O daf fecha a longa sugya sobre a honra das criaturas com a última peça da derivação de "e a sua irmã": aquele que vai cumprir o sacrifício pascal ou a circuncisão de seu filho não se contamina por um parente comum, mas contamina-se pelo morto sem quem o enterre, pois este é um caso de "sentar e não agir". Em seguida, a Guemará muda de eixo com a pergunta de Rav Papa a Abaye sobre por que aos sábios antigos aconteciam milagres e aos de sua geração não, respondida com exemplos de entrega da vida pela santificação do Nome e de pureza diante da tentação. O daf termina, ainda dentro do Perek Guimel, com uma nova Mishná que isenta mulheres, escravos e menores da leitura do Shemá e dos tefilin, mas os obriga na oração, na mezuzá e no Birkat Hamazon — a mesma Mishná comentada no Talmud Yerushalmi, Berachot 3:3.
Mas, apesar de não se contaminar pelo parente comum, ele se contamina pelo morto sem quem o enterre (met mitzvá — um cadáver encontrado sem ninguém disponível para cuidar de seu sepultamento, obrigação que recai sobre qualquer pessoa presente, mesmo um cohen a caminho de seu sacrifício pascal). Pergunta-se: e por quê se permite que ele interrompa seu mandamento urgente para isso? Diga-se: "não há sabedoria, e não há entendimento, e não há conselho diante do Eterno" (e ele deveria prosseguir com o Pessach ou a circuncisão, sem se desviar nem mesmo pelo morto sem quem o enterre)!
"Mas ele se contamina pelo morto sem quem o enterre" — e isto é um caso de honra das criaturas, que afasta uma proibição da própria Torá (pois a proibição do cohen de se contaminar por um cadáver é bíblica e explícita, e ainda assim cede diante da necessidade de sepultar o morto abandonado).
A Guemará conclui a derivação iniciada no fim de 19b: embora o cohen a caminho de abater seu cordeiro pascal ou circuncidar seu filho não deva se contaminar por um parente comum falecido, ele é obrigado a se contaminar pelo morto sem quem o enterre — o met mitzvá, cujo cuidado recai sobre qualquer pessoa presente, mesmo um Sumo Sacerdote. Isso reabre a dificuldade central do daf anterior, agora em sua forma mais aguda: aqui não há brecha textual explícita como no caso do objeto perdido, nem se trata de impureza meramente rabínica como no bet haperás — a proibição de o cohen se contaminar é bíblica e direta, e mesmo assim cede à necessidade de honrar o morto abandonado.
Responde-se: diferente é ali (o caso do met mitzvá), pois está escrito no próprio versículo, por meio da derivação já exposta, "e a sua irmã" (a exceção de que se contamina pelo morto sem quem o enterre está incorporada na própria fonte bíblica que rege a matéria, e não representa uma suspensão externa da proibição pela honra das criaturas).
Assim como no caso do objeto perdido, a resposta aqui não recorre ao princípio geral da honra das criaturas suspendendo uma proibição bíblica externa, mas mostra que a exceção do met mitzvá já está prevista na própria derivação midráshica da palavra "e a sua irmã", exposta no fim do daf anterior. A obrigação de se contaminar pelo morto abandonado não é uma exceção criada pela honra humana, mas parte constitutiva da lei bíblica desde sua origem — por isso não contradiz o princípio de que a honra das criaturas não afasta proibições bíblicas explícitas quando estas não preveem, elas mesmas, uma exceção.
Objeta-se, então: e não se deveria aprender por analogia a partir daí, que também outras proibições bíblicas cedem à honra das criaturas? Responde-se: um caso de "sentar e não agir" (onde a pessoa apenas se abstém de agir, sem transgredir ativamente com as próprias mãos) é diferente (e por isso não se pode generalizar dele para outros casos em que a transgressão exigiria um ato positivo).
