O daf continua diretamente do fim de 11b–12a, completando as fórmulas ditas ao visitar um doente em Shabat: Rabi Yehuda e Rabi Yosei propõem versões que mencionam "os doentes de Israel", e Shevna, o homem de Jerusalém, tinha o costume de saudar com "Shalom" ao entrar e com a fórmula completa ao sair. A Guemará identifica a opinião de Rabi Chanina — que recomenda misturar o doente entre os demais doentes de Israel na oração — como seguindo Rabi Yosei, e acrescenta que os Sábios só permitiram consolar e visitar em Shabat com dificuldade, por causa da tristeza que essas visitas costumam trazer. Um episódio envolvendo Rabi Elazar e sua fórmula de bênção ora em hebraico, ora em aramaico, leva a uma discussão sobre orar em aramaico, resolvida com a afirmação de que a Presença Divina está com o doente; seguem-se ensinamentos sobre D'us sustentar e alimentar o próprio doente, e uma baraita sobre a postura correta ao visitá-lo. O daf então retoma a Mishná sobre não ler à luz da vela, com uma longa sequência de ensinamentos de Rabá sobre até que altura e em que circunstâncias a leitura é permitida (dois andares, duas mantas, dez casas empilhadas — mas nunca sozinho, nunca dois assuntos, nunca perto de uma fogueira grande), a permissão de Rava para pessoas importantes, uma tentativa de objeção a partir de outra baraita, e a célebre história de Rabi Yishmael ben Elisha, que quase inclinou a vela ao ler sozinho e registrou o incidente em seu caderno pessoal como um pecado a ser expiado. O daf fecha com a distinção entre um servo fixo e um servo não fixo ao verificar copos e pratos à luz da vela, a diferença entre óleo e nafta, o episódio de Rabi Yirmeya bar Abba na casa de Rav Assi, e o início de uma nova baraita sobre o chazan da sinagoga, cuja discussão prossegue no daf seguinte.
Rabi Yehuda diz: "(Que) o Onipresente tenha misericórdia de ti e dos doentes de Israel". Rabi Yosei diz: "(Que) o Onipresente tenha misericórdia de ti dentre os doentes de Israel (isto é, misturando-te entre eles)". Shevna, o homem de Jerusalém, ao entrar (na casa do doente), diz: "Paz"; e ao sair, diz: "É Shabat, (quando é proibido) clamar, e a cura está próxima de vir, e Suas misericórdias são abundantes, e descansai em paz". Com quem concorda isto que disse Rabi Chanina: aquele que tem um doente em sua casa precisa misturá-lo entre os doentes de Israel (em sua oração)? Com quem (concorda)? Com Rabi Yosei.
O daf abre completando a lista de fórmulas de visita ao doente iniciada no fim de 12a. Rabi Yehuda pede misericórdia para o doente "e" para os demais doentes de Israel, como uma menção adicional; Rabi Yosei formula de modo mais integrado, pedindo misericórdia para o doente "dentre" os doentes de Israel — isto é, tratando sua súplica como incluída dentro da súplica coletiva por todos os doentes, o que se considera mais eficaz, pois a oração se apoia no mérito do público. Shevna, o homem de Jerusalém, tinha um costume próprio: saudava com a palavra simples "Shalom" ao entrar na casa do doente, e reservava a fórmula completa de consolo para o momento de sair. A Guemará então identifica com qual dessas opiniões concorda um ensinamento independente de Rabi Chanina — que recomenda "misturar" o doente entre os demais doentes de Israel ao orar por ele — concluindo que essa é a abordagem de Rabi Yosei, que também trata a súplica individual como inserida dentro da súplica coletiva.
"Dentre os doentes de Israel" — pois, por incluí-lo junto com os demais, sua oração é ouvida em mérito do público.
"Shevna, o homem de Jerusalém" — era um homem grande em Jerusalém, e seu nome era Shevna.
"Suas misericórdias" — do Santo, bendito seja, são abundantes.
"Descansai em paz" — repousai em vosso Shabat, em paz.
