Abre-se um novo perek
פֶּרֶק חֲמִישִׁי

Perek Heh de Massechet Kilayim. O Perek Dalet se encerrou por completo em 4:6, com a leniência de Rabi Shimon e Rabi Meir para semear mesmo com apenas oito côvados entre as fileiras do vinhedo. O Perek Heh continua no tema do vinhedo, e abre definindo o que é vinhedo seco e o que é vinhedo pobre, plantado em desordem.

Talmud Yerushalmi · Massechet Kilayim · Perek Heh · Halachá 1
כִּלְאַיִם

O vinhedo seco e o vinhedo pobre: dez videiras por bet seá, e a fileira que não está alinhada

Perek Heh, Halachá 1, no Talmud Yerushalmi, Massechet Kilayim

Primeira halachá do Perek Heh de Massechet Kilayim, abertura do capítulo: a Mishná ensina que um vinhedo seco (cujas videiras morreram quase todas) ainda é chamado vinhedo se nele houver dez videiras produtivas por bet seá (medida de área), plantadas regularmente; e que um vinhedo pobre, plantado em desordem, só é vinhedo se nele se conseguir identificar duas fileiras em frente a três; Rabi Meir diz: já que tem aparência de vinhedos, é vinhedo. A guemará abre com Rabi Yochanan igualando a calvície do vinhedo ao vinhedo seco, distinguindo como cada um se limpa; traz Rabi Zeirá demonstrando aos colegas, com um modelo de nove fileiras de sete videiras, como reduzi-lo passo a passo até restarem dez videiras, formando quatro vezes o padrão de duas em frente a duas com uma saindo como cauda — e daí conclui que não há cauda para vinhedo grande, respondendo à pergunta de Rabi Yossei bar Zemina em nome de Rabi Yochanan; segue o cálculo das medidas — sessenta e quatro por quarenta e oito côvados, reduzidas a quarenta e oito por quarenta e oito, e depois a uma calvície de dezesseis por dezesseis regida pelo espaço de trabalho de oito côvados —, debatendo se o bet seá inclui ou não esse espaço de trabalho, com as contas de trezentos e quarenta e oito côvados faltantes ou quatrocentos e cinquenta e dois excedentes; traz a baraita sobre tronco alinhado e topo não alinhado, e a controvérsia entre tanaítas sobre se o alinhamento se mede por dentro ou por fora do cordão esticado, resolvida por Rabi Yoná, com a posição de Rabi Yossei sobre semear dentro ou fora de seis palmos; e fecha com a pergunta sobre o que é vinhedo pobre, respondida por Rabi Yoná: pobre em videiras, mas rico em espaços de trabalho.

A Mishná · מַתְנִיתִין

כֶּרֶם שֶׁחָרֵב אִם יֵשׁ בּוֹ לְלַקֵּט עֶשֶׂר גְּפָנִים לְבֵית סְאָה וּנְטוּעוֹת כְּהִילְכָתָן הֲרֵי זֶה נִקְרָא כֶּרֶם. כֶּרֶם דַּל שֶׁהוּא נָטוּעַ עִרְבּוּבְיָא. אִם יֵשׁ בּוֹ לְכַוֵּין שְׁתַּיִם כְּנֶגֶד שָׁלֹשׁ הֲרֵי זֶה כֶרֶם. וְאִם לָאו אֵינוֹ כֶרֶם. רִבִּי מֵאִיר אוֹמֵר הוֹאִיל וְהוּא נִרְאֶה כְתַבְנִית כְּרָמִים הֲרֵי זֶה כֶרֶם.

Mishná: Vinhedo seco (cujas videiras morreram quase todas): se nele há como reunir dez videiras (vivas) por bet seá (uma área de dois mil e quinhentos côvados quadrados), e estão plantadas segundo sua regra (regularmente espaçadas), isto é chamado vinhedo (e continua sujeito às regras de kilayim do vinhedo). Vinhedo pobre, que está plantado em desordem: se nele há como identificar (um padrão de) duas fileiras em frente a três, isto é vinhedo; e se não, não é vinhedo. Rabi Meir diz: já que tem a aparência de (um padrão de) vinhedos, é vinhedo.