"'Sentar e não agir' é diferente" — muitas coisas os sábios permitiram desarraigar de uma lei da Torá, por causa de uma cerca protetora (preventiva) ou por causa da honra das criaturas, onde a pessoa não desarraiga a coisa por um ato de suas mãos, mas apenas permanece em seu lugar, e a lei da Torá se desarraiga por si mesma — como o toque do shofar e o lulav em Shabat, e o lençol usado como véu que dispensa o tsitsit, e casos semelhantes a estes, muitos, no tratado Yevamot (90b). Mas desarraigar a lei por um ato das mãos, não é permitido. E aquele que veste kilaim o desarraiga por um ato verdadeiro de suas mãos, pois é ele quem o veste. E quanto à impureza de seu próprio corpo, que foi permitida ao cohen e ao nazir para se contaminarem pelo morto sem quem o enterre — isto sim desarraiga a lei por um ato das mãos, por causa da honra das criaturas, já que não é um caso de "sentar e não agir"; e esta é a razão pela qual não se generaliza uma regra a partir desse caso: porque ali não é a honra das criaturas que afasta a proibição própria daquele caso, pois desde o início, quando se escreveu a proibição de impureza, ela não foi escrita a respeito do morto sem quem o enterre, assim como não foi escrita a respeito dos parentes comuns quando ausente essa condição; mas quanto a devolver o objeto perdido e ao Pessach que se aplica a todo o povo de Israel, a exceção foi dita, e junto à honra das criaturas é que foi dado o poder de afastar a obrigação — até aqui vai a explicação de que sua forma de afastamento não é por um ato das mãos, mas por permanecer sentado é que a outra obrigação será afastada; mas kilaim, que é por um ato de suas próprias mãos, a proibição continuará em vigor, pois a Torá foi rigorosa em sua advertência a respeito dele.
A resposta final distingue entre dois tipos de "afastamento" de uma lei da Torá: quando a pessoa apenas permanece passiva e a obrigação deixa de se aplicar por si mesma — "sentar e não agir" —, como no caso de quem não se contamina pelo parente comum (apenas se abstém de ir ao seu encontro) ou no do objeto perdido (apenas se abstém de persegui-lo); e quando a pessoa precisa realizar um ato positivo para transgredir, como vestir o kilaim. Rashi explica que essa distinção resolve por que não se pode generalizar do caso do met mitzvá — ou do objeto perdido — para permitir, por exemplo, que alguém continue vestindo kilaim em nome da honra das criaturas: vestir o kilaim exige um ato ativo da pessoa, enquanto os demais casos envolvem apenas abstenção. Com isso, a Guemará fecha, de modo consistente, toda a extensa sugya sobre os limites da honra das criaturas diante da lei, iniciada no daf anterior.
Disse-lhe Rav Papa a Abaye: qual é a diferença entre os primeiros (as gerações anteriores de sábios), a quem aconteciam milagres, e nós, a quem não acontecem milagres? Se a razão fosse por causa do estudo (supondo que os primeiros merecessem mais milagres por estudarem mais), nos anos de Rav Yehudá, todo o estudo deles era concentrado na ordem de Nezikin (Danos, uma única das seis ordens da Mishná), e nós estudamos as seis ordens inteiras. E quando Rav Yehudá chegava no tratado Uktzin (sobre pedúnculos e talos, um dos mais difíceis), ao ensinar a mishná sobre "a mulher que conserva vegetais numa panela" — e há quem diga que a mishná era sobre "azeitonas conservadas com suas próprias folhas estão puras" —, ele dizia: as discussões de Rav e Shmuel eu vejo aqui (esta única mishná já lhe apresentava tantas dificuldades quanto todas as discussões de seus grandes mestres). E nós estudamos o tratado Uktzin de treze maneiras diferentes, em treze academias, e, no entanto, quando Rav Yehudá tirava um só de seus sapatos (em jejum, para implorar por chuva), vinha a chuva; e nós nos afligimos tanto e gritamos tanto em súplica, e não há quem nos atenda!
