O daf abre com o episódio de Rabi Zeirá, doente, e a promessa de Rabi Abahu de fazer um banquete se ele sarasse; curado, Rabi Abahu cumpre o voto e, tanto na hora de partir o pão quanto na de abençoar, pede a Rabi Zeirá que presida — mas este recusa em ambos os casos, citando primeiro Rabi Yochanan ("o dono da casa parte") e depois Rav Huna da Babilônia ("quem parte, abençoa"), o que gera a pergunta sobre a própria posição de Rabi Zeirá: ele segue o ensinamento de Rabi Yochanan em nome de Rabi Shimon bar Yochai de que o dono da casa parte — para que o faça com boa vontade — e o convidado abençoa — para que abençoe o anfitrião —, com o texto integral dessa bênção e os acréscimos de Rabi. Segue-se a pergunta sobre até onde vai a bênção do zimún, com a disputa entre Rav Nachman ("até Nevarech") e Rav Sheshet ("até Hazan"), uma tentativa de atribuí-la a uma divergência tanaítica sobre o número de bênçãos do Birkat Hamazon (duas ou três, três ou quatro), afinal rejeitada em favor de duas explicações independentes — uma ligada à bênção abreviada dos trabalhadores, outra ao estatuto rabínico ou bíblico de "Hatov vehametiv" — e fechada com as provas de Rav Yosef e de Rav Yitzchak bar Shmuel bar Marta de que essa quarta bênção não é da Torá.
Rabi Zeirá adoeceu (chalash), entrou (al) junto (legabeih) a ele Rabi Abahu, e assumiu (kabel alei) sobre si um voto: se (i) sarar (mitpach) Katiná chariach shakei ("o pequeno, de pernas queimadas" — apelido de Rabi Zeirá) — farei (avidna) um dia (yoma) festivo (tava) para os sábios (rabanan). Sarou (itpach), e fez (avad) um banquete (seudata) para todos (lechulhu) os sábios (rabanan).
"Katiná chariach shakei" — assim (kach) chamavam (hayu korin) Rabi Zeirá, e o motivo (taama) se explica (mefaresh) em Bavá Metziá, no capítulo "Hasocher et Hapoalim" (Bavá Metziá 85a). "Quando chegou (ki meta) a partir (lemishrei)" — expressão (lishna) de início (deshiruta), isto é, partir (lifros) a bênção de "Hamotzí" e comer (velechol).
Abre-se um novo episódio, encerrando a sugya sobre a exigência de dez para a menção do Nome no zimún. Rabi Abahu, ao visitar Rabi Zeirá doente, faz um voto condicional de banquete, cumprido assim que este se recupera.
Quando (ki) chegou (meta) a hora de partir (lemishrei) o pão, disse-lhe Rabi Abahu a Rabi Zeirá: parta (lishrei) o mestre (mar) para nós (lan)! Disse-lhe: não (la) entende (savar lah) o mestre (mar) aquilo (leha) que (de) disse Rabi Yochanan, que (de) amar (dechatam): o dono (baal) da casa (habait) parte (botzea) — isto é, é o anfitrião, e não o convidado de honra, quem deve partir o pão? Ele (Rabi Abahu, sendo o dono da casa) partiu (shera) para eles (lehu).
Rabi Abahu, como anfitrião, tenta ceder a honra de partir o pão a Rabi Zeirá, seu convidado ilustre; mas este recusa, invocando a regra de Rabi Yochanan de que cabe ao dono da casa partir — e Rabi Abahu acata, partindo ele mesmo.
Quando (ki) chegou (meta) a hora de abençoar (leborochei), disse-lhe Rabi Abahu, novamente, a Rabi Zeirá: abençoe (nevarich) para nós (lan) o mestre (mar)! Disse-lhe: não entende o mestre aquilo que disse Rav Huna, o de (demin) Babel (Babilônia), que (de) disse: quem parte (botzea) o pão é quem abençoa (mevarech) — isto é, a mesma pessoa que partiu o pão no início deve também recitar a Bênção do Alimento ao final, de modo que, tendo Rabi Abahu partido, é ele quem deve abençoar, e não Rabi Zeirá?
