88b se fechara no meio de uma frase: Moshe, enumerando aos anjos do serviço os mandamentos da Torá para mostrar que nenhum lhes é relevante, havia chegado à proibição de idolatria e fora cortado logo após "entre as nações estais vós morando, que adoram..." (שֶׁעוֹבְדִין). 89a abre completando essa mesma pergunta com a palavra que faltava — "idolatria" (עֲבוֹדָה זָרָה) — e prossegue a mesma enumeração através dos mandamentos restantes: a santificação do Shabat (que pressupõe trabalho, do qual os anjos não precisam descansar), a proibição de jurar em vão (que pressupõe negócios e transações), a honra a pai e mãe (que pressupõe tê-los), e as proibições de matar, adulterar e furtar (que pressupõem inveja e mau instinto). Diante de cada objeção os anjos não têm resposta, e imediatamente concordam com o Santo, bendito seja — o que a Guemará lê no próprio verso que os anjos haviam citado em 88b: eles disseram "quão majestoso é Teu nome em toda a terra", mas não chegaram a completar com "coloca Teu esplendor sobre os céus", sinal de que aceitaram que a Torá pertence à terra. Encerrada essa disputa, cada anjo se torna amigo de Moshe e lhe entrega um presente — leitura de um verso dos Salmos sobre "tomar dádivas entre os homens" —, e até o Anjo da Morte lhe revela o segredo de deter uma praga por meio do incenso, conhecimento que permitirá a Moshe ensinar Aharon a agir no episódio de Corach. Segue-se um novo relato de Rabi Yehoshua ben Levi: quando Moshe desceu com a Torá recém-recebida, o satã foi perguntar a Deus onde ela estava; enviado à terra, ao mar e ao abismo, nenhum soube dizer, e o satã foi então instruído a procurar o próprio Moshe — que, em vez de se vangloriar, nega merecer tal dádiva, provocando a repreensão divina de que estaria mentindo, à qual responde com humildade que não tomaria para si o crédito por um tesouro que Deus já apreciava antes da criação do mundo; por essa humildade, a Torá viria a ser chamada por seu próprio nome. Um segundo relato de Rabi Yehoshua ben Levi conta que, ao subir ao monte, Moshe encontrou Deus atando coroas ornamentais às letras da Torá; questionado por não tê-Lo saudado, Moshe responde que um servo não saúda seu senhor, e é repreendido por não ao menos Lhe ter desejado sucesso — ao que responde, já numa subida posterior, com o verso de Números sobre o poder do Eterno. Um terceiro ensinamento de Rabi Yehoshua ben Levi lê o verso do pecado do bezerro de ouro — "o povo viu que Moshe demorava (boshesh)" — como "chegaram seis (baú shesh)": Moshe prometera descer ao início da sexta hora do quadragésimo dia, e o satã, nesse mesmo momento, semeou confusão sobre o horário, convenceu o povo de que Moshe morrera e chegou a mostrar-lhes a imagem de seu leito fúnebre. A folha se fecha com uma discussão entre um dos sábios e Rav Kahana sobre a etimologia de "Monte Sinai" — descartadas as derivações de "nissim" (milagres) e "siman" (sinal bom), por não corresponderem à forma da palavra, Rav Kahana é remetido ao ensinamento de Rav Chisda e Raba, filho de Rav Huna, que a derivam de "sina" (ódio), o ódio que desceu sobre as nações do mundo por não terem aceitado a Torá — o que leva à baraita de Rabi Yosei, filho de Rabi Chanina, sobre os cinco nomes do deserto onde Israel peregrinou quarenta anos: deserto de Tzin, porque ali Israel foi ordenado; deserto de Kadesh, porque ali foi santificado; deserto de Kedemot, porque ali lhe foi dada a Torá antiga; e deserto de Paran, cuja explicação a folha corta bem no início, sem chegar a dizer o motivo do nome — continuação que, confirmada via Sefaria, abre a folha 89b com a explicação de que ali Israel "se multiplicou" (paru ve-ravu), seguida do quinto nome, "deserto do Sinai".
