O segundo tratado de Seder Kodashim — as leis das oferendas de farinha (menachot): a validade da menachá conforme a intenção do sacerdote na kmitzá (retirada do punhado) e nas demais avodot que a constituem
Massechet Menachot, o segundo tratado de Seder Kodashim, dedica-se às leis das oferendas de farinha (menachot) — o paralelo vegetal de Massechet Zevachim, que tratou dos sacrifícios de animais. Assim como ali a shechitá (abate) era o ato central que determinava a validade do sacrifício conforme a intenção do sacerdote, aqui esse papel cabe à kmitzá — a retirada do punhado de farinha, azeite e incenso, que corresponde tecnicamente ao abate e dá início às quatro avodot da menachá: retirada do punhado, colocação no vaso de serviço, transporte até o altar, e queima do punhado com o incenso.
O Perek Alef, agora publicado em suas quatro mishnayot, abre o tratado com o mesmo princípio fundacional de Zevachim, aplicado às menachot: a retirada do punhado feita não em seu próprio nome mantém a oferenda apta, mas não cumpre a obrigação do dono — exceto a oferenda do pecador e a oferenda de ciúmes (da sotá), que se desqualificam por completo por sua associação explícita ao pecado (1:1). A segunda mishná enumera os onze desqualificantes pessoais e posturais de quem retira o punhado — leigo, endoluto, tevul yom, sem vestes, sem expiação, sem lavagem, incircunciso, impuro, sentado ou sobre algo que o separe do chão —, a posição de Ben Beteirá sobre quem retirou com a mão esquerda, e a medida técnica exata do punhado, nem excedente nem deficiente (1:2). A terceira mishná, a mais longa do capítulo, fecha o tema das medidas de óleo e incenso e introduz a categoria central de pigul nas menachot: a intenção de consumir ou queimar fora do lugar devido (que apenas desqualifica) ou fora do tempo devido (que gera pigul, com pena de karet), sempre condicionada a que o "habilitador" — o próprio punhado — tenha sido oferecido conforme seu preceito (1:3). E a quarta e última mishná do capítulo define os casos em que o habilitador não foi oferecido conforme seu preceito, estende a regra às duas menachot especiais, examina o caso-limite de duas intenções mescladas numa mesma avodá, e fecha com a disputa entre Rabi Yehudá e os sábios sobre a ordem de precedência entre a intenção de tempo e a de lugar (1:4).
O Perek Bet, agora publicado em suas cinco mishnayot, continua o tema de pigul explorando um princípio de assimetria entre elementos principais e secundários das oferendas. Abre com a disputa entre Rabi Yosei e os sábios sobre a intenção de queimar o incenso da menachá apenas no dia seguinte, e a justificativa de que o incenso não é considerado parte constitutiva da menachá como o são o sangue, a carne e as partes queimadas de uma oferenda animal (2:1). A segunda mishná estende a questão aos dois cordeiros de Shavuot e aos dois recipientes de incenso do pão da proposição, e passa da intenção à impureza, com a disputa entre Rabi Yehudá e os sábios sobre o princípio de que oferenda pública não se divide (2:2). A terceira mishná estabelece a regra de que o principal (a oferenda de gratidão, os cordeiros de Shavuot) torna pigul o que lhe é secundário (os pães), mas não o contrário (2:3). A quarta aplica a mesma assimetria à oferenda animal e às libações que a acompanham, com a precisão de Rabi Meir sobre o momento em que estas passam a poder se tornar pigul (2:4). E a quinta e última mishná do capítulo fecha com a disputa entre Rabi Meir e os sábios sobre se basta a intenção em apenas um dos dois habilitadores de uma oferenda para torná-la pigul por completo, com a exceção concedida às oferendas que têm um único habilitador (2:5).
