenhuma coisa" de sabedoria. Mas a segunda menção escreve "milo davar", a grafia correta e neutra do topônimo, revelando que a primeira formulação de Tziva fora deliberadamente depreciativa — e David, ainda assim, aceitara aquela caracterização sem verificá-la.
"Sem nenhuma coisa" (belo davar) — Tziva deu a entender que Mefivoshet não era versado na Torá; e, no entanto, ele o encontrou cheio de conhecimento (malé davar) e versado na Torá.
Ora, já que David viu que ele (Tziva) era mentiroso, quando este voltou a difamar sobre ele (Mefivoshet), por que motivo aceitou dele? Pois está escrito: "e disse o rei a Tziva: onde está o filho de teu senhor? E disse Tziva ao rei: eis que está morando em Jerusalém" etc. (II Samuel 16:3). E de onde sabemos que aceitou dele? Pois está escrito: "e disse o rei: eis que é teu tudo o que pertence a Mefivoshet. E disse Tziva: prostro-me; que eu ache graça aos olhos do rei" (II Samuel 16:4).
A Guemará aprofunda a dificuldade: David já tinha motivo para desconfiar de Tziva, tendo-o flagrado depreciando Mefivoshet injustamente na primeira ocasião. Ainda assim, quando Tziva o difamou uma segunda vez — durante a fuga de David diante de Absalão, acusando Mefivoshet de esperar a restauração do reino de Shaul para si — David aceitou a acusação sem verificação, chegando a entregar a Tziva todos os bens que pertenciam a Mefivoshet.
"Viu que ele era mentiroso" — desde o início encontrou-o mentiroso nisso.
"Quando este voltou a difamar sobre ele" — Tziva sobre Mefivoshet, quando David fugia diante de Absalão — por que motivo aceitou dele?
"'Onde está o filho de teu senhor? E disse: eis que está morando em Jerusalém'" — pois Mefivoshet supostamente disse: hoje me devolverão o reino de meu pai.
E Shmuel disse: David não aceitou a difamação; sinais reconhecíveis de luto genuíno viu nele. Pois está escrito: "e Mefivoshet, filho de Shaul, desceu ao encontro do rei; e não cuidara de seus pés, nem cuidara de seu bigode, nem lavara suas vestes" etc. (II Samuel 19:25). E está escrito: "e sucedeu que, quando veio a Jerusalém ao encontro do rei, disse-lhe o rei: por que não foste comigo, Mefivoshet? E disse: meu senhor, ó rei, meu servo me enganou, pois disse teu servo: albardarei para mim o jumento, e montarei sobre ele, e irei com o rei — pois manco —
A posição oposta, de Shmuel, resolve a contradição levantada por Abaye: David não teria, de fato, aceitado cegamente a difamação de Tziva; antes, viu com os próprios olhos evidências concretas e inconfundíveis do luto genuíno de Mefivoshet durante toda a fuga de David — sua aparência descuidada, sinal de verdadeira lealdade, e não de ambição pelo trono. A citação do relato de Mefivoshet ao rei, explicando o engano de seu servo Tziva, é interrompida exatamente na palavra "manco" (pissé'ach), no meio do próprio versículo bíblico — a continuação, "teu servo" (avdecha), e o restante do relato de Mefivoshet, abrem imediatamente o daf seguinte, 56b.
"Sinais reconhecíveis viu nele" — em Mefivoshet: quando Absalão foi morto e David voltou a seu reinado, e Mefivoshet veio perante ele e não cuidara de seus pés nem de seu bigode, David pensou que se confirmavam as palavras de Tziva, de que Mefivoshet se entristecera com o retorno de David e por isso não se enfeitara; e ainda esperava que, quando o restabelecessem no reino, se enfeitaria e se aparariam; por isso não aceitou suas palavras, e disse-lhe: tu e Tziva dividireis o campo. E ele lhe respondeu duramente: não tenho queixa senão contra aquele que te trouxe de volta aqui — mostrando que se entristecera com seu retorno. E se não tivesse visto nele sinais reconhecíveis, teria voltado atrás do que disse: "eis que é teu tudo o que pertence a Mefivoshet"; e, embora se tivesse apressado a dizer-lhe de início "eis que é teu tudo o que pertence a Mefivoshet", isso não constitui aceitação plena, pois, enquanto David não tivesse retornado ao reinado, sabia que seu dom não era dom definitivo, e não lho disse senão sob condição, caso visse verdade em suas palavras.