"Rav Huna, o da Babilônia" — este é (haynu) o Rav Huna mencionado (setama) sem qualificação alhures; e como (ulefi) agora (sheachshav) Rabi Zeirá estava (havá) na Terra de Israel, no lugar (bimkom) de Rabi Abahu, e havia subido (vehavá oleh) da Babilônia — tendo ele próprio emigrado dali —, por isso (kaamar hachi) ele fala assim, especificando a origem babilônica de Rav Huna, para diferenciá-lo dos sábios locais.
Uma segunda tentativa de Rabi Abahu de ceder a honra, agora quanto à Bênção do Alimento, também é recusada por Rabi Zeirá, que invoca uma segunda tradição — de Rav Huna — segundo a qual quem partiu o pão deve ser quem abençoa, papel que, no caso, cabe ao próprio Rabi Abahu.
E ele (veihu) mesmo — isto é, Rabi Zeirá, que rejeitou tanto a proposta de partir quanto a de abençoar, com quem (kemaan) concordava (svira leih) — isto é, qual era, afinal, sua própria posição sobre quem deve partir e quem deve abençoar?
A Guemará pergunta pela posição de fundo do próprio Rabi Zeirá, já que suas duas recusas, tomadas juntas, apontam para um princípio ainda não formulado explicitamente.
Como (ki ha) aquilo que disse Rabi Yochanan em nome de Rabi Shimon ben Yochai: o dono (baal) da casa (habait) parte (botzea), e o convidado (oreach) abençoa (mevarech) — isto é, os dois papéis não recaem necessariamente sobre a mesma pessoa: partir cabe sempre ao anfitrião, abençoar cabe sempre ao hóspede. O dono da casa parte — para que (kedei she) parta (yivtza) com bom (yafeh) olho (beayin) — isto é, sendo o dono, ele reparte generosamente, com porções fartas, pois é ele quem sofre o custo. E o convidado abençoa — para que (kedei she) abençoe (yevarech) o dono da casa — isto é, o hóspede tem interesse e boa vontade especial em incluir na Bênção do Alimento um pedido de bênção para seu anfitrião generoso.
Encontra-se, enfim, o princípio que orientava as duas recusas de Rabi Zeirá: partir e abençoar são funções distintas e atribuídas a pessoas diferentes por motivos opostos e complementares — o anfitrião, por interesse em partir com generosidade, e o convidado, por gratidão, para abençoar aquele que o recebeu.
O que (mai) abençoa (mevarech) — isto é, qual é o texto dessa bênção adicional que o convidado recita em favor do anfitrião? "Yehi ratzon" ("seja da vontade divina") que não se envergonhe (shelo yevosh) o dono da casa (baal habait) neste (hazeh) mundo (baolam), e não (velo) seja humilhado (yikalem) no mundo (leolam) vindouro (haba).
Traz-se o texto dessa fórmula de gratidão do convidado, um pedido de que o anfitrião — cuja generosidade se manifestou nesta refeição — não sofra vergonha nem neste mundo nem no vindouro.
E Rabi acrescenta (mosif) nela (bah) palavras (devarim): "e que prospere (veyitzlach) muito (meod) em todos (bechol) os seus bens (nechasav), e sejam (veyihyu) seus bens (nechasav) e os nossos (unechaseinu) bem-sucedidos (mutzlachim) e próximos (ukrovim) da cidade (laír), e não (veal) domine (yishlot) Satã (satan) nem (lo) sobre as obras (bemaasei) de suas mãos (yadav) nem sobre as nossas (yadeinu), e não (veal) se levante (yizdaker) nem (lo) diante dele (lefanav) nem (velo) diante de nós (lefaneinu) nenhum (shum) pensamento (devar hirhur) de pecado (chet), transgressão (avera) ou iniquidade (veavon), de agora (meata) e para sempre (vead olam)".