88b terminara cortada logo após a palavra "שֶׁעוֹבְדִין" ("que adoram"), no meio da pergunta que Moshe faz aos anjos do serviço sobre a proibição de outros deuses — "entre as nações estais vós morando, que adoram..." 89a abre em continuação direta dessa mesma pergunta, completando-a com a palavra que faltava: "idolatria" (עֲבוֹדָה זָרָה). Não se trata de um novo raciocínio, mas da própria pergunta retórica de Moshe aos anjos, que prossegue então pelos mandamentos restantes.
Continuando a pergunta interrompida ao final de 88b: idolatria? De novo perguntou Moshe: o que mais está escrito nela? "Lembra-te do dia do Shabat para santificá-lo" — acaso fazeis trabalho, que precisais de descanso dele? De novo: o que está escrito nela? "Não tomarás em vão o nome do Eterno teu Deus" — há entre vós negócio e transação que vos levem a jurar falsamente? De novo: o que está escrito nela? "Honra a teu pai e a tua mãe" — tendes pai e mãe? De novo: o que está escrito nela? "Não matarás", "não adulterarás", "não furtarás". Há inveja entre vós? Há mau instinto entre vós? Imediatamente concordaram com o Santo, bendito seja, como está dito: "Eterno, nosso Senhor, quão majestoso é Teu nome, etc." (Salmos 8:10), enquanto "coloca Teu esplendor sobre os céus" — a segunda metade do mesmo verso, que os próprios anjos haviam citado por completo em 88b como objeção — não está escrito desta vez, sinal de que os anjos concordaram que era próprio dar a Torá aos que habitam a terra.
Moshe prossegue exatamente a mesma estratégia iniciada em 88b: para cada mandamento que Deus lhe revela, ele pergunta aos anjos se a condição pressuposta pelo mandamento se aplica a eles. A proibição de idolatria pressupõe morar entre nações idólatras; a santificação do Shabat pressupõe trabalho semanal do qual descansar; a proibição de jurar em vão pressupõe transações comerciais; a honra aos pais pressupõe tê-los; e as proibições de matar, adulterar e furtar pressupõem inveja e mau instinto — nenhuma dessas condições existe entre seres celestiais. Diante disso, os anjos não têm réplica e concordam imediatamente que a Torá deve mesmo ser dada aos homens. A Guemará extrai essa concordância do próprio verso que os anjos haviam citado como objeção em 88b: ali citaram apenas a primeira metade, "quão majestoso é Teu nome em toda a terra"; a segunda metade, que pediria que o esplendor divino ficasse reservado aos céus, os anjos já não recitam — silêncio que a Guemará lê como assentimento.
"'Há inveja entre vós'" — pois é por meio dela que se chega ao assassinato.
Imediatamente, cada um dos anjos tornou-se seu amigo e lhe passou algo, como está dito: "subiste às alturas, levaste cativo o cativeiro, tomaste dádivas entre os homens" (Salmos 68:19) — como recompensa por te terem chamado "homem" (adam, em vez de tratar-te com desprezo), tomaste dádivas. Também o Anjo da Morte lhe passou algo, como está dito: "e pôs o incenso, e expiou pelo povo" (Números 17:12), e diz: "e ficou entre os mortos e os vivos, etc." (Números 17:13) — se não fosse que o Anjo da Morte lhe disse este segredo, acaso Moshe saberia?
Encerrada a disputa, cada um dos anjos passa a admirar Moshe e lhe confia algo próprio — leitura de um verso dos Salmos sobre "tomar dádivas entre os homens", entendido como recompensa justamente por Moshe ter sido chamado "homem" (e não repreendido por isso). A Guemará estende esse gesto ao próprio Anjo da Morte, que revela a Moshe o segredo de deter uma praga por meio da queima de incenso — conhecimento que, segundo a Guemará, permitiu a Moshe instruir Aharon a agir dessa maneira durante a rebelião de Corach, detendo a peste ao ficar "entre os mortos e os vivos". Sem essa revelação, conclui a Guemará, Moshe não teria como saber desse remédio, já que ele não está escrito na Torá.