E disse Rabi Chanina: só a duras penas permitiram consolar enlutados e visitar doentes em Shabat.
Rabi Chanina observa que a permissão de Bet Hillel — mencionada em 12a — para consolar enlutados e visitar doentes em Shabat não foi concedida de bom grado ou sem hesitação, mas apenas com dificuldade, precisamente porque tais visitas tendem a entristecer quem as realiza, algo em tensão com o espírito de alegria próprio do Shabat.
"Só a duras penas permitiram" — por causa de (quem visita) se entristecer.
Disse Rabá bar bar Chana: quando íamos atrás de Rabi Elazar para perguntar (sobre) um (doente com) inchaço, às vezes ele dizia: "O Onipresente te recorde para a paz" (em hebraico); e às vezes lhe dizia: "O Misericordioso se lembre de ti para a paz" (em aramaico). Como fazia ele assim (usando o aramaico)? Pois não disse Rav Yehuda: nunca peça a pessoa suas necessidades em língua aramaica! E disse Rabi Yochanan: todo aquele que pede suas necessidades em língua aramaica, os anjos do serviço não se ocupam dele, pois os anjos do serviço não reconhecem a língua aramaica! (Resposta:) Diferente é o doente, pois a Presença Divina está com ele (e não há necessidade da intermediação dos anjos).
Rabá bar bar Chana relata que Rabi Elazar variava sua fórmula de bênção ao doente, ora em hebraico, ora em aramaico. A Guemará questiona essa prática à luz de dois ensinamentos: Rav Yehuda instrui que ninguém deve pedir suas necessidades pessoais em aramaico, e Rabi Yochanan explica a razão — os anjos do serviço, que transmitem as orações, não compreendem o aramaico, de modo que uma oração nessa língua não seria "acompanhada" por eles diante do Trono. A resposta é que o caso do doente é diferente: a Presença Divina (Shechiná) está com ele diretamente, tornando desnecessária a intermediação angelical, e por isso a oração em aramaico não representa problema algum nesse contexto específico.
"Com um inchaço" — num doente.
"Às vezes lhe dizia" — em língua sagrada (hebraico), e às vezes lhe dizia em língua aramaica; e isto não foi ensinado a respeito do Shabat (especificamente, mas como observação geral sobre visitar doentes).
"Pois a Presença Divina está com ele" — e quem ora (por ele) não precisa que os anjos do serviço se ocupem dele para trazer sua oração para dentro da cortina (celestial, junto ao Trono).
(Isso se confirma) porque disse Rav Anan em nome de Rav: de onde (se aprende) que o Santo, bendito seja, sustenta o doente? Pois se diz: "O Eterno o sustentará no leito da enfermidade" (Salmos 41:4). Ensinou-se também assim (numa baraita): aquele que entra para visitar o doente não deve sentar-se nem sobre a cama, nem sobre a cadeira, mas se envolve (no manto) e se senta diante dele, porque a Presença Divina está acima da cabeceira do doente, como se diz: "O Eterno o sustentará no leito da enfermidade". E disse Rava em nome de Ravin: de onde (se aprende) que o Santo, bendito seja, alimenta o doente? Pois se diz: "O Eterno o sustentará no leito da enfermidade".
A Guemará fundamenta a afirmação de que a Presença Divina está com o doente a partir do verso dos Salmos sobre "o leito da enfermidade", que se interpreta como indicando que D'us mesmo sustenta o doente. Uma baraita paralela deriva desse mesmo verso uma regra prática de etiqueta ao visitar um doente: não se deve sentar sobre a própria cama do doente, nem numa cadeira ao seu lado, mas envolver-se no manto (com humildade e reverência, como quem está diante de um rei) e sentar-se diante dele — pois a Presença Divina paira sobre a cabeceira do enfermo, e sentar-se ali seria uma falta de respeito. Por fim, Rava, em nome de Ravin, extrai do mesmo verso ainda um terceiro ensinamento: que D'us também alimenta o doente.
