80b se encerrara fechado, com o dito de Rav Nachman sobre a medida do ovo leve completo em si mesmo. Confirma-se, pelo texto de Sefaria, que 81a abre uma Mishná inteiramente nova: o osso, o suficiente para fazer uma colher (tarvod) — ou, segundo Rabi Yehuda, o suficiente para fazer dele um chaf (dente de fechadura); o vidro, o suficiente para raspar com ele a cabeça do fuso do tear (carcar); o seixo ou a pedra, o suficiente para atirar numa ave — ou, segundo Rabi Elazar bar Yaakov, num animal maior. A Guemará questiona por que a medida de Rabi Yehuda pareceria maior que a dos sábios anônimos, contrariando o padrão usual; Ula esclarece que o chaf se refere não à própria fechadura, mas aos dentes nela fixados, cuja pureza ritual muda conforme estejam soltos ou fixados — distinção que não se aplica aos dentes de uma tranca de porta, presa ao solo. Sobre o vidro, uma baraita acrescenta que sua medida serve para cortar dois fios ao mesmo tempo. Sobre o seixo, Rabi Yochanan precisa que a ave deve senti-lo, e uma baraita dá a medida do animal maior como o peso de dez zuz. Abre-se então a longa sugya das pedras usadas na privada: Zunin pergunta a medida às escolas, recebe a resposta de três tamanhos (azeitona, noz, ovo) e objeta que ninguém levaria uma balança para pesá-las — os sábios reconsideram e fixam a medida como uma mão cheia, ainda que uma baraita paralela preserve a opinião dos três tamanhos em nome de Rabi Yosei. Uma baraita trata das três pedras afiadas permitidas na privada, com a disputa entre Rabi Meir e Rabi Yehuda comparada, por Rav Chisda, à disputa conhecida sobre o etrog. Rav Yehuda exclui os torrões de barro, que se esfarelam; Rava proíbe manusear um seixo em Shabat como se faz em dia de semana, com a ressalva de Mar Zutra sobre o risco à saúde da retenção, resolvida como um manuseio indireto; Rabi Yanai e Rav Sheshet acrescentam critérios sobre o lugar fixo e a marca reconhecível. Uma baraita lista dez fatores que causam hemorroidas, entre eles o seixo já usado por outra pessoa — aparentemente contradizendo Rav Sheshet, harmonizado de três formas possíveis. Abaye pergunta a Rav Yosef sobre a marca apagada pela chuva, respondida pelo critério do vestígio ainda reconhecível. A folha se encerra aberta, no meio da pergunta de Rabá bar Rav Sheila a Rav — confirmado, pelo texto de Sefaria, que a folha 81b completa a pergunta (a Rav Chisda, sobre subir com as pedras ao telhado) e a resposta sobre a honra das criaturas.
Osso, o suficiente para fazer uma colher (tarvod). Rabi Yehuda diz: o suficiente para fazer dele um chaf (dente de fechadura). Vidro — o suficiente para raspar com ele a cabeça do fuso do tear (carcar). Seixo ou pedra — o suficiente para atirar numa ave. Rabi Elazar bar Yaakov diz: o suficiente para atirar num animal.
Uma nova Mishná abre com materiais de outra natureza: o osso, medido por seu uso mais comum, uma colher de cozinha; Rabi Yehuda dá uma medida diferente, o suficiente para fazer dele o dente de uma fechadura, uso que a Guemará precisará a seguir. O vidro é medido por seu uso como ferramenta de raspagem — a cabeça do fuso do tear, que precisa ser afiada ocasionalmente. O seixo ou a pedra, usados para afugentar aves, têm medida menor do que a exigida por Rabi Elazar bar Yaakov para afugentar um animal maior, que exige mais força.
"'Tarvod'" — a colher do cozinheiro (culier, francês antigo). "'Chaf'" — poder-se-ia pensar que a fechadura (potachat) é feita do próprio chaf, e que sua medida seria maior que a do tarvod. "'Carcar'" — é um pedaço de madeira que os tecelões têm, e sua ponta é afiada. "'O suficiente para atirar num animal'" — pois a pessoa não se dá ao trabalho de pegar um seixo por causa de uma ave, para afugentá-la, já que basta um simples som lançado contra ela para que se vá.
Isso quer dizer que a medida de Rabi Yehuda é maior que a dos sábios? Mas não estabelecemos que a medida dos sábios anônimos é maior? Disse Ula: refere-se aos dentes da fechadura (chafei potachat). Ensinaram os sábios: os dentes da fechadura são puros (enquanto soltos, não suscetíveis à impureza); ao fixá-los na fechadura, tornam-se impuros. E os dentes de uma tranca (gal), ainda que os tenham unido à porta e os tenham fixado com pregos, permanecem puros — pois tudo que está ligado ao solo é como o próprio solo.