O Perek Guimel, agora publicado em suas sete mishnayot, deixa a categoria de pigul em segundo plano e trata de uma série de casos técnicos sobre a medida e a mistura dos componentes da menachá. Abre com o efeito da intenção indevida quando recai sobre um item atípico ou sobre uma quantidade inferior a uma azeitona, e a invalidação de Rabi Eliezer nesse primeiro caso (3:1). A segunda mishná enumera etapas do preparo que, omitidas, não invalidam a menachá, e trata do punhado misturado com outro punhado ou com menachot inteiramente queimadas, exceto, segundo Rabi Yehudá, quanto à menachá do sacerdote ungido e à das libações (3:2). A terceira examina misturas entre menachot ainda sem punhado retirado, entre o punhado e uma menachá inteira ou seus próprios restos, e fecha com o poder da lâmina frontal (tzitz) do sumo sacerdote de tornar aceitável o punhado impuro, mas não o que saiu de sua área (3:3). A quarta aplica a disputa entre Rabi Eliezer e Rabi Yehoshua sobre o sacrifício pascal ao destino dos restos perdidos, queimados ou impuros, e trata da exigência do vaso de serviço, contestada por Rabi Shimon (3:4). A quinta enuncia o princípio de que a falta de qualquer parte do punhado, do issarón, do vinho e do azeite invalida o todo, e a interdependência entre a farinha e o azeite, e entre o punhado e o incenso (3:5). A sexta encadeia uma longa lista de pares e conjuntos rituais interdependentes — os bodes de Yom Kipur, os cordeiros e pães de Shavuot, o pão da proposição, os elementos do nazireu, da vaca vermelha, da oferenda de gratidão, do lulav, do leproso, e as sete asperções rituais (3:6). E a sétima e última mishná do capítulo fecha com os sete braços do candelabro, as seções da mezuzá e dos tefilin — onde até uma letra faz diferença —, e a disputa entre os sábios e Rabi Ishmael sobre se as quatro franjas do tzitzit formam um único preceito ou quatro (3:7).
O Perek Dalet, agora publicado em suas cinco mishnayot, abre com uma série de pares rituais que não se impedem mutuamente — a tekhelet e a lavan do tzitzit, o tefilin do braço e o da cabeça, a farinha e o azeite da libação e o vinho, e as asperções sobre o altar externo (4:1). A segunda mishná estende o princípio aos touros, carneiros e cordeiros do musaf de Rosh Chodesh e de Shavuot, com a orientação de Rabi Shimon de trazer um único touro completo com sua libação em vez de vários touros incompletos (4:2). A terceira, a mais longa do capítulo, trata da relação entre os dois pães de Shavuot e os cordeiros de paz que os acompanham, com a disputa entre Rabi Akiva e Shimon ben Nanas sobre o que impede o quê, e a longa fundação histórica de Rabi Shimon sobre o que Israel sacrificava no deserto (4:3). A quarta trata da independência entre as oferendas contínuas e as adicionais, a compensação do cordeiro e do incenso da manhã à tarde — limitada por Rabi Shimon à omissão involuntária —, e a explicação de por que cada utensílio do Templo se inaugura com um serviço específico (4:4). E a quinta e última mishná do capítulo fecha com a oferenda de frigideira do sumo sacerdote, sempre trazida como um issarón inteiro dividido ao meio, o caso do sacerdote que morre após sacrificar a metade da manhã, e a disputa entre Rabi Shimon e Rabi Yehudá sobre de quem vem a oferenda quando não se nomeia sucessor (4:5).