A Halachá · הֲלָכָה א

01Rabi Yochanan: calvície do vinhedo e vinhedo seco, a mesma regra e a diferença de como se limpam
Yerushalmi · Kilayim 5:1
אָמַר רִבִּי יוֹחָנָן הִיא קָרַחַת הַכֶּרֶם הִיא כֶּרֶם שֶׁחָרֵב. קָרַחַת הַכֶּרֶם מַקְרִיחִין אוֹתוֹ מֵאֶמְצָעִי. כֶּרֶם שֶׁחָרֵב מַקְרִיחִין אוֹתוֹ מִכָּל צְדָדָיו.

Halachá: Disse Rabi Yochanan: a calvície do vinhedo é o mesmo que o vinhedo seco (a mesma regra de dez videiras por bet seá se aplica a ambos). A calvície do vinhedo, limpa-se ela a partir de seu meio (a área ressecada fica no centro, cercada de videiras vivas); o vinhedo seco, limpa-se ele a partir de todos os seus lados (a área seca pode tocar a borda do vinhedo por um, dois, três ou quatro lados).

02Rabi Zeirá demonstra: nove fileiras de sete, reduzidas até restarem dez videiras
Yerushalmi · Kilayim 5:1
רִבִּי זְעִירָא מְחַוִּי לַחֲבֵרַיָּא. תֵּשַׁע שׁוּרִין מִן שׁוּבַע שׁוּבַע. נְסַב שׁוּרָא פָּרָא שׁוּרָא לִשְׁתִי שׁוּרָה פָּרָא שׁוּרָה לְעֵרֶב. נִשְׁתַּיְירוּ שָׁם עֶשְׂרִים גְּפָנִים. נְסַב תַּרְתֵּיי מִיכָּן וְתַרְתֵּיי מִיכָּא חָדָא מִיכָּא וְחָדָא מִיכָּא. נִשְׁתַּיְירוּ שָׁם עֶשֶׂר גְּפָנִים. הָדָא דְתַנִּינָן עֶשֶׂר גְּפָנִים לְבֵית סְאָה נִמְצְאוּ שְׁתַּיִם כְּנֶגֶד שְׁתַּיִם וְאַחַת יוֹצֵא זָנָב. שְׁתַּיִם כְּנֶגֶד שְׁתַּיִם וְאַחַת יוֹצֵא זָנָב. שְׁתַּיִם כְּנֶגֶד שְׁתַּיִם וְאַחַת יוֹצֵא זָנָב. שְׁתַּיִם כְּנֶגֶד שְׁתַּיִם וְאַחַת יוֹצֵא זָנָב.

Halachá: Rabi Zeirá demonstrou aos colegas (um modelo geométrico): nove fileiras de sete (videiras) cada. Tirou-se uma fileira em relação à urdidura, e uma fileira em relação à trama (removendo fileiras alternadas em ambas as direções); restaram ali vinte videiras. Tirou-se duas de um lado e duas do outro, uma de um lado e uma do outro; restaram ali dez videiras. Isto é o que ensinamos: "dez videiras por bet seá". Resulta (o padrão em) quatro vezes: duas fileiras em frente a duas, e uma videira saindo como cauda; duas em frente a duas, e uma saindo como cauda; duas em frente a duas, e uma saindo como cauda; duas em frente a duas, e uma saindo como cauda.