A Guemará objeta que a medida de Rabi Yehuda, o suficiente para um chaf, pareceria maior que a dos sábios anônimos, o suficiente para uma colher — contrariando a regra geral de que a medida de Rabi Yehuda costuma ser menor. Ula esclarece que o chaf não é a própria fechadura, mas os dentes de osso fixados nela; uma baraita paralela detalha a condição de pureza ritual desses dentes: enquanto soltos, não servem para nada e são puros; uma vez fixados na fechadura, tornam-se utensílios completos e suscetíveis à impureza, como qualquer utensílio de osso. Exceção: se a fechadura é de uma tranca de porta (e não de um móvel como um armário), mesmo fixados com pregos os dentes permanecem puros, pois estão ligados a uma construção presa ao solo, e tudo que está ligado ao solo tem o estatuto do próprio solo, imune à impureza.
"'E não estabelecemos que a medida dos sábios é maior'" — quanto a "fazer um gancho" (noutro contexto). "'Chafei potachat'" — os dentes fixados nela, e não ela mesma; e os fazem de osso. "'Os dentes da fechadura são puros'" — pois, enquanto não os uniram a ela, não servem para nada. "'Impuros'" — pois utensílio de osso é como utensílio de metal, e seus utensílios simples são impuros, como se ensina em "Hakol Shochatin" (Chulin 25b); e, quanto à objeção de que estão ligados à fechadura, e tudo que está ligado ao puro é puro — a fechadura tem uma cavidade receptora e recebe a chave (logo não é mero solo). "'E os de uma tranca'" — e se essa fechadura não é de utensílios, como de uma cômoda ou de um armário, mas de uma tranca, como em "trancas de portões" (torkei galei), como as portas dos portões do pátio — ainda que os tenham unido à fechadura, visto que essa união está na porta, e a porta é uma construção ligada ao solo, permanecem puros.
"Vidro, o suficiente para raspar com ele." Foi ensinado: "sekukhit" (vidro) — o suficiente para cortar com ele dois fios ao mesmo tempo.
Uma baraita precisa o uso do vidro com um termo alternativo, "sekukhit", esclarecendo que sua medida serve não apenas para raspar a cabeça do fuso, mas também para cortar simultaneamente dois fios — outro uso comum do caco de vidro entre tecelões e costureiras.
"'Sekukhit'" — vidro; e, por causa de que se raspa com ele (sochin), chama-se "sekukhit"; e por ser límpido (zach), chama-se "zechuchit".
"Seixo ou pedra, o suficiente para atirar numa ave." "Rabi Elazar, etc." Disse Rabi Yaakov, disse Rabi Yochanan: e isso é medida suficiente quando ela (a ave) o sente. E qual é sua medida (a do seixo para o animal maior)? Foi ensinado: Rabi Elazar ben Yaakov diz: o peso de dez zuz.
Rabi Yochanan precisa a medida do seixo lançado contra uma ave: não basta que o seixo a atinja fisicamente — é preciso que ela sinta o impacto, a ponto de reagir e fugir. Uma baraita fornece a medida numérica exigida por Rabi Elazar bar Yaakov para o seixo lançado contra um animal maior: o peso de dez zuz, sensivelmente mais pesado que o exigido para uma ave.
"'E isso'" — é medida suficiente quando o animal sente este seixo em seu impacto.
Zunin veio à casa de estudo; disse-lhes: meus mestres, as pedras da privada — qual é a sua medida? Disseram-lhe: do tamanho de uma azeitona, de uma noz e de um ovo. Disse-lhes: acaso levará ele uma balança (turtanei)? Reconsideraram e concluíram: uma mão cheia. Foi ensinado numa baraita: Rabi Yosei diz: do tamanho de uma azeitona, de uma noz e de um ovo. Rabi Shimon, filho de Rabi Yosei, diz em nome de seu pai: uma mão cheia.
Abre-se a sugya sobre a medida das pedras que se pode trazer e mover em Shabat para uso na privada. Zunin questiona os sábios sobre essa medida; a primeira resposta — três tamanhos distintos, azeitona, noz e ovo — é rejeitada por Zunin como impraticável, pois exigiria pesar as pedras com precisão, algo que ninguém faria antes de usar a privada. Após reconsideração, os sábios fixam uma medida única e prática: uma mão cheia (independentemente do número exato de pedras). Uma baraita paralela preserva ambas as opiniões como uma disputa tanaítica: Rabi Yosei mantém os três tamanhos, enquanto Rabi Shimon, em nome de seu pai (Rabi Yosei), dá a medida da mão cheia — o que sugere que a reconsideração dos sábios da casa de estudo espelha essa mesma disputa preexistente.