O Perek Hei, agora publicado em suas nove mishnayot, abre com a regra geral de que toda oferenda de farinha vem como matzá, exceto o pão levedado da oferenda de agradecimento e as duas pães de Shavuot, e a disputa entre Rabi Meir e Rabi Yehudá sobre como se obtém a levedura para essas exceções (5:1). A segunda mishná trata do amassar com água morna, da vigilância contra a levedura mesmo nos resíduos, e da responsabilidade separada por cada etapa do preparo (5:2). A terceira classifica as menachot em quatro categorias quanto à exigência de óleo e incenso, com a lista completa de cada uma (5:3). A quarta trata da responsabilidade separada pelo óleo e pelo incenso colocados indevidamente na oferenda do pecador e na dos ciúmes, e da diferença entre invalidar a oferenda e apenas recolher o incenso (5:4). A quinta abre uma nova classificação em quatro categorias, agora quanto à aproximação (hagashá) e ao balanço (tenufá), com a posição de Rabi Shimon sobre a oferenda dos sacerdotes (5:5). A sexta completa essa classificação e descreve o procedimento físico do balanço das duas pães com os cordeiros de Shavuot (5:6). A sétima traz a posição de Rabi Shimon sobre três tipos de sacrifícios que requerem, cada um, dois dos três preceitos de imposição de mãos e balanço (5:7). A oitava retoma o tema dos votos específicos com a disputa sobre a diferença entre a frigideira e a caçarola (5:8). E a nona e última mishná do capítulo fecha com o voto do forno — excluídos o forninho, as telhas e as covas dos árabes, exceto por Rabi Yehudá — e o voto da oferenda assada, que não pode misturar fogaças e wafers, exceto por Rabi Shimon (5:9).
O Perek Vav, agora também completo, abre uma nova série de classificações gerais sobre as oferendas vegetais. A primeira mishná enumera as dez categorias de oferendas das quais se retira o punhado, com o resto para os sacerdotes — e a exceção de Rabi Shimon para a oferenda do pecador trazida por um sacerdote (6:1). A segunda contrasta as oferendas que pertencem inteiramente ao altar (a de sacerdotes, a do sacerdote ungido, as libações) com as que pertencem inteiramente aos sacerdotes (as duas fogaças, o pão da proposição) (6:2). A terceira detalha as três colocações de azeite exigidas pelas oferendas feitas em utensílio, e a divergência entre Rabi e os Sábios sobre o momento da mistura das fogaças, encerrando com a unção dos wafers em forma de qui (6:3). A quarta descreve o processo de partição das oferendas em pedaços do tamanho de uma azeitona, distinguindo israelita, sacerdotes e sacerdote ungido, com a posição de Rabi Shimon negando partição às duas últimas (6:4). A quinta descreve o esfregaço e o golpe no trigo, e a divergência entre Rabi Yehudá e Rabi Meir sobre quais oferendas vêm em dez pães e quais vêm em doze (6:5). A sexta fixa a proporção entre grão colhido e farinha fina extraída para o ómer, as duas fogaças e o pão da proposição (6:6). E a sétima e última mishná do capítulo fixa o número de peneiras usadas para refinar cada uma dessas farinhas, com a posição de Rabi Shimon rejeitando qualquer número fixo em favor do critério de a farinha estar plenamente peneirada (6:7).
O Perek Zayin, agora também completo, dedica-se inteiramente à oferenda de agradecimento (todá) e seu pão. A primeira mishná fixa as medidas exatas de farinha do pão da todá — a conversão entre a seá jerosolimitana e a do deserto, e a divisão entre o pão fermentado e os três tipos de matzá (7:1). A segunda compara os pães da inauguração do Tabernáculo e do nazireado aos tipos de matzá da todá, e fixa a regra da contribuição sacerdotal tomada de cada tipo de pão (7:2). A terceira percorre os casos em que o pão da todá se consagra ou não — o lugar do abate, a formação da crosta, a intenção de tempo e lugar, a tereifá, o defeito físico e o abate não em nome próprio (7:3). A quarta trata do destino das libações consagradas em vaso quando o sacrifício se revela desqualificado, e explica por que a cria, o substituto e a troca da todá não exigem pão próprio (7:4). A quinta examina as diferentes formulações do voto de trazer uma todá, e de que fundos — dinheiro não sagrado ou segundo dízimo — o animal e seu pão devem vir (7:5). E a sexta e última mishná do capítulo fecha com a derivação bíblica, a partir do sacrifício pascal, de que toda oferenda de obrigação — e sempre as libações — vem apenas de dinheiro não sagrado (7:6).