"Sustentará" — apoia (o doente) em sua fraqueza de força; e, em nome de Rabenu Yaakov, soer é a tradução (aramaica) de poked, isto é, "visita", como (no verso): "e a teus irmãos visitarás (tifkod) para a paz" (I Samuel 17:18), que se traduz "e a teus irmãos tissar para a paz"; e segundo esta versão, lemos: não leias yisadenu, mas yisarenu ("o visitará", em vez de "o sustentará").
"Se envolve" — por temor da Presença Divina, como um homem que se senta com temor e não se volta para os lados.
"E não deve ler à luz da vela" (retomando a Mishná). Disse Rabá: mesmo (que a vela esteja) à altura de duas estaturas (de homem), e mesmo (que esteja sobre) duas cangas (empilhadas), e mesmo (que seja em) dez casas, uma sobre a outra (a proibição permanece, se a pessoa lê sozinha). Apenas um (homem sozinho) é que não deve ler; mas dois (lendo juntos), é perfeitamente permitido. (Objeção:) Mas não se ensinou (numa baraita): "nem um, nem dois"?! Disse Rabi Elazar: não é (uma verdadeira) dificuldade: aqui (a proibição de dois se aplica quando estão) tratando de um só assunto (juntos, e por isso ambos podem se distrair igualmente); ali (a permissão para dois se aplica quando cada um trata) de dois assuntos (diferentes, cada um concentrado no seu). Disse Rav Huna: e junto a uma fogueira (grande), mesmo (que estejam) dez homens, é proibido.
A Guemará retoma a Mishná, agora já estabelecida a conclusão de que a proibição de ler à luz da vela se deve ao receio de inclinação. Rabá ensina que essa proibição vale independentemente da altura da vela ou da distância em relação a ela — mesmo que esteja muito alto, fora do alcance da mão, a proibição permanece, pois trata-se de um decreto geral que não se subdivide por circunstâncias particulares. O que realmente importa é se a pessoa lê sozinha (proibido) ou acompanhada por outra pessoa (permitido, pois um lembraria o outro caso viesse a inclinar a vela). Uma baraita aparentemente contradiz isso, proibindo mesmo quando são dois; Rabi Elazar resolve a contradição distinguindo entre duas pessoas lendo o mesmo assunto juntas — quando ambas mergulham igualmente na mesma leitura e nenhuma vigia a vela — e duas pessoas lendo assuntos diferentes, cada uma concentrada no seu próprio texto, quando cada uma permanece mais alerta e pode notar o comportamento da vela. Rav Huna acrescenta que, perto de uma fogueira grande, mesmo dez pessoas juntas não bastam para permitir a leitura, pois a fogueira representa um risco diferente e mais grave.
"Mesmo (que esteja) alto" — (caso) em que não há receio de inclinação (por estar fora de alcance), pois, uma vez que decretaram, não distinguiram em seu decreto.
"Mas dois é perfeitamente permitido" — pois, se vier a inclinar, seu companheiro o fará lembrar.
"De dois assuntos" — em duas seções (diferentes), pois, uma vez que cada um se concentra em si mesmo, não percebe o que faz seu companheiro.
"Na fogueira" — numa fogueira de fogo grande (a leitura) é proibida, pois, sentando-se longe uns dos outros, e ainda mais porque as pontas dos tições estão próximas deles, um não percebe quando seu companheiro vem atiçar e remexer (o fogo).
Disse Rava: se é uma pessoa importante, (ler sozinho à luz da vela) é permitido.
Rava acrescenta uma exceção à proibição geral: uma pessoa importante e respeitada, que por sua própria dignidade não costuma inclinar a vela pessoalmente mesmo em dias comuns (pois consideraria isso abaixo de sua posição, chamando um servo para fazê-lo), está isenta do decreto, mesmo lendo sozinha.
"É permitido" — ler à luz da vela, pois (essa pessoa) não costuma inclinar a vela nem em dia comum, por causa de sua importância.