"'Passou-lhe algo'" — ensinou-lhe. "'Entre os homens, como recompensa'" — porque te insultaram e te chamaram "homem" (adam), formado da terra (adamá), termo de humildade. "'Passou-lhe seu segredo'" — de queimar incenso em braseiros no momento da praga, e de ficar entre os mortos e os vivos. "'Se não fosse que lhe disse'" — o Anjo da Morte. "'Acaso saberia?'" — pois não estava escrito na Torá.
E disse Rabi Yehoshua ben Levi: no momento em que Moshe desceu de diante do Santo, bendito seja, trazendo a Torá, veio o satã e disse diante Dele: Senhor do universo, onde está a Torá? Disse-lhe: dei-a à terra. O satã foi até a terra, disse-lhe: onde está a Torá? Disse-lhe: "Deus entende seu caminho, etc." (Jó 28:23) — isto é, não sei onde está. Foi até o mar, e este lhe disse: "não está comigo". Foi até o abismo, este lhe disse: "não está em mim". Como está dito: "o abismo disse: não está em mim; e o mar disse: não está comigo" (Jó 28:14); "a perdição e a morte disseram: com nossos ouvidos ouvimos seu rumor" (Jó 28:22). O satã voltou e disse diante do Santo, bendito seja: Senhor do universo, procurei em toda a terra e não a encontrei. Disse-lhe: vai até o filho de Amram (Moshe).
Rabi Yehoshua ben Levi conta um novo episódio: assim que Moshe desce do monte com a Torá recém-recebida, o satã vai perguntar a Deus onde ela está — pergunta que soa estranha, já que Moshe acabara de descer com ela, mas que a Guemará não explica além disso. Deus o remete à terra, e o satã percorre, um a um, terra, mar e abismo, recebendo de cada um apenas uma variação da mesma resposta: não sei, não está comigo, não está em mim — leituras extraídas de um único versículo de Jó sobre a busca pela sabedoria, cujo paradeiro nenhuma criatura conhece. Fracassada a busca, o satã relata o malogro a Deus, que finalmente o remete à verdadeira fonte: o próprio Moshe.
O satã foi até Moshe, disse-lhe: a Torá que o Santo, bendito seja, te deu, onde está? Disse-lhe Moshe: e quem sou eu, para que o Santo, bendito seja, me desse a Torá? Disse-lhe o Santo, bendito seja, a Moshe: Moshe, és um mentiroso?! Disse diante Dele: Senhor do universo, tens um tesouro precioso com o qual Te deleitas todo dia (referência à Torá, conforme Provérbios 8:30) — tomaria eu o crédito para mim mesmo? Disse-lhe o Santo, bendito seja, a Moshe: já que te diminuíste, ela será chamada por teu nome, como está dito: "lembrai-vos da Torá de Moshe, Meu servo, etc." (Malaquias 3:22).
Chegando finalmente a Moshe, o satã repete a mesma pergunta, e Moshe, em vez de se vangloriar da dádiva recebida, nega mesmo merecê-la — resposta que Deus reprova como mentira, já que a Torá de fato lhe fora entregue. Moshe explica então sua negativa: não por falsidade, mas por humildade, recusando-se a tomar crédito por um tesouro que já era a fonte do próprio deleite divino antes mesmo da criação do mundo. É exatamente por essa humildade — "diminuíste-te a ti mesmo" — que Deus recompensa Moshe fazendo a Torá ser chamada, dali em diante, "a Torá de Moshe".
"'És um mentiroso?!'" — em tom de espanto, como pergunta retórica.