O Perek Chet, agora também completo, deixa o tema das medidas e volta-se à origem geográfica e ao padrão de qualidade exigido dos três componentes básicos das oferendas de refeição — farinha, azeite e vinho. A primeira mishná fixa a regra geral (grão novo ou velho, de dentro ou de fora da Terra, exceto o ómer e os dois pães) e nomeia os lugares de melhor farinha (8:1). A segunda especifica os campos de cultivo inadequados e descreve o método de pousio e semeadura que produz farinha em abundância, além do exame do tesoureiro (8:2). A terceira faz o mesmo para o azeite, apontando Tekoa como a melhor fonte e invalidando o anfikinon e as azeitonas de molho, em conserva ou cozidas (8:3). A quarta, a mais longa do capítulo, detalha as três colheitas anuais de azeitona e os três graus de azeite de cada uma, com o primeiro grau reservado à Menorá (8:4). A quinta ordena os nove azeites numa escala de equivalência e explica, por um argumento a fortiori refutado pelo texto bíblico, por que as oferendas não exigem azeite "puro e batido" como a Menorá (8:5). A sexta trata do vinho das libações, com as melhores vinhas e a controvérsia entre Rabi e os Sábios sobre o vinho envelhecido (8:6). E a sétima e última mishná do capítulo fecha com o armazenamento correto do vinho, a regra de trazê-lo apenas do terço médio do casco, e a fonte bíblica que exige perfeição também nas libações (8:7).
O Perek Tet, agora também completo, volta ao tema das medidas oficiais do Templo — agora as de vinho e óleo, e o preceito da imposição de mãos (semichá). A primeira mishná abre com as duas medidas de seco, o décimo (issarón) e o meio décimo, e a disputa entre Rabi Meir e os Sábios sobre quantos recipientes de fato existiam (9:1). A segunda enumera as sete medidas de líquido — o hin e suas frações, o log e as suas —, com as posições de Rabi Eliezer bar Tzadok e Rabi Shimon questionando a existência do próprio hin (9:2). A terceira detalha para que servia cada medida menor — o quarto de log para a água do metsora e o azeite do nazireu, o meio log para a água da sotá e o azeite da todá —, o log como padrão universal de todas as oferendas de refeição, e a posição de Rabi Eliezer ben Yaakov sobre a oferenda de sessenta décimos (9:3). A quarta trata de quando as libações de diferentes sacrifícios podem ser misturadas entre si, e o caso do cordeiro trazido com o Ómer (9:4). A quinta examina o transbordamento das medidas colmadas — consagrado quando líquido, profano quando seco —, com as explicações divergentes de Rabi Akiva e Rabi Yosei (9:5). A sexta define quais sacrifícios exigem libações e quais estão isentos, com a ressalva da oferenda de purificação do metsora (9:6). A sétima passa à semichá, estabelecendo quais sacrifícios da congregação e do particular a exigem, e o caso do herdeiro que assume o sacrifício do pai falecido (9:7). A oitava detalha quem pode apoiar as mãos e como se realiza o preceito — sobre a cabeça, com as duas mãos, imediatamente antes do abate (9:8). E a nona e última mishná do capítulo fecha comparando o rigor da semichá e o da elevação (tenufá), mostrando em que aspecto cada preceito é mais abrangente que o outro (9:9).
O Perek Yud, agora também completo — o famoso “Perek Rabi Yishmael” —, dedica-se inteiramente à colheita cerimonial da cevada nova para a oferenda do Ómer (sichat ha-ómer). A primeira mishná abre com as disputas sobre a quantidade de seá colhidos e o número de colhedores e utensílios, conforme o dezesseis de Nissan caísse em Shabat ou em dia comum (10:1). A segunda trata da prioridade do campo mais próximo a Jerusalém (10:2). A terceira descreve o ritual público da colheita — os emissários do tribunal, a reunião das cidades vizinhas, e o diálogo repetido de perguntas e respostas contra os beitusim (10:3). A quarta detalha o preparo da farinha: tostar, debulhar, moer, peneirar até o issarón, e o rito completo da oferenda (10:4). A quinta trata da permissão do grão novo após a oferenda do Ómer, e da instituição de Rabán Yochanan ben Zakai após a destruição do Templo (10:5). A sexta distingue os dois níveis de permissão do grão novo — o país, pelo Ómer, e o Templo, pelos dois pães (10:6). A sétima enumera os cinco tipos de cereais obrigados na chalá e a regra do enraizamento antes do Ómer (10:7). A oitava trata dos campos irrigados, do costume dos moradores de Jericó, e da colheita para forragem animal (10:8). E a nona e última mishná do capítulo fecha com a colheita por necessidade — mudas, casa de luto, casa de estudo — e as regras ideais finais da colheita do Ómer, que suplanta até o Shabat (10:9).
