Massechet Moed Katan trata do Chol HaMoed — os dias intermediários entre o início e o fim de Pessach e Sucot — estabelecendo qual trabalho é permitido por evitar prejuízo real e qual é proibido por ser evitável, além das leis do luto e do elogio fúnebre em relação à proximidade da festa.
Massechet completa — os 3 perakim e as 24 mishnayot publicados. O Perek Alef percorre os trabalhos agrícolas permitidos por evitar prejuízo — a irrigação do campo sedento, a manutenção de canais públicos, a caça a pragas, o conserto emergencial de um muro — e passa aos temas do luto e da alegria: o exame de chagas de tzaraat, o recolhimento dos ossos dos pais, a proibição de reavivar o luto trinta dias antes da festa, a proibição de casar no Chol HaMoed, e os reparos domésticos emergenciais, sempre feitos de forma deliberadamente tosca. O Perek Bet trata dos prejuízos inesperados às vésperas da festa — o azeite e o vinho interrompidos por luto ou força maior, os frutos e o linho ameaçados de perda, a compra de bens e a mudança de casa, e o comércio discreto voltado à necessidade real do Chol HaMoed. O Perek Guimel, último do tratado, reúne as leis do corpo — quem pode cortar o cabelo e lavar roupa no Chol HaMoed —, os documentos escritos por urgência genuína, as regras de como a proximidade de uma festa anula o luto em curso, as práticas de luto e consolo restritas aos parentes, e termina com a distinção entre os dois cantos fúnebres femininos e a promessa profética de que a própria morte um dia deixará de existir.