03Não há cauda para cauda: resposta à pergunta de Rabi Yossei bar Zemina
Yerushalmi · Kilayim 5:1
אַתְּ רוֹאֶה כִּילּוּ אֲחֶרֶת נְטוּעָה כָּאן. כִּילּוּ אֲחֶרֶת נְטוּעָה כָּאן. כִּילּוּ אֲחֶרֶת נְטוּעָה כָּאן. לִיטַּע כָּאן אֵין אַתְּ יָכוֹל שֶׁהוּא זָנָב וְאֵין זָנָב לְזָנָב. לִיטַּע כָּאן אֵין אַתְּ יָכוֹל שֶׁהוּא זָנָב וְאֵין זָנָב לְזָנָב. לִיטַּע כָּאן אֵין אַתְּ יָכוֹל שֶׁהוּא זָנָב וְאֵין זָנָב לְזָנָב. הָדָא אָמְרָה שֶׁאֵין זָנָב לְכֶרֶם גָּדוֹל. הָדָא פְשִׁיטָא שְׁאֵילָתֵיהּ דְּרִבִּי יוֹסֵי בָּר זְמִינָא בְשֵׁם רִבִּי יוֹחָנָן אַתְּ רוֹאֶה כִּילּוּ אֲחֶרֶת נְטוּעָה כָּאן.

Halachá: Consideras como se outra (videira) estivesse plantada aqui (completando o padrão trapezoidal em um retângulo pleno); como se outra estivesse plantada aqui; como se outra estivesse plantada aqui. Mas plantar aqui de fato tu não podes, pois (essa videira adicional) seria uma cauda, e não há cauda para cauda (uma videira isolada, saindo de um padrão que já é ele mesmo uma "cauda" do vinhedo maior, não pode gerar nova extensão); plantar aqui tu não podes, pois seria cauda, e não há cauda para cauda; plantar aqui tu não podes, pois seria cauda, e não há cauda para cauda. Isto ensina que não há cauda para vinhedo grande (um vinhedo já grande não precisa dessa videira imaginária para ser reconhecido como vinhedo). Isto resolve com simplicidade a pergunta de Rabi Yossei bar Zemina, em nome de Rabi Yochanan: consideras como se outra estivesse plantada aqui (apenas em teoria, para fins de cálculo — nunca na prática).

04O cálculo das medidas: de sessenta e quatro por quarenta e oito até a calvície de dezesseis por dezesseis
Yerushalmi · Kilayim 5:1
נִמְצְאוּ שִׁשִּׁים וְאַרְבַּע עַל אַרְבָּעִים וּשְׁמוֹנֶה. נְסַב תַּרְתֵּי מִיכָּא וִיהַב לוֹן הָכָא נִמְצְאוּ אַרְבָּעִים וּשְׁמוֹנֶה עַל אַרְבָּעִים וּשְׁמוֹנֶה. חַד בֵּינַיי עֲקַר חַד בֵּינַיי וְהַב חַד [קָרֵחַ] שֵׁשׁ עֶשְׂרֵה עַל שֵׁשׁ עֶשְׂרֵה עֲבוֹדָתוֹ בִשְׁמוֹנֶה אַמּוֹת. מַה אַתְּ עֲבַד לָהּ הוּא וַעֲבוֹדָתוֹ לְתוֹךְ בֵּית סְאָה. אוֹ חוּץ לַעֲבוֹדָתוֹ. אִין תַּעַבְדִּינָהּ הוּא וַעֲבוֹדָתוֹ בְּתוֹךְ בֵּית סְאָה אַשְׁכָּח חָסֵר תְּלַת מֵאָוָון וְאַרְבָּעִין וּתְמָנְיָא. וְאִין תַּעַבְדִּינָהּ חוּץ לַעֲבוֹדָתוֹ. אַשְׁכָּח יֶתֶר מֵאַרְבַּע מֵאָוָון וְחַמְשִׁין וְתַרְתֵּיי. אִין תֵּימַר כְּמִי פְלָגוֹת בִּיחִידִיּוֹת הֵן אִין תֵּימַר בְּרוֹצֵף לֹא תַנִּינָן אֶלָּא עֶשֶׂר גְּפָנִים לְבֵית סְאָה. הֲוֵי לֹא מָצֵי תַנַּיָיהּ.