"Seus bens" (nechasav) — terras (karkaot). "Próximos da cidade" — que (she) possa (yachol) o dono da casa vê-los (lirotan) sempre (tamid) e saber (veladaat) do que (mah) eles precisam (tzrichin).
Rabi amplia a fórmula de bênção ao anfitrião com um pedido mais detalhado: prosperidade material, proximidade das terras à cidade para facilitar sua administração, e proteção espiritual contra a influência do Satã e contra o pensamento de pecado — tanto para o anfitrião quanto para o próprio convidado.
Até (ad) onde (heichan) vai a bênção (birkat) do zimún (hazimun) — isto é, qual é a extensão exata da fórmula introdutória "Nevarech LEloheinu" que caracteriza propriamente o zimún, distinguindo-a das bênçãos subsequentes do Birkat Hamazon?
"Até onde vai a bênção do zimún" — isto é, (shetzrichin) qual parte requer (shetzrichin) a presença de três, de modo que, quando (keshehen) são apenas dois, não (lo) a dirão (yomruha) — busca-se, portanto, o limite exato da fórmula especificamente vinculada ao zimún, e não apenas ao Birkat Hamazon comum, que qualquer pessoa recita mesmo sozinha.
Uma nova questão se abre: qual é a extensão precisa da bênção introdutória do zimún, que depende de haver ao menos três comensais, em contraste com o restante do Birkat Hamazon, que se recita mesmo sozinho.
Rav Nachman disse: até "Nevarech" ("abençoemos" — isto é, apenas a frase introdutória de convite, "Nevarech LEloheinu she'achalnu mishelo", conta como a bênção específica do zimún). E Rav Sheshet disse: até "Hazan" ("que sustenta" — isto é, também a primeira das quatro bênçãos do Birkat Hamazon, "Hazan et hakol", faz parte da bênção do zimún).
Duas posições amoraicas delimitam a extensão da bênção do zimún de formas diferentes: Rav Nachman a restringe à fórmula introdutória "Nevarech", enquanto Rav Sheshet a estende também à primeira bênção completa do Birkat Hamazon, "Hazan".
Ver também no Talmud Yerushalmi: a formulação exata da fórmula introdutória do zimún — "Nevarech" e suas variações — é discutida com um episódio de sábios à mesa no Yerushalmi.
Ver Yerushalmi Berachot 7:3 →Digamos (neima) que é como (ketannaei) uma disputa entre tanaítas — isto é, talvez essa divergência amoraica já esteja implícita numa disputa tanaítica anterior, pois (deteni) se ensinou numa (chada) baraita: a Bênção do Alimento (birkat hamazon) é de duas (shnaim) ou três (ushlosha) bênçãos; e se ensinou (vetanya) noutra (idach): de três (shlosha) ou quatro (vearba'a). Pensaram (savruha) que (de) todos (kulei alma) concordam que "Hatov vehametiv" não (lav) é da (deoraita) Torá (hi) — isto é, ambas as baraitot pressupõem que a quarta bênção, "Hatov vehametiv", é de origem rabínica, e não bíblica; porventura (mai lav) não é quanto a (behá) isto que discordam (kamipalgi): quem (maan) disse "duas (shtayim) e três (veshalosh)" considera (kasavar) a bênção do zimún estender-se até "Hazan" — de modo que, quando são apenas dois, restam ainda duas bênçãos (Haaretz e Boneh Yerushalaim), e quando são três, acrescenta-se a bênção do zimún propriamente, totalizando três; e quem (uman) disse "três e quatro" considera (kasavar) a bênção do zimún estender-se até "Nevarech" apenas — de modo que, quando são dois, contam-se três bênçãos completas (Hazan, Haaretz, Boneh Yerushalaim), e quando são três, acrescenta-se ainda "Nevarech", totalizando quatro.