E disse Rabi Yehoshua ben Levi: no momento em que Moshe subiu às alturas, encontrou o Santo, bendito seja, que estava atando coroas ornamentais às letras da Torá. Disse-lhe: Moshe, não há saudação em tua cidade ? Isto é, não se costuma cumprimentar? Disse diante Dele: acaso há servo que dá saudação a seu senhor? Disse-lhe: deverias ao menos ter-Me ajudado , desejando-Me sucesso na Minha obra. Imediatamente , numa subida posterior, disse-Lhe: "e agora, que se engrandeça o poder do Eterno, conforme falaste" (Números 14:17).
Rabi Yehoshua ben Levi narra um episódio silencioso: Moshe, ao subir ao monte, encontra Deus ocupado em atar pequenas coroas ornamentais sobre certas letras da Torá — os traços chamados "tagin", mencionados também no tratado Shabat 104a e em Menachot 29b. Moshe não diz nada, e Deus mesmo pergunta se em sua cidade não há costume de saudação; Moshe responde que não caberia a um servo saudar seu senhor primeiro. Deus então observa que Moshe poderia, ao menos, ter desejado sucesso ao Seu trabalho — o que Moshe só vem a fazer numa ocasião posterior, citando o verso de Números sobre a grandeza do poder divino, dito ali a propósito do perdão pedido para Israel após o episódio dos exploradores.
"'Atando coroas'" — como aquelas mencionadas no capítulo HaBoneh (Shabat 104a): a coroa do kuf em relação ao reish, e também as letras de שעטנ"ז ג"ץ, que precisam cada uma de três ornamentos (ziyunim), conforme se diz (Menachot 29b): a cabeça do zayin se estende para a direita e para a esquerda, um pouco em seu teto, e assim também a cabeça esquerda do shin, e assim as cabeças dessas sete letras, onde quer que se encontrem. "'Não há saudação'" — não há costume de saudar. "'Em tua cidade'" — em teu lugar. "'Ajudar-me'" — dizendo: que teu trabalho prospere. "'Imediatamente'" — em outra subida, disse-lhe: "que se engrandeça agora o poder do Eterno".
Disse Rabi Yehoshua ben Levi: o que significa aquilo que está escrito: "e o povo viu que Moshe demorava (boshesh)" (Êxodo 32:1)? Não leias "בּוֹשֵׁשׁ" (demorava), mas "בָּאוּ שֵׁשׁ" (chegaram seis horas). No momento em que Moshe subiu às alturas, disse a Israel: ao fim de quarenta dias, no início da sexta hora, eu virei. Ao fim de quarenta dias, veio o satã e confundiu o mundo , semeando dúvida sobre o horário. Disse-lhes: onde está Moshe, vosso mestre? Disseram-lhe: subiu às alturas. Disse-lhes: chegaram as seis horas, e ele não veio. E não lhe deram atenção. Disse-lhes que Moshe morreu. E não lhe deram atenção. Mostrou-lhes a imagem de seu leito fúnebre, e isso é o que disseram a Aharon: "pois este Moshe, o homem que nos tirou da terra do Egito, não sabemos o que foi feito dele, etc." (Êxodo 32:1).
Rabi Yehoshua ben Levi explica, pela mesma técnica de "não leias, mas", a origem do erro de cálculo que precipitou o pecado do bezerro de ouro: Moshe prometera voltar ao início da sexta hora do quadragésimo dia, mas o povo, contando de modo diferente, já esperava por ele desde a manhã daquele dia. Foi exatamente nessa margem de incerteza que o satã atuou, embaralhando o horário e convencendo o povo primeiro de que Moshe se atrasara, depois de que morrera, e por fim mostrando-lhes a imagem de seu leito de morte — o suficiente para que dissessem a Aharon a frase que leva à confecção do bezerro.