Halachá: Resulta (a medida do retângulo) em sessenta e quatro por quarenta e oito côvados. Tirou-se duas videiras daqui e as pôs ali; resulta em quarenta e oito por quarenta e oito. Uma videira intermediária foi arrancada, uma outra intermediária foi posta (no lugar): forma-se uma calvície de dezesseis por dezesseis, cujo espaço de trabalho é de oito côvados. Como tu a tratas: ela e seu espaço de trabalho dentro do bet seá, ou fora de seu espaço de trabalho? Se a tratares, ela e seu espaço de trabalho, dentro do bet seá, encontra-se uma falta de trezentos e quarenta e oito côvados quadrados. E se a tratares fora de seu espaço de trabalho, encontra-se um excesso de quatrocentos e cinquenta e dois. Se disseres que (as videiras) estão separadas como videiras isoladas (cada uma com sua própria área individual)(também não se ajusta); se disseres que estão em fileira contínua (um vinhedo pleno) — não ensinamos senão "dez videiras por bet seá" (e essa contagem não se sustentaria como fileira contígua). Eis que a baraita não pôde (resolver o cálculo com exatidão).

05Tronco alinhado, topo não alinhado: a baraita e o cordão esticado
Yerushalmi · Kilayim 5:1
הַכּוֹרֶת מְכוּוָּן וְהַנּוֹף אֵינוֹ מְכוּוָּן הֲרֵי זֶה כֶּרֶם. הַנּוֹף מְכוּוָן וְהַכּוֹרֶת אֵינוֹ מְכוּוָּן אֵינוֹ כֶרֶם. הָיוּ דַקּוֹת וְאֵינָן מְכוּוָּנוֹת [הֵעָבוֹת] וַהֲרֵי הֵן מְכוּוָּנוֹת הֲרֵי זֶה כֶּרֶם. כֵּיצַד הוּא יוֹדֵעַ אִם מְכוּוָּנוֹת הֵן. מֵבִיא חוּט וּמוֹתֵחַ. אִית תַּנָּיֵי תַנֵּי מִבִּפְנִים וְאִית תַּנָּיֵי תַנֵּי מִבְּחוּץ. אָמַר רִבִּי יוֹנָה מָאן דְּאָמַר מִבִּפְנִים בְּתוֹךְ טֶפַח. מָאן דְּאָמַר מִבְּחוּץ צָרִיךְ שֶׁיְּהֵא נוֹגֵעַ בָּהֶן. שׁוּרָה הַחִיצוֹנָה שֶׁאֵינָהּ מְכוּוָּנוֹת כְּנֶגֶד הַכָּרְתִּין. נוֹתְנִין לָהּ עֲבוֹדָתָהּ וְזוֹרֵעַ אֶת הַמּוֹתָר. אָמַר רִבִּי יוֹסֵי שֶׁאִם הָיוּ זוֹרְעִין בְתוֹךְ שִׁשָּׁה הַכֹּל אָסוּר. חוּץ לְשִׁשָּׁה הַגְּפָנִים מוּתָּרוֹת וְהַכֶּרֶם אָסוּר.

Halachá: (Baraita:) O tronco está alinhado, mas a copa não está alinhada — isto é vinhedo. A copa está alinhada, mas o tronco não está alinhado — isto não é vinhedo. Eram (as videiras) finas e não estavam alinhadas, (depois) engrossaram e agora estão alinhadas — isto é vinhedo. Como se sabe se estão alinhadas? Traz-se um cordão e o estica (junto às videiras). Há tanaítas que ensinam (que se mede) por dentro, e há tanaítas que ensinam (que se mede) por fora. Disse Rabi Yoná: quem diz "por dentro" (exige que os troncos estejam) dentro de um palmo (de distância do cordão); quem diz "por fora" exige que (o cordão) as toque. (Se) a fileira externa não está alinhada em relação aos troncos (das demais), dá-se a ela seu espaço de trabalho, e semeia-se o restante. Disse Rabi Yossei: se semeavam dentro de seis palmos, tudo é proibido; fora de seis palmos, as videiras (isoladas) são permitidas, mas o vinhedo é proibido.