(A Guemará) levanta uma objeção (contra Rava, a partir de uma baraita): "não deve ler à luz da vela, temendo que (venha a) inclinar (o recipiente de óleo)". Disse Rabi Yishmael ben Elisha: eu lerei e não inclinarei. Certa vez, leu e quis inclinar (a vela, sem perceber). Disse: quão grandes são as palavras dos Sábios, que diziam: não deve ler à luz da vela! Rabi Natan diz: (desta vez, ele de fato) leu e inclinou, e escreveu em seu caderno pessoal: eu, Yishmael ben Elisha, li e inclinei a vela em Shabat; quando o Templo for reconstruído, trarei uma oferenda de pecado gorda! Disse Rabi Aba: diferente é Rabi Yishmael ben Elisha, pois se considerava, quanto às palavras de Torá, (um simples) leigo (sujeito às mesmas regras que qualquer pessoa comum, sem invocar sua própria importância como isenção).
A Guemará traz uma baraita como possível objeção à permissão de Rava para pessoas importantes: Rabi Yishmael ben Elisha, ele próprio um sábio e Sumo Sacerdote de grande estatura, confiou inicialmente em sua própria disciplina, afirmando que leria à luz da vela sem jamais inclinar; mas certa vez, ao ler, percebeu que estava prestes a fazê-lo por puro hábito inconsciente, e reconheceu, com humildade, a sabedoria do decreto rabínico que ele mesmo quase havia violado. Numa versão alternativa da história, atribuída a Rabi Natan, ele de fato chegou a inclinar a vela sem perceber, e registrou o incidente em seu caderno pessoal, comprometendo-se a trazer uma oferenda de expiação assim que o Templo fosse reconstruído — tratando o próprio deslize com extrema seriedade. A Guemará explica que esse episódio não contradiz a permissão de Rava: Rabi Yishmael ben Elisha, apesar de sua grandeza, escolhia deliberadamente não invocar sua própria importância como isenção das leis rabínicas, tratando-se a si mesmo, para efeitos práticos, como um leigo comum.
Diferente é Rabi Yishmael ben Elisha, pois se considerava, quanto às palavras de Torá, um leigo (comum, sem se eximir por sua própria importância).
Ensinou-se (numa baraita): o servo verifica copos e pratos à luz da vela. E ensinou-se em outra (baraita): não deve verificar! Não é (uma verdadeira) dificuldade: aqui (trata-se) de um servo fixo (permanente, que teme seu senhor e não se distrairia); ali, de um servo que não é fixo (temporário, que poderia se distrair e inclinar a vela). E, se quiseres, dize (alternativamente): esta e esta (baraita tratam) de um servo fixo, e não é (uma verdadeira) dificuldade: esta (permite quando a vela é abastecida) com óleo, e esta (proíbe quando é abastecida) com nafta (cujo cheiro forte desestimula qualquer aproximação, tornando desnecessária até essa preocupação). Levantou-se a dúvida entre eles: um servo que não é fixo, com (vela de) óleo, qual é a lei? Disse Rav: a lei (é que é permitido), mas não se ensina (publicamente) assim. E Rabi Yirmeya bar Abba disse: a lei (é permitido), e se ensina assim. Rabi Yirmeya bar Abba chegou à casa de Rav Assi. Levantou-se seu servo (de Rav Assi) para verificar à luz da lamparina. Disse-lhe sua esposa (a de Rav Assi, a Rav Assi): e o senhor não faz assim (mesmo)? Disse-lhe (Rav Assi): deixa-o, ele segue a opinião de seu mestre (Rabi Yirmeya bar Abba, que permite abertamente).
