De norte a sul, cento e trinta e cinco: a rampa e o altar, sessenta e dois. Do altar até os anéis, oito côvados; o lugar dos anéis, vinte e quatro; dos anéis até as mesas, quatro; das mesas até os pilaretes, quatro. Dos pilaretes até a parede do pátio, oito côvados; e o restante estava entre a rampa e a parede, e o lugar dos pilaretes.
Depois de decompor, na mishná anterior, o eixo leste-oeste do pátio, esta mishná faz o mesmo para o eixo norte-sul, cujo total — cento e trinta e cinco côvados — já fora anunciado na abertura do capítulo. A soma começa com a rampa de acesso ao altar (o kévesh) somada ao próprio corpo do altar, ocupando juntos sessenta e dois côvados; segue-se o espaço entre o altar e os anéis de ferro fixados ao chão, onde se amarravam os animais para o abate (oito côvados); o próprio lugar ocupado pelos anéis (vinte e quatro côvados); o trecho até as mesas de mármore onde se lavavam as entranhas (quatro côvados); e o trecho seguinte até os pilaretes de pedra (nanassin) usados para pendurar as carcaças (mais quatro côvados). Por fim, o espaço dos pilaretes até a parede do pátio, com oito côvados, e um resto final — que a mishná não quantifica precisamente — distribuído entre a rampa, a parede e o lugar dos pilaretes, completando a soma total de cento e trinta e cinco côvados descrita anteriormente no Perek Guimel, ao tratar do altar e dos utensílios de abate ao seu redor.
Bartenura observa que, embora esta mishná repita e detalhe a distribuição das medidas ao longo do eixo norte-sul do pátio — a rampa e o altar, o espaço até os anéis, o lugar dos próprios anéis, o trecho até as mesas e até os pilaretes, e o espaço final junto à parede —, o sentido concreto de cada uma dessas instalações (a localização exata dos anéis de amarrar os animais, as mesas de mármore para lavagem das entranhas, e os pilaretes usados para pendurar as carcaças) já foi explicado com detalhe no Perek Guimel deste tratado, ao descrever o altar e o espaço de abate ao seu redor; esta mishná apenas retoma essas mesmas instalações para encaixá-las na medida total de cento e trinta e cinco côvados do eixo norte-sul, completando assim, lado a lado com a mishná anterior, o levantamento completo da planta do pátio nos dois eixos.