O Perek Yud-Alef, agora também completo, dedica-se aos dois pães de Shavuot, ao pão da proposição e às leis do punhado quando oferendas se misturam ou se sobrepõem. A primeira mishná trata dos dois pães assados fora do átrio e do pão da proposição assado dentro dele, com as exceções que os desqualificam (11:1). A segunda estabelece o preceito de que ambos os pães de Shavuot vêm junto com os dois cordeiros, e discute o que ocorre quando um deles se perde ou se desqualifica (11:2). A terceira, quarta e quinta aprofundam os casos de mistura entre pães válidos e inválidos, e entre lotes de pão da proposição de semanas diferentes (11:3–11:5). A sexta e a sétima tratam da ordem de colocação e retirada do pão da proposição sobre a mesa do Santuário, e do incenso que o acompanha (11:6–11:7). E a oitava e última mishná do capítulo fecha com o processo de cozação e distribuição do pão entre os turnos sacerdotais (11:8–11:9).
O Perek Yud-Bet, agora também completo, trata das oferendas de farinha contaminadas ou perdidas, do voto de trazer uma oferenda num vaso específico, e da sociedade entre votantes. A primeira mishná examina o destino da oferenda cujo punhado se contaminou antes ou depois da retirada (12:1). As mishnayot seguintes tratam da mistura entre farinha e óleo de diferentes oferendas, do voto de trazer a oferenda especificamente na frigideira funda ou rasa, e das consequências de trazer o tipo errado (12:2–12:4). E a quinta e última mishná do capítulo fecha com a disputa entre Rabi Akiva e Rabi Tarfão sobre se o óleo, como o vinho, pode ser votado isoladamente, e a regra de que dois sócios não podem votar juntos um único décimo de efá de farinha, embora possam votar juntos uma oferenda de elevação, de paz, ou até uma única ave (12:5).
O Perek Yud-Guimel, o último do tratado, agora também completo, dedica-se aos votos formulados de modo impreciso e à centralidade do Templo de Jerusalém. Abre com os votos incertos de quantos décimos de farinha trazer, e do tipo de oferenda de farinha quando a memória falha (13:1–13:2); passa aos votos de lenha e incenso, com os cinco punhados do serviço do Templo (13:3); trata dos mínimos do voto de ouro, prata e cobre para a manutenção do Templo, e de vinho e óleo para as libações (13:4–13:5); examina os graus de incerteza no voto de oferenda de elevação, de gratidão e de paz, machos e fêmeas, pequenos e grandes (13:6–13:7); fixa os valores monetários exatos de touro, bezerro, carneiro e cordeiro com suas libações, e as regras de cor, tamanho e quantidade que invalidam o voto (13:8); trata da troca de animais consagrados que ficaram com defeito pelo valor do resgate, e do rebanho consagrado vagamente (13:9); estabelece que o voto de oferenda de elevação ou de nazireado só se cumpre no Templo de Jerusalém, usando como pano de fundo histórico o templo cismático que Chónio construiu em Alexandria do Egito, e a desqualificação permanente dos sacerdotes que ali serviram (13:10); e fecha o tratado inteiro com uma das declarações mais citadas da literatura rabínica: da repetição tríplice de “oferenda de fogo, aroma agradável” na oferenda de animal, de ave e de farinha, aprende-se que tanto faz quem traz muito quanto quem traz pouco, contanto que dirija o coração aos Céus (13:11).