A Guemará traz duas baraitot aparentemente contraditórias sobre se um servo pode verificar copos e pratos à luz da vela em Shabat, buscando eventuais sujeiras ou resíduos. A primeira resolução distingue entre um servo fixo, permanente na casa, que teme seu senhor e por isso presta atenção suficiente para não inclinar a vela, e um servo temporário, sem esse mesmo temor e cuidado. Uma segunda resolução alternativa mantém ambas as baraitot referindo-se a um servo fixo, mas distingue pelo tipo de combustível: óleo comum, permitido, versus nafta, cujo forte odor por si só afasta qualquer tentação de se aproximar demais da chama, tornando a verificação seguramente permitida em qualquer caso. Resta então uma dúvida quanto ao caso intermediário — um servo não fixo, com vela de óleo — que Rav permite na prática mas evita ensinar abertamente (por receio de que a permissão seja mal aplicada), enquanto Rabi Yirmeya bar Abba permite e ensina abertamente. O episódio final, na casa de Rav Assi, mostra a posição de Rav Assi na prática: quando questionado por sua esposa sobre por que ele mesmo não adota esse costume mais permissivo, adotado pelo servo (que seguia o costume de seu mestre, Rabi Yirmeya bar Abba), Rav Assi responde com tolerância, reconhecendo a legitimidade da posição mais permissiva sem necessariamente adotá-la para si.
"Servo fixo" — não deve verificar, porque o temor de seu senhor está sobre ele, (pois teme que), caso encontre neles algo repugnante, ele o examine bem, (demorando-se), e tememos a inclinação.
"Que não é fixo" — (esse temor) não recai tanto sobre ele.
"Esta e esta (baraita tratam) de servo fixo" — assim se lê (a versão).
"Com nafta" — que é malcheirosa, é permitido verificar à sua luz, pois (a pessoa) não chega a inclinar (por não querer se aproximar do mau cheiro).
"O que é (a lei de) um servo que não é fixo, com (vela de) óleo?" — visto que não é fixo, ele não inclina (a vela) mesmo em dia comum, e portanto em Shabat é permitido; ou, então, talvez, com óleo, visto que não é malcheiroso, seu costume seja inclinar mesmo em dia comum (e por isso a preocupação permanece).
"A lei" — que é permitido.
"Mas não se ensina assim" — para que não (venham a) menosprezar (o cuidado devido).
"Levantou-se seu servo" — de Rabi Yirmeya, que era um servo não fixo na casa de Rav Assi.
"Disse-lhe sua esposa" — de Rav Assi, a Rav Assi: o senhor não faz assim?
"Segue a opinião de seu mestre" — Rabi Yirmeya, que disse: a lei é permitido, e se ensina assim.
"Em verdade disseram (a respeito d)o chazan (da sinagoga), etc." (início de uma nova baraita). Mas não disseste no início (da baraita, que ele apenas) "vê" (o texto, sem propriamente ler)? O que (isso significaria), senão (que ele pode) ler (à luz da vela)? Não; (significa apenas que ele pode) arrumar (mentalmente) os começos de suas seções (para saber por onde recomeçar a leitura pública no dia seguinte, sem de fato ler o texto completo à luz da vela). E assim disse Rabá bar Shmuel: mas ele arruma os começos de suas seções; a seção inteira, não (pode ler).
O daf termina abrindo uma nova baraita e uma nova discussão, que prossegue em 13a: trata-se do chazan da sinagoga, responsável por conduzir a leitura pública da Torá, e da questão de saber se ele pode, à luz da vela em Shabat, "ver" onde recomeçará a leitura no dia seguinte — uma permissão que parece contradizer a proibição geral estabelecida ao longo do daf. A resposta preliminar apresentada aqui distingue entre efetivamente "ler" o texto (proibido) e apenas "arrumar mentalmente" os pontos de início de cada seção, sem uma leitura contínua (permitido), pois essa localização rápida não corre o mesmo risco de distração prolongada que levaria à inclinação da vela. Rabá bar Shmuel confirma essa distinção, esclarecendo que o chazan pode organizar os começos das seções, mas não pode ler a seção inteira à luz da vela. A discussão continua no início de 13a, com a objeção trazida a partir do próprio ensinamento de Rabban Shimon ben Gamliel sobre as crianças da escola.
"Os começos de suas seções" — e os recita rapidamente com a boca, pois, por o começo da seção estar fluente em sua boca, ele se lembra dela por inteiro no dia seguinte, e assim auxilia os sete que leem (a Torá publicamente), (acompanhando) a pontuação e suas cantilações em voz baixa.