"Nos anos de Rav Yehudá, todo o estudo deles era concentrado em Nezikin" — não eram versados em toda a Guemará das quatro outras ordens, senão apenas em três tratados daquela ordem, ao contrário de nós hoje; e esta questão é trazida aqui porque o assunto anterior trata de quem entrega sua vida pela santificação do Nome, e até agora também se tratava de quem se rebaixa a si mesmo, pela santificação do Nome, para tirar o kilaim na rua. "A mulher que conserva vegetais, ou azeitonas conservadas com suas próprias folhas" — é uma mishná no tratado Uktzin. "Estão puras" — pois costuma-se colher azeitonas com as folhas, para segurá-las por elas, e por isso essas folhas se tornam uma alça para as azeitonas, capaz de lhes trazer impureza por contato, como dizemos no tratado Chulin, em "Ha'or Vehrotev" (118a), que a alça traz impureza ao alimento; mas, se as conservou com suas próprias folhas em vinagre, anula-se a condição de alça das folhas, pois a conservação as apodrece e amolece, e não são mais próprias para segurar as azeitonas por elas. "As discussões de Rav e Shmuel eu vejo aqui" — isto é, dizendo: a dificuldade destas duas mishnayot é tão árdua para mim quanto todas as dificuldades com que meus dois mestres se debatiam em toda a Guemará. "De treze maneiras diferentes, em treze academias" — em treze versões distintas há, entre nós, mishnayot e baraitot das seis ordens, e o tratado Uktzin também é ensinado em treze versões, como a mishná de Rabi e a de Rabi Chiyá, e a mishná de Bar Kapará e de Levi, e a versão do tanna da academia de Shmuel; e assim dizemos no tratado Nedarim (41a): Rabi ensinava a halachá em treze versões.
A Guemará muda abruptamente de eixo temático: encerrada a longa sugya sobre a honra das criaturas, Rav Papa levanta uma questão existencial a Abaye, conectada ao tema anterior pela menção à entrega da vida e ao rebaixamento pessoal por santificação do Nome. Ele observa um paradoxo: sua geração estuda com muito mais amplitude e profundidade — as seis ordens completas, com múltiplas versões e treze modos de ensino de um único tratado difícil (Uktzin) — do que a geração de Rav Yehudá, que mal cobria três tratados de uma única ordem e já se via em grande dificuldade diante de uma mishná relativamente simples. E, no entanto, aos primeiros aconteciam milagres visíveis e imediatos — como a chuva vindo assim que Rav Yehudá tirava um sapato em jejum —, enquanto à geração de Rav Papa, apesar de todo o esforço e súplica, nenhum milagre semelhante ocorre.
Disse-lhe Abaye: os primeiros entregavam sua vida pela santificação do Nome; nós não entregamos nossa vida pela santificação do Nome. Como naquele caso de Rav Adá bar Ahavá, que viu uma certa mulher cutita (samaritana) que usava um manto de vestimenta valiosa e imodesta no mercado. Pensou ele que era uma filha de Israel, e levantou-se e rasgou o manto dela (por zelo contra a imodéstia). Revelou-se depois que era na verdade uma cutita. Avaliaram-lhe o prejuízo em quatrocentos zuz (uma multa considerável, já que não havia obrigação de zelo por uma não-judia). Disse-lhe Rav Adá bar Ahavá: qual é o teu nome? Disse-lhe ela: Matun. Disse-lhe: Matun — Matun quatrocentos zuz vale (um jogo de palavras: "Matun" também soa como "duzentos", e ele repetiu o nome duas vezes, somando quatrocentos, como se o próprio nome anunciasse o valor exato da multa que teria de pagar).
"Karbelta" — é o nome de uma vestimenta valiosa, como em "seus mantos (patshehon) e seus karbelatehon" (Daniel 3:21). "Matun, Matun" — tem o sentido de "duzentos" em aramaico (matan). "Quatrocentos" — duas vezes duzentos; ou seja, ele disse: o próprio nome dela me causou o prejuízo. Há também outra explicação: "Matun, Matun" tem o sentido de "esperar, ter paciência"; ou seja, ele lamentou: se eu tivesse esperado para verificar antes de agir, eu teria lucrado e evitado a perda de quatrocentos zuz.