"'Quando Moshe subiu'" — ao monte, disse-lhes: ao fim de quarenta dias eu virei, dentro da sexta hora. Eles supunham que aquele mesmo dia em que subiu entrava na contagem, mas ele quis dizer quarenta dias completos, cujo dia e noite se contam juntos, e o dia de sua subida não tem sua noite junto — pois em sete de sivan subiu, de modo que o quadragésimo dia caiu em dezessete de tamuz; já em dezesseis veio o satã e confundiu o mundo, e mostrou-lhes imagem de treva e escuridão, imagem de nuvem, névoa e confusão, para dizer: certamente morreu Moshe, pois já chegaram as seis horas e ele não veio — e não se pode dizer que erraram senão no próprio dia nublado, entre antes e depois do meio-dia, pois Moshe não desceu até o dia seguinte, como está dito: "e se levantaram cedo no dia seguinte, etc." "'Veio o satã'" — este é o mau instinto, que faz o homem pecar; ele é quem sobe ao céu e acusa; e a opinião de quem diz que ele é o Atributo da Justiça não me parece correta. "'Chegaram as seis'" — que ele vos fixou como prazo.
Disse-lhe um dos Sábios a Rav Kahana: ouviste o que significa "Monte Sinai"? Disse-lhe: um monte no qual se fizeram milagres (nissim) para Israel. Objetou o Sábio: deveria então chamar-se "Monte Nissai"! Mas então: um monte que se tornou um bom sinal (siman) para Israel. Objetou: deveria então chamar-se "Monte Simanai"! Disse-lhe Rav Kahana: por que não frequentas o estudo diante de Rav Pappa e Rav Huna, filho de Rav Yehoshua, que se dedicam à agadá? Pois Rav Chisda e Raba, filho de Rav Huna, disseram ambos: o que significa "Monte Sinai"? Um monte sobre o qual desceu ódio (sina) para as nações do mundo , por não terem aceitado nele a Torá. E isso é o que disse Rabi Yosei, filho de Rabi Chanina: cinco nomes tem o deserto onde Israel peregrinou quarenta anos: deserto de Tzin — porque Israel foi ordenado (nitztavu) nele; deserto de Kadesh — porque Israel foi santificado (nitkadshu) nele; deserto de Kedemot — porque nele foi dada a Torá antiga (kedumá); deserto de Paran — [a folha termina aqui, no meio da explicação deste quarto nome]
Um dos Sábios pergunta a Rav Kahana a etimologia de "Monte Sinai", e as duas primeiras tentativas de resposta — ligando o nome a "nissim" (milagres) ou a "siman" (sinal bom) — são rejeitadas por não corresponderem à forma exata da palavra "Sinai". Rav Kahana é então repreendido por não frequentar o estudo da agadá diante de Rav Pappa e Rav Huna, filho de Rav Yehoshua, e remetido ao ensinamento de Rav Chisda e Raba, filho de Rav Huna: o nome deriva de "sina" (ódio), o ódio que as nações do mundo passaram a sentir por Israel depois de recusarem a Torá que lhes fora oferecida antes de ser dada a Israel. Essa etimologia leva a Guemará a uma baraita mais ampla, de Rabi Yosei, filho de Rabi Chanina, sobre os cinco nomes do deserto onde Israel peregrinou por quarenta anos, cada um justificado por um evento ali ocorrido: Tzin, porque ali Israel foi ordenado nos mandamentos; Kadesh, porque ali foi santificado; Kedemot, porque ali lhe foi dada a Torá "antiga", que precedeu a criação do mundo — e a folha se fecha exatamente no início da explicação do quarto nome, "deserto de Paran", sem chegar a dizer seu motivo. A continuação, confirmada via Sefaria, abre a folha 89b explicando que ali Israel "se multiplicou" (paru ve-ravu), e prossegue com o quinto e último nome, "deserto do Sinai", pela razão já indicada — o ódio que ali desceu sobre as nações do mundo.
"'Ódio para os idólatras'" — porque não aceitaram nele a Torá.