"'Qual é a sua medida'" — para se tornar responsável por elas (ao transportá-las em Shabat), ou também para poder movê-las no pátio e trazê-las à privada; e uma coisa e outra têm a mesma medida, pois, quanto ao que é apto para tal uso, torna-se responsável por sua retirada. "'Do tamanho de uma azeitona, de uma noz e de um ovo'" — trazem-se três pedras para a limpeza, e limpa-se com elas uma após a outra: uma do tamanho de uma azeitona, uma de uma noz e uma de um ovo; no início, limpa-se a abertura do ânus com a menor, para remover os resíduos ali aderidos, pois a maior os esmagaria e sujaria ao redor. "'Turtanei'" — levará uma balança para lá, para pesar? "'Uma mão cheia'" — seja entre as três, seja mesmo que sejam quatro ou cinco, entre todas elas, uma mão cheia.
Ensinaram os sábios: em Shabat, três pedras com pontas afiadas (mekurzalot) é permitido trazer para a privada. E qual é a sua medida? Rabi Meir diz: do tamanho de uma noz. Rabi Yehuda diz: do tamanho de um ovo. Disse Rafram bar Papa, disse Rav Chisda: como a disputa aqui, assim é a disputa quanto ao etrogue. Objetaram: ali é Mishná, aqui é baraita! Antes disse-se: como a disputa quanto ao etrogue, assim é a disputa aqui.
Uma baraita esclarece que é permitido trazer para a privada três pedras com pontas afiadas, aptas para a limpeza, com uma disputa entre Rabi Meir (tamanho de noz) e Rabi Yehuda (tamanho de ovo). Rav Chisda compara essa disputa a outra, mais conhecida, sobre a medida mínima do etrogue (em Massechet Suká) — usando-a como recurso mnemônico para lembrar a posição de cada sábio nesta baraita menos conhecida. Uma objeção nota que a comparação parece invertida (a Mishná conhecida deveria servir de base para lembrar a baraita desconhecida, não o contrário do que se disse); a correção reafirma a direção correta: usa-se a disputa bem conhecida do etrogue como referência para lembrar a menos conhecida das pedras.
"'Mekurzalot'" — com fendas (pontas afiadas), de modo que sejam aptas para a limpeza. "'É permitido trazê-las'" — dentro de quatro amot, ou no pátio, para que seu transporte não fique proibido. "'Do tamanho de uma noz'" — cada uma delas. "'Ali é Mishná'" — a disputa sobre o etrogue é uma Mishná, no tratado Suká, e está bem estabelecida na boca dos alunos. "'E aqui é baraita'" — e há muitos alunos que não a estudaram, e ele (Rav Chisda) está ligando a conhecida à desconhecida. "'Assim é a disputa aqui'" — e ele disse isso apenas como um sinal mnemônico, para que não esqueças a versão da baraita; e, se a esqueceres, lembra-te de tua Mishná sobre o etrogue.
Disse Rav Yehuda: mas não os torrões (paies). O que é "paies"? Disse Rabi Zeira: os torrões (karshinei) babilônicos. Disse Rava: é proibido manusear um seixo em Shabat da forma como se manuseia em dia de semana. Objetou Mar Zutra: então correrá perigo (pela retenção)? Antes, faça-se de modo indireto (kilachar yad). Disse Rabi Yanai: se há um lugar fixo para a privada, uma mão cheia; se não, como o meio-termo (hecrea) de um pequeno pilão de especiarias. Disse Rav Sheshet: se há sobre ela uma marca, é permitido.
Rav Yehuda exclui da permissão os torrões de barro (paies), identificados por Rabi Zeira como torrões característicos da terra úmida babilônica, levantados pelo arado — inúteis para limpeza por se esfarelarem, e por isso proibidos de mover em Shabat. Rava introduz uma restrição adicional: mesmo com um seixo apto, é proibido manuseá-lo em Shabat exatamente como se faz em dia de semana (por temer que isso pareça remover pelos, um trabalho proibido). Mar Zutra objeta que essa restrição poderia levar à retenção prejudicial à saúde; a resposta é que o manuseio deve ser indireto (por exemplo, segurando o seixo com apenas dois dedos), sem impedir seu uso. Rabi Yanai acrescenta um critério prático de quantidade conforme a disponibilidade de um lugar fixo para a privada, e Rav Sheshet acrescenta o critério de uma marca reconhecível sobre a pedra, que atesta seu uso designado e permite movê-la.
"'Mas não os paies'" — como em "levantou um torrão de terra" (Sanhedrin 64a). "'Karshinei babilônicos'" — assim se chamam, porque a Babilônia é terra úmida, e o arado levanta torrões. "'Manusear'" — aquele que precisa se aliviar e não consegue fazê-lo. "'Correrá perigo'" — pois disse o mestre: a coluna que retorna leva a pessoa à hidropisia. "'E respondem: de modo indireto'" — como segurar o seixo com dois dedos, está bem. "'Se há um lugar fixo para a privada'" — pois, se lhe sobrarem pedras à tarde, ele se limpará com elas de manhã; traz-se ali uma mão cheia. "'Como o meio-termo'" — como a medida intermediária, maior que a de azeitona e menor que a de ovo. "'Pequeno pilão'" — sua função é para uso proibido em Shabat; é proibido movê-lo. "'E se há sobre ela uma marca'" — um resíduo da limpeza que testemunha que ela foi feita para isso; é permitido movê-la para a limpeza.