"A Bênção do Alimento é de duas e três" — às vezes (peamim) são (shehem) duas (shtei) bênçãos (berachot), às vezes (peamim) são três (shalosh) bênçãos; como (keitzad)? Quando (keshehem) são três (shlosha), são (hen) três bênçãos, e quando (uchsheihem) são dois (shnaim), são duas (hen) bênçãos, conforme (kedimefaresh) se explica (mefaresh) adiante (veazil). "Que considera" — a bênção (birkat) do zimún (zimun) estender-se até "Hazan", e quando (uchsheihem) são dois, não (ein) dizem (omrim) senão (ela) a bênção (birkat) da Terra (haaretz) e "Boneh Yerushalaim". "E quem disse três e quatro" — quando (keshehen) são dois (shnaim), eis (harei) três (shalosh): "Hazan", a bênção (birkat) da Terra e "Boneh Yerushalaim"; e quando (uchsheihem) são três (shlosha), eles acrescentam (mosifim) "Nevarech", estendendo-se até "Uvetuvo chayeinu" ("e por Sua bondade vivemos", fórmula final da introdução do zimún).
A Guemará tenta reconduzir a disputa amoraica a uma divergência tanaítica preexistente: cada uma das duas baraitot, ao contar diferentemente o número de bênçãos conforme o número de comensais, pressuporia implicitamente uma das duas posições sobre a extensão exata da bênção do zimún.
Não (la) — isto é, a tentativa é rejeitada: a disputa amoraica não corresponde à disputa tanaítica; Rav Nachman explica (metaretz) ao seu (letaameih) modo — isto é, harmoniza ambas as baraitot com sua própria posição, e Rav Sheshet explica (metaretz) ao seu (letaameih) modo — isto é, harmoniza ambas as baraitot com a sua.
A tentativa de atribuir a disputa a uma divergência tanaítica é rejeitada: ambos os amoraim, na verdade, aceitam as duas baraitot como compatíveis com sua respectiva posição, explicando-as cada um a seu modo, como se verá a seguir.
Rav Nachman explica ao seu modo, que (de) todos (kulei alma) concordam que a bênção do zimún vai até "Nevarech". Quem (maan) disse "três e quatro" — bem (shapir) — isto é, essa baraita se encaixa naturalmente com sua posição; e quem (uman) disse "duas e três" — disse-lhe (amar lach): aqui (hacha) tratamos (askinan) da bênção (birkat) dos trabalhadores (poalim) — isto é, essa baraita não descreve a Bênção do Alimento comum, mas a versão abreviada recitada por trabalhadores contratados, que dispõem de pouco tempo, pois (de) disse (amar) o mestre (mar): abre (potei'ach) com "Hazan" e inclui (vechoel) "Boneh Yerushalaim" na bênção (birkat) da Terra (haaretz) — isto é, o trabalhador funde a terceira bênção na segunda, reduzindo o total a duas quando são dois, e a três — com a bênção do zimún completa até "Nevarech" — quando são três.
Rav Nachman harmoniza a baraita divergente com sua própria posição, explicando que ela trata não do Birkat Hamazon comum, mas da versão abreviada dos trabalhadores, que fundem a terceira bênção na segunda — mantendo, assim, que a bênção do zimún em si sempre vai até "Nevarech".
Rav Sheshet explica ao seu modo, que (de) todos (kulei alma) concordam que a bênção do zimún vai até "Hazan". Quem (maan) disse "duas e três" — bem (shapir) — isto é, essa baraita se encaixa naturalmente com sua posição, pois quando são dois restam duas bênçãos, e quando são três, três; e quem (uman) disse "três e quatro" considera (kasavar) que "Hatov vehametiv" é da (deoraita) Torá (hi) — isto é, essa baraita contaria quatro bênçãos quando são três comensais precisamente porque inclui também a quarta bênção, "Hatov vehametiv", como bênção de pleno direito, obrigatória por lei bíblica e não meramente rabínica.