Abaye responde que a diferença não está na quantidade de estudo, mas na disposição de entregar a própria vida — ou o próprio conforto e segurança material — pela santificação do Nome divino. Ele ilustra com o episódio de Rav Adá bar Ahavá, que agiu com zelo contra o que julgou ser imodéstia pública de uma filha de Israel, arriscando-se a rasgar as vestes de alguém em plena rua — um ato de grande exposição pessoal e, como se revelou, de consequência custosa, já que a mulher era na verdade uma samaritana, contra quem não havia essa obrigação de zelo. O episódio termina com um jogo de palavras irônico sobre o nome da mulher, "Matun", que tanto sugere o número exato da multa quanto a lição de que a pressa custou caro.
Rav Guidel costumava ir e sentar-se junto aos portões do local de imersão ritual das mulheres. Dizia-lhes: assim vos imergi, e assim vos imergi (instruindo-as sobre a correta execução da imersão para purificação). Disseram-lhe os sábios: o mestre não teme o mau instinto (diante da exposição a mulheres nesse contexto)? Disse-lhes: elas me parecem, a meus olhos, como gansos brancos (sem despertar nele qualquer desejo).
"Como kaki chivarei" — gansos brancos.
Um segundo exemplo de santidade pessoal, agora não de risco físico ou material, mas de pureza interior diante da tentação: Rav Guidel se colocava, por necessidade de instrução religiosa, numa posição de exposição às mulheres que vinham se purificar, e quando questionado sobre o risco moral dessa prática, respondeu que sua elevação espiritual era tal que a presença delas não lhe despertava nenhum desejo, comparando-as a gansos brancos — uma imagem de indiferença total e não de desprezo.
Rabi Yochanan costumava ir e sentar-se junto aos portões do local de imersão. Disse ele: quando as filhas de Israel sobem e vêm da imersão, elas olham para mim, e assim terão filhos tão belos quanto eu (pela crença de que a visão de algo belo no momento adequado influencia a formação da criança). Disseram-lhe os sábios: o mestre não teme o mau-olhado (a inveja que sua exposição pública poderia atrair)? Disse-lhes: eu venho da semente de Yossef, sobre a qual o mau-olhado não tem domínio, pois está escrito: "filho frutífero é Yossef, filho frutífero junto à fonte (ale ayin)" (Gênesis 49:22), e disse Rabi Abahu: não leias "ale ayin" (junto à fonte), mas sim "olei ayin" (que se elevam acima do olho — isto é, acima do alcance do mau-olhado).
"Rabi Yochanan" — era um homem de bela aparência, como dizemos no tratado, no capítulo "HaSocher et HaPoalim" (Bava Metzia 84a): a beleza de Rabi Abahu era um reflexo da beleza de Rabi Yochanan, etc. "Olei ayin" — isto é, removidos do alcance do mau-olhado, que não tem domínio sobre eles.
Um terceiro exemplo, agora de Rabi Yochanan, conhecido por sua extraordinária beleza. Ele também se sentava junto às portas de imersão, mas com um propósito distinto do de Rav Guidel: permitir que as mulheres, ao emergirem da purificação, contemplassem sua beleza, na crença de que isso favoreceria o nascimento de filhos belos. Questionado sobre o risco do mau-olhado — a inveja que tal exposição pública de sua própria beleza poderia atrair sobre si —, ele responde que, como descendente de Yossef, está protegido dessa influência, apoiando-se numa leitura homilética do versículo de Gênesis 49:22 proposta por Rabi Abahu.
Rabi Yossei bar Rabi Chanina disse que se aprende essa proteção daqui: "e multipliquem-se (que se propaguem como peixes, veyidgu) abundantemente no meio da terra" (Gênesis 48:16, bênção de Yaacov sobre os filhos de Yossef). Assim como os peixes que estão no mar, as águas os cobrem, e o mau-olhado não tem domínio sobre eles (por estarem ocultos da vista), também sobre a semente de Yossef o mau-olhado não tem domínio.