Levantaram uma objeção: dez coisas trazem a pessoa a hemorroidas (tachtoniyot), e são estas: quem come folhas de canas, folhas de videiras e gavinhas de videiras (lulvei gefanim), e partes ásperas do animal sem sal, e a espinha do peixe, e peixe salgado que não cozeu o suficiente, e quem bebe as borras do vinho, e quem se limpa com cal, e com barro (chartsit), e quem se limpa com um seixo com que seu companheiro já se limpou. E há os que dizem: também aquele que se pendura na privada (sem se sentar). Não é difícil: esta afirmação, quanto ao dano, é sobre o seixo úmido; esta outra, quanto à permissão de movê-lo, é sobre o seco. E, se quiseres, dize: aqui a proibição é quanto a um só lado do seixo, e ali a permissão é quanto aos dois lados. E, se quiseres, dize: esta é quanto ao seu próprio seixo, já usado por si mesmo, e esta é quanto ao de seu companheiro.
Uma baraita lista dez fatores causadores de hemorroidas, entre eles limpar-se com um seixo já usado por outra pessoa — o que parece contradizer Rav Sheshet, que permitira mover uma pedra com marca reconhecível de uso anterior. A Guemará propõe três harmonizações possíveis, sem decidir entre elas: o dano se refere a um seixo ainda úmido (da limpeza anterior), enquanto a permissão é quanto ao seco; ou o dano se refere a usar o mesmo lado já sujo, enquanto a permissão é quanto ao lado limpo; ou o dano é específico ao seixo de outra pessoa (cuja condição não se conhece), enquanto reutilizar o próprio seixo (cuja condição se conhece) é inofensivo.
"'Tachtoniyot'" — hemorroidas (figues, francês antigo). "'Lulvei gefanim'" — aquelas ramificações que crescem na videira, chamadas "vedilles". "'Morigei behemá'" — toda carne que há no animal, feita como um "morag" (trilho de debulha) que é serrilhado, como um trilho novo e afiado — ou seja, todo lugar onde a carne não é lisa, como a casca da língua e o palato, que têm uma espécie de espinhos, recortes e a "casa dos copos". "'Com que seu companheiro se limpou'" — refere-se também à cal e ao barro (chartsit). "'Aquele que se pendura'" — que não se senta; conclui-se, então, que o seixo com que seu companheiro se limpou não serve para limpeza — e Rav Sheshet disse acima: se há sobre ela uma marca, é permitido. "'Úmido'" — não serve; seco, serve. "'De um lado'" — naquele lado com que seu companheiro se limpou, não serve para limpeza; mas do outro lado, serve. "'Seu próprio'" — que a limpeza que havia sobre ele era a sua própria.
Disse Abaye a Rav Yosef: caiu chuva sobre ela (a pedra) e a marca se apagou (nitashteshu) — qual é a lei? Disse-lhe: se seu vestígio (rishumam) ainda fosse reconhecível, é permitido.
Abaye pergunta se a chuva que apaga a marca de uso anterior sobre a pedra anula sua designação específica para a limpeza — o que a devolveria à categoria proibida de mover em Shabat, por não ter uso reconhecível. Rav Yosef responde com o mesmo critério de Rav Sheshet: enquanto o vestígio ainda for reconhecível, mesmo que parcialmente apagado, a pedra permanece designada para esse uso, pois, estando suja, não voltaria a servir para nenhum outro propósito (como perfumar), e por isso não se anula sua condição de pedra da privada.
"'E se apagou'" — aquela marca. "'Qual é a lei'" — acaso se anula sua designação específica para o uso da limpeza, ou não? "'Se seu vestígio é reconhecível, é permitido'" — pois, já que está suja, não serve para perfumes, e não se anula sua condição de pedra da privada.
Perguntou Rabá bar Rav Sheila a Rav... (a frase é interrompida aqui, no limite da folha)
A folha se encerra no meio de uma pergunta, interrompida logo após o nome do sábio interrogado. Confirma-se, pelo texto de Sefaria, que 81b completa a frase: Rabá bar Rav Sheila pergunta a Rav Chisda qual é a lei quanto a subir com as pedras da privada ao telhado depois de usá-las, e Rav Chisda responde que grande é a honra das criaturas, a ponto de afastar um "não farás" da Torá — resposta que abre a folha seguinte. Esta folha, portanto, encerra-se aberta.