06O que é vinhedo pobre? Pobre em videiras, rico em espaços de trabalho
Yerushalmi · Kilayim 5:1
וְאֵיזֶהוּ כֶרֶם דַּל. אָמַר רִבִּי יוֹנָה דַּל בִּגְפָנִים וְעָשִׁיר בַּעֲבוֹדוֹת.

Halachá: E qual é o vinhedo pobre (mencionado na Mishná)? Disse Rabi Yoná: pobre em videiras, mas rico em espaços de trabalho (tem poucas videiras, mas grande área reservada ao cultivo de cada uma, por estarem espalhadas em desordem).

Nota

Esta é a primeira halachá do Perek Heh de Massechet Kilayim, que abre o capítulo. Encerrado por completo o Perek Dalet em 4:6, com a leniência de Rabi Shimon e Rabi Meir para vinhedos plantados com apenas oito côvados entre as fileiras, o Perek Heh permanece no tema do vinhedo e passa a definir dois novos conceitos: o vinhedo seco, que continua sendo tratado como vinhedo pleno se nele restarem dez videiras produtivas por bet seá, plantadas regularmente; e o vinhedo pobre, plantado em desordem, que só conta como vinhedo se nele for possível identificar um padrão mínimo de duas fileiras em frente a três. Rabi Meir amplia essa leniência: basta que o terreno tenha a aparência geral de um vinhedo para que a ele se apliquem as regras de kilayim.

A guemará abre com Rabi Yochanan igualando a calvície do vinhedo, já tratada no Perek Dalet, ao vinhedo seco desta Mishná — a mesma regra numérica se aplica a ambos, distinguindo-se apenas na direção em que se "limpa" a área morta: a partir do centro, na calvície, ou a partir de qualquer lado, no vinhedo seco. Rabi Zeirá então demonstra aos colegas, com um modelo de nove fileiras de sete videiras, como reduzir sistematicamente esse vinhedo, removendo fileiras alternadas e depois videiras individuais, até restarem exatamente dez videiras — o número mínimo exigido pela Mishná — organizadas em quatro repetições do padrão "duas fileiras em frente a duas, com uma saindo como cauda". Disso se extrai o princípio de que não há cauda para uma cauda: uma videira teórica que completaria o padrão não pode, ela mesma, gerar uma nova extensão, o que resolve com simplicidade a pergunta que Rabi Yossei bar Zemina havia levantado em nome de Rabi Yochanan. Segue-se um cálculo detalhado das áreas envolvidas — do retângulo de sessenta e quatro por quarenta e oito côvados, reduzido a quarenta e oito por quarenta e oito, e depois a uma calvície central de dezesseis por dezesseis côvados com espaço de trabalho de oito côvados —, debatendo se a medida de bet seá exigida pela Mishná inclui ou não esse espaço de trabalho, com contas que revelam ora uma falta de trezentos e quarenta e oito côvados quadrados, ora um excesso de quatrocentos e cinquenta e dois, sem que a baraita consiga resolver o problema com exatidão. A guemará traz então uma baraita sobre o alinhamento das videiras — se o tronco está alinhado, ainda que a copa não esteja, já conta como vinhedo; o inverso, não — e a controvérsia entre tanaítas sobre se esse alinhamento se mede esticando um cordão por dentro ou por fora das videiras, resolvida por Rabi Yoná, acompanhada da posição de Rabi Yossei sobre semear dentro ou fora de seis palmos da fileira externa desalinhada. Fecha com a pergunta sobre o que é exatamente o "vinhedo pobre" da Mishná, respondida por Rabi Yoná: pobre em videiras, mas rico em espaços de trabalho reservados ao seu cultivo. Massechet Kilayim, por ser um "tratado menor" dentro do Seder Zeraim, não recebeu Guemará no Talmud Bavli, nem comentário tradicional de Rashi; o texto aqui é o Yerushalmi em sua integridade.