Rabi Yossei bar Rabi Chanina traz uma segunda fonte bíblica para o mesmo princípio da proteção da descendência de Yossef contra o mau-olhado, agora a partir da bênção de Yaacov sobre Efraim e Menashe, que emprega uma palavra derivada de "peixe" (dag). A comparação é direta: assim como os peixes vivem ocultos sob as águas, imunes à inveja porque não são vistos, também a linhagem de Yossef goza dessa proteção natural.
E, se quiseres, dize outra explicação, de ordem moral e não apenas simbólica: o olho que não quis alimentar-se (usufruir) daquilo que não é seu (referindo-se a Yossef, que resistiu à mulher de Potifar, recusando-se a tomar o que pertencia a outro) — sobre ele o mau-olhado não tem domínio.
"Que não quis alimentar-se" — isto é, desfrutar da esposa de seu senhor.
Uma terceira explicação para a imunidade de Yossef ao mau-olhado, desta vez fundamentada não numa analogia simbólica, mas no próprio mérito moral de Yossef: por ter resistido à tentação da esposa de Potifar, recusando-se a desejar o que pertencia a outro homem, seu "olho" — sua capacidade de desejo — foi purificado, e por isso ele e sua descendência ficaram protegidos do mau-olhado alheio. Com isso se encerra a breve digressão sobre milagres, entrega da vida e pureza pessoal, iniciada pela pergunta de Rav Papa.
Mulheres, escravos e menores estão isentos da leitura do Shemá e dos tefilin, mas ficam obrigados na oração, na mezuzá e no Birkat Hamazon (a Bênção depois da Refeição).
"Mishná: mulheres, escravos e menores estão isentos da leitura do Shemá" — pois essa leitura é um mandamento positivo ligado ao tempo, e estabelecemos no tratado Kidushin (29a) que as mulheres estão isentas dele por lei da própria Torá; e o mandamento dos tefilin também é um mandamento positivo ligado ao tempo, pois a Guemará entende que a noite e o Shabat não são tempo apropriado para os tefilin (e por isso, sendo restrito a certos períodos, conta como um mandamento "ligado ao tempo", do qual as mulheres estão isentas). "Menores" — mesmo um menor que já chegou à idade de ser educado nos preceitos, não impuseram a seu pai o dever de educá-lo na leitura do Shemá, porque a criança não está sempre disponível quando chega o momento certo da leitura do Shemá (que tem horários fixos e breves, incompatíveis com a rotina de uma criança).
Ainda dentro do Perek Guimel ("Mi SheMeto"), o daf apresenta uma nova Mishná, que trata de um tema distinto: quais categorias de pessoas estão isentas de determinados preceitos ligados ao tempo. Mulheres, escravos e menores ficam isentos da leitura do Shemá e do uso dos tefilin — ambos mandamentos positivos vinculados a horários específicos, categoria da qual, segundo o princípio geral estabelecido em Kidushin 29a, as mulheres estão isentas. Rashi explica que os tefilin também se enquadram nessa categoria porque não se usam à noite nem no Shabat. Quanto aos menores, mesmo os que já atingiram idade de instrução formal não têm seus pais obrigados a educá-los especificamente na leitura do Shemá, justamente pela dificuldade prática de garantir sua presença exatamente nos horários fixos e restritos dessa leitura. Em contrapartida, os três grupos permanecem obrigados na oração, na mezuzá e no Birkat Hamazon — preceitos que a Guemará discute a seguir, no daf 20b.
O Talmud Yerushalmi, Berachot 3:3, comenta esta mesma Mishná — as isenções de mulheres, escravos e menores quanto ao Shemá e aos tefilin, e suas obrigações na oração, na mezuzá e no Birkat Hamazon —, com fontes bíblicas próprias e discussões paralelas às que a Guemará bavli desenvolve a partir daqui.
Ver Yerushalmi Berachot 3:3 →