Massechet Taanit abre com a menção e o pedido de chuva na Amidá, detalha a escala progressiva de jejuns que a comunidade observa quando a chuva atrasa, e estende depois o mesmo sistema a outras calamidades que ameaçam Israel.
Massechet completa — os 4 perakim e as 34 mishnayot publicados. O Perek Alef: a disputa entre Rabi Eliezer e Rabi Yehoshua sobre quando mencionar os poderes da chuva; a diferença entre mencionar e pedir chuva; a data fixada para o pedido em Eretz Yisrael; e a escala progressiva de jejuns — dos indivíduos ao tribunal, dos jejuns leves aos treze jejuns severos com toque de shofar — culminando na sobriedade geral da comunidade quando nem isso traz chuva. O Perek Bet: a ordem exata das orações e súplicas nos jejuns mais severos — a arca na praça pública, o oficiante pobre e experiente, as seis bênçãos adicionais com as sete respostas históricas, os turnos sacerdotais, Megilat Taanit e as regras de calendário. O Perek Guimel: o clamor imediato diante de vegetação alterada, chuva insuficiente para as reservas de água, uma cidade privada de chuva, peste e desmoronamento, as seis calamidades itinerantes, o episódio do mofo em Ashkelon e dos lobos na Transjordânia, o clamor excepcional em Shabat, e a extraordinária história de Choni HaMe'agel, que exigiu de D'us não apenas chuva, mas a chuva certa. O Perek Dalet: os turnos sacerdotais e leigos junto à oferenda diária, os nove dias de oferenda de lenha, as cinco calamidades de 17 de Tamuz e as cinco de 9 de Av, as restrições da semana de Tisha BeAv, e a alegria final de quinze de Av e Yom Kipur, com as filhas de Jerusalém dançando nas vinhas.