Rav Sheshet, por sua vez, harmoniza a baraita divergente ao supor que ela reflete a opinião — hipotética, para efeito de sua reconciliação — de que "Hatov vehametiv" é de origem bíblica, o que explicaria a contagem de quatro bênçãos quando há três comensais, mantendo que a bênção do zimún em si sempre vai até "Hazan".
Disse Rav Yosef: saiba-se (tida) que (de) "Hatov vehametiv" não (lav) é da (deoraita) Torá — pois (shehari) os trabalhadores (poalim) a suprimem (okrim otah) por completo, na versão abreviada de sua Bênção do Alimento — o que não seria admissível se se tratasse de uma obrigação de origem bíblica.
Rav Yosef traz uma prova decisiva a favor da posição de que "Hatov vehametiv" é de origem meramente rabínica: sendo permitido aos trabalhadores omiti-la inteiramente em sua versão abreviada, ela não pode ser uma obrigação bíblica, que jamais poderia ser assim suprimida.
Disse Rav Yitzchak bar Shmuel bar Marta em nome de Rav: saiba-se (tida) que (de) "Hatov vehametiv" não (lav) é da (deoraita) Torá — pois (shehari) abre-se (poteach) nela (bah) com "Baruch" ("Bendito") e não (ein) se sela (chotem) nela com "Baruch" — isto é, essa quarta bênção começa com a fórmula "Baruch Atá..." mas não termina com uma fórmula de selamento igualmente introduzida por "Baruch", ao contrário do padrão normal das bênçãos de origem bíblica, conforme (kidtanya) se ensinou numa baraita: todas (kol) as bênçãos (haberachot), todas (kulan) elas, abre-se (poteach) nelas (bahen) com "Bendito" e sela-se (vechotem) nelas com "Bendito", exceto (chutz) a bênção (birkat) dos frutos (hapeirot) e a bênção (birkat) dos mandamentos (hamitzvot), e uma bênção (veveracha) contígua (hasmucha) à sua companheira (lachaverta), e a última (acharona) bênção que (sheb) está na Kriat Shemá — há (yesh) delas (mehen) que (she) se abre (poteach) nelas com "Bendito" e não (ein) se sela (chotem) com "Bendito".
"Pois abre-se nela com Bendito" — e se (vei) fosse (hi) da (deoraita) Torá, seria (havya) contígua (smucha) à sua companheira (lachaverta) — isto é, seguiria diretamente após "Boneh Yerushalaim" sem nova abertura, como as demais bênçãos bíblicas encadeadas, e não se abre (ein potchin) nela com "Bendito" quando contígua. "Conforme se ensinou... há delas..." — como (kegon) a bênção (birkat) dos frutos (peirot) e dos mandamentos (mitzvot): abre-se (poteach) e não se sela (veeino chotem); e o motivo (taama) se explica (mefaresh) em "Arvei Pesachim" (Pessachim 104a), porque (mishum) toda ela (dechula) é uma (chada) só louvação (hodaá), e não há (veein) interrupção (hefsek) de súplica (devar techina) ou de outra coisa (devar acher) em seu interior (betocha), como (kemo) há (sheyesh) em "Kidush" de Shabat e Festas: "ki hu yom techila lemikraei kodesh" ("pois este é o dia que é começo das santas convocações") e "vehinchilanu" ("e nos deste em herança") — frases intermediárias que separam a abertura do selamento, exigindo assim uma nova invocação de "Bendito" ao final.
O daf se encerra com a última prova de que "Hatov vehametiv" é de origem rabínica: ao contrário das bênçãos bíblicas — que ou abrem e selam com "Bendito", ou, quando contíguas a outra, nem abrem nem selam —, essa quarta bênção abre com "Bendito" sem que a anterior a ela se selasse, um padrão exclusivo de bênçãos de instituição rabínica, como a dos frutos e a dos mandamentos, cuja unidade de louvação contínua dispensa o selamento.